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	<title>IKMR &#187; Ásia</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>Aos 105 anos, homem que salvou mais de 600 crianças do nazismo é premiado</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 22:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um inglês que salvou mais de 600 crianças dos nazistas no início da Segunda Guerra Mundial foi condecorado na República Tcheca com a mais alta honraria do país – a Ordem do Leão Branco. Nicholas Winton, de 105 anos, tinha apenas 29 anos em 1939 quando conseguiu oito trens para levar 669 crianças – a maioria delas judias – da Tchecoslováquia quando eclodiu a Guerra. Elas foram conduzidas para a Inglaterra e para a Suécia, onde ficaram livres das ações dos nazistas. Setenta e seis anos depois, o britânico participou de uma cerimônia no Castelo de Praga, onde recebeu o <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/aos-105-anos-homem-que-salvou-mais-de-600-criancas-do-nazismo-e-premiado/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/ingles.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13501];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13502" alt="ingles" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/ingles-340x190.jpg" width="340" height="190" /></a>Um inglês que salvou mais de 600 crianças dos nazistas no início da Segunda Guerra Mundial foi condecorado na República Tcheca com a mais alta honraria do país – a Ordem do Leão Branco.</p>
<p>Nicholas Winton, de 105 anos, tinha apenas 29 anos em 1939 quando conseguiu oito trens para levar 669 crianças – a maioria delas judias – da Tchecoslováquia quando eclodiu a Guerra. Elas foram conduzidas para a Inglaterra e para a Suécia, onde ficaram livres das ações dos nazistas.</p>
<p>Setenta e seis anos depois, o britânico participou de uma cerimônia no Castelo de Praga, onde recebeu o prêmio.</p>
<p>Em seu discurso, ele agradeceu aos britânicos que aceitaram receber as crianças em suas casas.</p>
<p>&#8220;Quero agradecer a todos vocês por essa tremenda expressão de agradecimento por algo que aconteceu comigo há quase 100 anos&#8221;, disse Winton. &#8220;Fico muito contente que algumas das crianças ainda estejam aqui para me agradecer.&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu agradeço aos britânicos por dar uma casa para eles, por aceitá-los e, claro, a enorme ajuda dada por muitos tchecos que fizerem o que puderam para lutar contra os alemães e tentar tirar as crianças do país&#8221;, finalizou.</p>
<h2>&#8216;Sem medo&#8217;</h2>
<p>A missão notável do homem apelidado de &#8220;Schindler britânico&#8221; veio à tona somente no final de 1980.</p>
<p>Mas tudo começou em 1938, após a ocupação nazista da região dos Sudetos &#8211; nome usado para as áreas de pré-guerra na Tchecoslováquia.</p>
<p>Winton visitou campos de refugiados fora de Praga e decidiu ajudar as crianças a conseguirem licenças britânicas, da mesma forma como as crianças de outros países foram resgatadas no &#8220;kindertransport&#8221;.</p>
<p>Na época, ele era um corretor de ações em Londres, e vinha de uma família judia alemã, então estava bem consciente da urgência da situação.</p>
<p>&#8220;Eu sabia do que estava acontecendo na Alemanha mais do que muita gente e, com certeza, mais do que os políticos&#8221;, disse à BBC.</p>
<p>&#8220;Nós tínhamos pessoas ficando conosco que eram refugiados da Alemanha naquela época. Alguns que sabiam que suas vidas estavam em perigo.&#8221;</p>
<p>Mas ele ressaltou que não teve medo de ajudar. &#8220;Não houve nenhum medo pessoal envolvido.&#8221;</p>
<p>Winton conseguiu lotar oito trens com crianças que saíram da Tchecoslováquia, antes da eclosão da Guerra. Mas um nono trem, o que estava ainda mais cheio – com 250 crianças – não conseguiu cruzar a fronteira antes do conflito tomar conta do país.</p>
<p>A atitude de Winton ficou &#8216;oculta&#8217; por 50 anos – ele não contou a ninguém o que fez – até que sua mulher encontrou um livro de recordações e descobriu.</p>
<p>Quando questionado pela BBC sobre o que achava que tinha mudado daquela realidade de 70 anos atrás para a que vive hoje, o homem de 105 anos não foi muito optimista. &#8220;Acho que não aprendemos com os erros do passado&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;O mundo hoje está em uma situação mais perigosa do que jamais esteve e considerando que agora temos armas de destruição em massa que podem acabar com qualquer conflito, nada está seguro mais.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/10/141028_homem_premio_nazismo_rm" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
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		<title>Organização de Hong Kong lança campanha para alimentação &#8220;digna&#8221; dos refugiados</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 21:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Fome de Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[refeição]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo uma petição publicada no portal da organização de defesa dos direitos humanos que se foca em especial nos imigrantes forçados, refugiados ou sobreviventes da &#8216;escravatura moderna&#8217;, o Executivo da antiga colónia britânica faculta-lhes sacos pré-embalados de alimentos, que têm de levantar a cada cinco ou dez dias numa loja, muitas vezes longe do local onde vivem. &#8220;Diz-se que a comida avaliada em 40 dólares de Hong Kong [cerca de 4 euros] por dia, supostamente deve cobrir três refeições diárias e durar até ao próximo levantamento. Mas, quando comparamos o preço da comida que eles recebem com o da venda <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/organizacao-de-hong-kong-lanca-campanha-para-alimentacao-digna-dos-refugiados/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13380" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/hongkong_refugiado_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13379];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13380" alt="Refugiado do Bangladesh almoça no complexo de Ping Che. Foto: AFP " src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/hongkong_refugiado_IKMR-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Refugiado do Bangladesh almoça no complexo de Ping Che. Foto: AFP</p></div>
<p>Segundo uma petição publicada no portal da organização de defesa dos direitos humanos que se foca em especial nos imigrantes forçados, refugiados ou sobreviventes da &#8216;escravatura moderna&#8217;, o Executivo da antiga colónia britânica faculta-lhes sacos pré-embalados de alimentos, que têm de levantar a cada cinco ou dez dias numa loja, muitas vezes longe do local onde vivem.</p>
<p>&#8220;Diz-se que a comida avaliada em 40 dólares de Hong Kong [cerca de 4 euros] por dia, supostamente deve cobrir três refeições diárias e durar até ao próximo levantamento. Mas, quando comparamos o preço da comida que eles recebem com o da venda nos supermercados, vemos que a que lhes é dada vale muito menos. Frequentemente, acaba muito antes da próxima data de levantamento, às vezes a validade expira; é sempre limitada em termos de variedade e de quantidade&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p>Neste sentido, a organização, o antigo Centro de Aconselhamento para Refugiados que, ao longo de sete anos, ajudou mais de 2.000 pessoas, apela ao apoio à petição. Isto para que &#8220;o Governo de Hong Kong permita aos refugiados alimentarem-se com dignidade dando-lhes pequenas quantidades de dinheiro para que possam comprar sua própria comida&#8221;.</p>
<p>Ao abrigo do atual programa alimentar, o Executivo da antiga colónia britânica contrata uma organização para providenciar a comida, a qual, por sua vez, adjudica a uma terceira parte o abastecimento em meia dúzia de lojas na cidade, as quais fornecem sacos com alimentos aos refugiados. Este sistema, defende a organização, &#8220;é complicado, dispendioso e ineficaz&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ao dar aos refugiados pequenas quantidades de dinheiro para que possam adquirir a sua própria comida, quando e onde precisem, far-se-ia melhor uso dos recursos gastos no atual programa e devolver-se-ia aos refugiados a sua dignidade&#8221;, refere o Centro de Justiça.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, também há muitos residentes de Hong Kong que não têm o suficiente para comer. Esta campanha não visa desviar a atenção dessa realidade&#8221;, frisa a organização, cuja petição intitulada &#8220;Fome de Mudança&#8221;.</p>
<p>&#8220;É a capacidade de escolher que nos torna humanos&#8221;, escreve hoje Victoria Otero Wisniewski, do Centro de Justiça de Hong Kong, num artigo de opinião no jornal South China Morning Post, em que relata a forma como um universo de cerca de 8.000 refugiados se tem de alimentar na antiga colónia britânica.</p>
<p>Hoje celebra-se o Dia Mundial da Alimentação, instituído pela ONU em 1979, para elevar a consciencialização para os problemas alimentares do planeta e promover a solidariedade na luta contra a fome.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/18372513.html" target="_blank">SAPO Notícias</a></p>
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		<title>Kiev tenta lidar com crescente fluxo de refugiados</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os dias chegam à capital da Ucrânia multidões fugindo do leste do país. Maioria não pôde trazer consigo nem o mínimo necessário. E todos precisam de alimento, moradia, roupas e trabalho. Alena tem 30 minutos para coletar roupas de inverno para si e para o filho de três anos, Nikita. Ela vem da província de Lugansk, no leste da Ucrânia, onde há meses separatistas pró-Rússia e tropas do governo travam combate. Nesse domingo, faz-se fila na organização de caridade da rua Frolivska, no distrito de Podil, no coração de Kiev. A maioria do público é de refugiados vindos do <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/kiev-tenta-lidar-com-crescente-fluxo-de-refugiados/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias chegam à capital da Ucrânia multidões fugindo do leste do país. Maioria não pôde trazer consigo nem o mínimo necessário. E todos precisam de alimento, moradia, roupas e trabalho.</p>
<div id="attachment_13328" style="width: 500px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Alena.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13327];player=img;"><img class=" wp-image-13328 " alt="Alena e filho Nikita vasculham pilhas de roupas: &quot;Não pude trazer nada&quot;" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Alena.jpg" width="490" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Alena e filho Nikita vasculham pilhas de roupas: &#8220;Não pude trazer nada&#8221;</p></div>
<p>Alena tem 30 minutos para coletar roupas de inverno para si e para o filho de três anos, Nikita. Ela vem da província de Lugansk, no leste da Ucrânia, onde há meses separatistas pró-Rússia e tropas do governo travam combate.</p>
<p>Nesse domingo, faz-se fila na organização de caridade da rua Frolivska, no distrito de Podil, no coração de Kiev. A maioria do público é de refugiados vindos do leste do país.</p>
<p>Dez pessoas podem entrar a cada vez a sala das roupas, que conta com um bom estoque, através das numerosas doações recebidas nas últimas semanas. &#8220;Meu dever aqui é ajudar&#8221;, diz Victor, que entra trazendo roupas velhas e cobertores. &#8220;Somos todos ucranianos, se eu estivesse em situação parecida, as pessoas também me ajudariam, está claro.&#8221;</p>
<p><strong>Aglomeração e clima tenso</strong></p>
<p>Lesya Lyfvynova, a coordenadora da sala de roupas, tenta não perder a visão do todo. Ali, uma vez por semana são distribuídos alimentos, uma vez ao mês, artigos de higiene e todos os dias, roupas. Apressadamente, ela anota a identidade dos refugiados e o que lhes deu. A distribuição das doações deve ser mais ou menos justa.</p>
<p>Vinte voluntários trabalham permanentemente no local, nos fins de semana o pessoal é ampliado. Há aglomeração, barulho, o clima é tenso. Uma pessoa, carregando pacotes de fraldas, força a passagem em meio à multidão, outra não consegue encontrar botas de inverno. &#8220;Mais do que qualquer outra coisa, faltam sapatos&#8221;, revela a coordenadora. &#8220;A cada dia, 250 famílias vêm até aqui. Não tem fim.&#8221;</p>
<p>Alena revira pilhas de suéteres de tricô e de luvas de couro descartadas. A refugiada de 28 anos está desde agosto em Kiev. Ela conta que não teve tempo de trazer roupas quentes para o inverno que se aproxima. Sua cidade, Krasnyi Luch, nas proximidades da capital provincial Lugansk, foi bombardeada pelos separatistas. &#8220;Não pude trazer nada, minha mãe me deu alguns remédios para meu filho doente e fui-me embora.&#8221;</p>
<p>Por isso, evita revelar seu nome completo: é grande demais o medo do que poderá acontecer, se voltar á região controlada pelos separatistas. Ela é uma entre os 80 mil refugiados, oriundos principalmente do leste do país, que foram parar em Kiev, sem saber o que será no futuro.</p>
<p><strong>Mercado imobiliário restrito</strong></p>
<p>Uma das consequências do afluxo de refugiados à capital é o aumento drástico dos aluguéis, entre 10% e 20%. Desde o início da guerra, a corretora de imóveis Yulia Dzikh tem muito trabalho. Diariamente chegam a sua empresa imobiliária famílias fugidas da região dos combates. &#8220;A maioria procura moradia para períodos de quatro a seis meses&#8221;, conta. &#8220;Elas têm esperança de que a guerra vai acabar e de que então vão poder voltar às suas casas.&#8221;</p>
<p>A cidade de Kiev improvisou um posto de coordenação junto á estação ferroviária, e disponibilizou moradia em casas de estudantes para os refugiados, durante as férias de verão. Mas não há lugar suficiente.</p>
<p>&#8220;Atualmente, recomendamos a todos os refugiados que se cadastram conosco, que deem preferência a outras regiões da Ucrânia, onde o mercado imobiliário não está tão sobrecarregado assim&#8221;, informa Natalia Ivanivic, da administração municipal.</p>
<div id="attachment_13329" style="width: 500px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/250.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13327];player=img;"><img class=" wp-image-13329 " alt="Todos os dias, 250 famílias vão ao centro beneficente coletar roupas e mantimentos" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/250.jpg" width="490" height="276" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os dias, 250 famílias vão ao centro beneficente coletar roupas e mantimentos</p></div>
<p><strong>Grupos para refugiados nos jardins de infância</strong></p>
<p>Por enquanto, Alena está hospedada na casa de conhecidos em Kiev, enquanto tenta encontrar um apartamento para dividir com sua amiga Marina, que também fugiu da região de conflito.</p>
<p>Ela quer matricular o filho, Nikita, num jardim de infância na capital. Em seu bairro, Pusha Voditsa, as escolas criaram grupos especialmente para os filhos de refugiados, numa tentativa de dar conta da demanda. E, claro, ela terá que encontrar algum tipo de trabalho nas próximas semanas, comenta, cansada, enquanto vasculha as pilhas de roupas.</p>
<p>A essa altura, esportivos, uma grossa jaqueta de inverno preta e até brinquedos para seu filho Nikita já foram parar nas sacolas plásticas. Uma rápida assinatura, confirmando o recebimento das roupas, e acabaram-se os 30 minutos a que Alena e o filho tinham direito. Ambos saem logo, pois, do lado de fora, a fila dos que aguardam a vez ainda é longa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dw.de/kiev-tenta-lidar-com-crescente-fluxo-de-refugiados/a-17971203" target="_blank">DW</a></p>
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		<title>Crianças-soldado, realidade no conflito oculto da Tailândia</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/criancas-soldado-realidade-no-conflito-oculto-da-tailandia/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2014 00:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[Crianças que limpam armas e combatem ao lado de insurgentes muçulmanos são uma realidade em um conflito interno no sul da Tailândia Crianças que limpam armas e cobrem o turno da noite em postos de segurança no sul da Tailândia e menores que combatem ao lado de insurgentes muçulmanos são uma realidade em um conflito interno no sul do país que já custou mais de 6.000 vidas na última década. Desde 2004, quando aumentou a violência nas três províncias mais ao sul da Tailândia (Pattani, Yala e Narathiwat), os sucessivos governos tentam tratar o problema como um assunto de segurança interna e afastá-lo dos <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/criancas-soldado-realidade-no-conflito-oculto-da-tailandia/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Crianças que limpam armas e combatem ao lado de insurgentes muçulmanos são uma realidade em um conflito interno no sul da Tailândia</h2>
<div id="attachment_13213" style="width: 423px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/soldado.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13212];player=img;"><img class=" wp-image-13213 " alt="Soldados na Tailândia: na última década, mais de 6 mil pessoas morreram no conflito" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/soldado.jpg" width="413" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Soldados na Tailândia: na última década, mais de 6 mil pessoas morreram no conflito</p></div>
<p>Crianças que limpam armas e cobrem o turno da noite em postos de segurança no sul da Tailândia e menores que combatem ao lado de insurgentes muçulmanos são uma realidade em um conflito interno no sul do país que já custou mais de 6.000 vidas na última década.</p>
<p>Desde 2004, quando aumentou a violência nas três províncias mais ao sul da Tailândia (Pattani, Yala e Narathiwat), os sucessivos governos tentam tratar o problema como um assunto de segurança interna e afastá-lo dos meios de comunicação.</p>
<p>&#8220;A Tailândia sequer classifica como conflito, mas afirma ser um distúrbio (&#8230;) Se aceitasse a realidade, as ONGs poderiam oferecer maior proteção aos civis e às pessoas inocentes&#8221;, afirmou à Agência Efe Angkhana Neelapaijit, fundadora da organização Fundação Justiça pela Paz (JPF, na sigla em inglês).</p>
<p>Cerca de dez grupos separatistas dessas províncias denunciam a discriminação que a região sofre por parte do governo central e exigem a união das três &#8211; cuja maioria da população é muçulmana em um país predominantemente budista &#8211; para criar um Estado islâmico independente.</p>
<p>Para combater os insurgentes, o exército estabeleceu em 1985 as Milícias de Defesa Local, conhecidas como &#8220;Chor Ror Bor&#8221;, às quais fornece armas e promove treinamentos que raramente passam de uma semana.</p>
<p>&#8220;Armas são dadas aos aldeões para que se protejam, sem pensar nos resultados. Eles sabem como utilizar uma pistola ou uma espingarda, mas suas atitudes não costumam ser corretas&#8221;, ressaltou Angkhana.</p>
<p>A maior parte dos voluntários que recebe por volta de 20.000 bahts ao mês (R$ 1,5 mil) é idosa e delega a seus filhos ou netos, em muitos casos menores de idade, o turno noturno.</p>
<p>&#8220;As crianças ficam orgulhosas ao poder usar as armas para proteger suas famílias ou ajudar, muitas vezes limpando as armas, os grupos de Defesa Civil (&#8230;) em determinada ocasião encontramos um menino de 8 anos capaz de manejar pistolas automáticas e rifles M-16 e AK 47&#8243;, declarou ativista.</p>
<p>Em 2010, a JPF realizou estudo em 19 aldeias do sul do país afetadas pelo conflito e descobriu que em 13 delas crianças entre 9 e 17 anos eram utilizadas em tarefas militares, treinadas com armas e incluídas nas patrulhas feitas pelas milícias locais.</p>
<p>&#8220;Apesar de as autoridades terem tomado conhecimento sobre o relatório e implantado uma nova regulação, ainda encontramos casos de menores fazendo vigília no turno da noite ou acompanhando o Chor Ror Bor em suas missões&#8221;, denunciou a fundadora da organização pró-direitos humanos.</p>
<p>Para as Nações Unidas, as crianças associadas a um grupo armado não só fazem parte direta dos combates, como são definidas como crianças-soldado, menores de 18 anos que realizam funções de apoio, como mensageiros.</p>
<p>O departamento de Comunicação do Ministério da Defesa tailandês alegou que o exército nunca utilizou menores.</p>
<p>&#8220;A Tailândia nunca teve crianças-soldado. Para ser recruta é necessário ter pelo menos 21 anos, como estabelecido pela Constituição&#8221;, disse à Efe o porta-voz do departamento de Operações Internas, Thandej Norashing.</p>
<p>Além da utilização de menores pelas milícias de autodefesa apoiadas pelo governo, os insurgentes também &#8220;frequentemente&#8221; usam crianças-soldado para sua causa, segundo o porta-voz.</p>
<p>&#8220;Muitos menores entram no movimento ao terminar os estudos islâmicos&#8221;, declarou o ativista, para quem as autoridades encobrem a morte de menores durante os combates contra tropas do governo.</p>
<p>Os ataques com armas leves, assassinatos e atentados com explosivos se repetem quase diariamente nesta região de maioria muçulmana e etnia malaia, apesar do atuação de cerca de 40.000 soldados das forças de segurança e a vigência do estado de exceção.</p>
<p>Todas as abordagens para selar um cessar-fogo entre o exército e os rebeldes foram em vão.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/criancas-soldado-realidade-no-conflito-oculto-da-tailandia" target="_blank">Exame</a></p>
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		<title>IKEA vai ajudar a iluminar campos de refugiados</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2014 23:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[ACNUR]]></category>
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		<description><![CDATA[A IKEA, através da IKEA Foundation – em parceria com a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) -, vai ajudar a iluminar os campos de refugiados em África, Ásia e no Médio Oriente, numa iniciativa intitulada “Uma Vida Melhor para os Refugiados”. Entre 3 de Fevereiro e 29 de Março, por cada lâmpada LED vendida nas lojas da marca sueca, a IKEA Foundation vai doar €1 à ACNUR para que o acesso à iluminação, energia renovável e educação básica seja melhorada nos campos de refugiados. De acordo com Jonatahn Spampinato, director de Relações Institucionais e Planeamento Estratégico da IKEA Foundation, o programa visa “tornar a vida dos refugiados melhor, com mais oportunidades”. “A escuridão tem muitos <a href="https://www.ikmr.org/2014/09/ikea-vai-ajudar-a-iluminar-campos-de-refugiados-2/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/ikea.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13173];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13174" alt="ikea" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/ikea-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a>A IKEA, através da IKEA Foundation – em parceria com a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) -, vai ajudar a iluminar os campos de refugiados em África, Ásia e no Médio Oriente, numa iniciativa intitulada “Uma Vida Melhor para os Refugiados”.</p>
<p>Entre 3 de Fevereiro e 29 de Março, por cada lâmpada LED vendida nas lojas da marca sueca, a IKEA Foundation vai doar €1 à ACNUR para que o acesso à iluminação, energia renovável e educação básica seja melhorada nos campos de refugiados.</p>
<p>De acordo com Jonatahn Spampinato, director de Relações Institucionais e Planeamento Estratégico da IKEA Foundation, o programa visa “tornar a vida dos refugiados melhor, com mais oportunidades”. “A escuridão tem muitos aspectos negativos na vida”, sublinhou Spampinato durante a apresentação do programa que decorreu em janeiro passado na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.</p>
<p>Actualmente existem cerca de 10,5 milhões de refugiados em todo o mundo, sendo que cerca de metade são crianças. Em 2013, mais de dois milhões de pessoas tornaram-se refugiados – o que representa um novo recorde em 20 anos.</p>
<p>“É a campanha mais importante que a ONU lançou com empresas do sector privado”, afirmou Laura Iucci, directora de Projectos Corporativos e Fundraising do ACNUR. “Às vezes pensamos que fazer doações temos de ser ricos, mas isso não é verdade”, indicou a representante da agência da ONU, explicando que através do IKEA todos podem ajudar a fazer a diferença e a melhorar as condições dos campos de refugiados.</p>
<p>“A falta de iluminação na maioria dos campos pode ter um efeito devastador na segurança, perspectivas de educação e no rendimento dos refugiados. A ausência de luz solar significa que até as actividades mais simples, como usar a casa de banho, recolher água ou voltar para o abrigo podem ser perigosas, particularmente para as mulheres e raparigas”, refere a IKEA em comunicado. Segundo Laura Iucci, em média, um refugiado passa entre 12 a 13 anos num campo de refugiados, locais que têm uma dimensão média semelhante à cidade do Porto.</p>
<p>Os fundos recolhidos durante a campanha vão ajudar os refugiados dos campos da Jordânia, Sudão, Bangladesh, Chade e Etiópia.</p>
<p>Paralelamente, o projecto envolveu ainda a exposição de uma tenda real, utilizada por famílias em campos de refugiados, que tem por objectivo “sensibilizar para a situação em que vivem os refugiados e apoiar o ACNUR na resposta a um dos maiores problemas nestes campos: a falta de iluminação”.</p>
<p>A exposição da tenda foi feita em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian. A tenda esteve exposta nos jardins da fundação até 12 de Fevereiro, sendo a entrada livre.</p>
<p>Fonte: <a href="http://novamente_geografando.blogs.sapo.pt/ikea-vai-ajudar-a-iluminar-campos-de-244682" target="_blank">Novamente Geografando</a></p>
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		<title>Por uma vida longe da guerra</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 19:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[Intocada pela guerra, Crimeia se tornou um dos destinos de ucranianos que trocaram a pátria pela Rússia para escapar de combates que assolam sudeste do país. No início do mês, a agência da ONU para refugiados anunciou que mais de um milhão de ucranianos deixaram suas casas devido aos conflitos no país. O número corresponde tanto a refugiados internos, quanto aos que deixaram o território ucraniano. Desses, 814 mil trocaram a Ucrânia pela Rússia, segundo dados da agência, e 87% são provenientes das regiões de Lugansk e Donetsk. Diante do rápido aumento &#8211; em agosto, eram 730 mil os ucranianos <a href="https://www.ikmr.org/2014/09/por-uma-vida-longe-da-guerra/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Intocada pela guerra, Crimeia se tornou um dos destinos de ucranianos que trocaram a pátria pela Rússia para escapar de combates que assolam sudeste do país.</p>
<div id="attachment_13074" style="width: 478px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/ucranianos.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13073];player=img;"><img class="size-full wp-image-13074" alt="Ucranianos trocaram a pátria pela Rússia para escapar de combates que assolam sudeste do país Foto: Mikhail Mordassov" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/ucranianos.jpg" width="468" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Ucranianos trocaram a pátria pela Rússia para escapar de combates que assolam sudeste do país Foto: Mikhail Mordassov</p></div>
<p>No início do mês, a agência da ONU para refugiados anunciou que mais de um milhão de ucranianos deixaram suas casas devido aos conflitos no país. O número corresponde tanto a refugiados internos, quanto aos que deixaram o território ucraniano. Desses, 814 mil trocaram a Ucrânia pela Rússia, segundo dados da agência, e 87% são provenientes das regiões de Lugansk e Donetsk.</p>
<p>Diante do rápido aumento &#8211; em agosto, eram 730 mil os ucranianos asilados na Rússia por conta dos combates &#8211; o país agora conta com uma série de campos de refugiados, que vão da capital da Crimeia, Simferopol, a Moscou e São Petersburgo, passando por Belgorod, Briansk, Voronej, Kursk, Rostov e outras.</p>
<p>Hoje, há 36 mil ucranianos nesses campos, onde é preciso reaprender a viver: há filas para tudo, os homens vivem separados das mulheres, é preciso cozinhar, limpar, receber os novatos&#8230; Apesar de dura, a adaptação é também temporária, já que os refugiados são realocados depois de apenas uma semana.</p>
<p>A Gazeta Russa mostra como funcionam esses campos, e como o país está se preparando para abrigar os refugiados com o fim do verão na região e a queda das temperaturas.</p>
<p>Na aldeia de Mazanka, a apenas dez quilômetros de Simferopol &#8211; capital da Crimeia e maior cidade da península -, moram pessoas que descobriram na prática o que é a guerra. Ali, um campo de refugiados montado pelo Ministério das Situações de Emergência da Rússia abriga ex-moradores das regiões ucranianas de Donetsk e Lugansk, palco de batalhas entre o governo ucraniano e milícias separatistas que já duram meses.</p>
<p>Atualmente, vivem no acampamento de Mazanka mais de 800 pessoas. Esse número corresponde à metade da capacidade do lugar, mas o fluxo de refugiados cresce dia a dia.</p>
<p>Eles são levados ao campo em grupos organizados que chegam de ônibus do centro especial de distribuição Artek, em Simferopol. Muitas das famílias que chegam ao local têm bebês de colo e idosos.</p>
<p>“Nossa casa fica perto da cidade de Teplogorsk. Lá houve um grande bombardeio, sempre tivemos muito medo”, diz a refugiada Elmira Maltsev, moradora da cidade de Stakhanov, na região de Lugansk.</p>
<p>O lugar onde Elmira morava fazia parte do território apelidado de “Triângulo das Bermudas”. São as cidades de Stakhanov, Brianka e Altchevsk, onde estão as fábricas do empresário ucraniano e governador da região de Dnipropetrovsk, Ígor Kolomoiski.</p>
<p>“É por isso que a Guarda Nacional da Ucrânia protege bem esse local. Mas as cidades mesmo estão quase vazias. Eu, meus dois filhos e meu marido decidimos deixar a cidade. Atravessamos a fronteira de Izvarino, na região de Rostov.De lá, tomamos primeiro um ônibus, depois uma balsa para a Crimeia”, conta. “Quando saímos, colei fita crepe nas janelas de casa, como faziam durante a Segunda Guerra Mundial, para os vidros não quebrarem por causa das explosões.”</p>
<p><strong>Reino do otimismo</strong></p>
<p>O campo de refugiados em Mazanka tem várias tendas grandes e um dormitório de alvenaria onde, além de quartos, há banheiros, chuveiros e cozinha. Devido ao grande número de refugiados, há sempre grandes filas para tudo. Poucos, porém, reclamam, e reina o otimismo.</p>
<p>“Ganhamos comida para os bebês, fraldas, pasta de dente, escovas. Temos tudo o que precisamos essencialmente”, diz Katerina Gorelkina, da cidade de Lisitchansk, na região de Lugansk. “É claro que queremos voltar para casa, mas agora é impossível. Não tem quase ninguém lá, a região está sendo bombardeada, e os preços dos produtos subiram muito. Agora, as condições aqui estão melhores.”</p>
<p>No acampamento em Mazanka homens e mulheres vivem em espaços separados. Enquanto elas ficam abrigadas no dormitório de alvenaria, os homens ficam nas tendas.</p>
<p>Cada quarto do dormitório pode hospedar de 10 a 20 pessoas. No pátio, há uma caixa de areia para crianças brincarem. Os refugiados devem manter o local limpo por si sós. Há os que não se adaptam imediatamente, mas é preciso cozinhar, lavar a roupa, limpar as lixeiras, ajudar a instalar os recém-chegados.</p>
<p>Assim como Elmira, Artiom Mamikin é de Teplogorsk. Ele, porém, se acostumou com a nova vida mais rápido. “Fizemos novos amigos, nos comunicamos com vizinhos. Eles nos ajudam”, diz Artiom.</p>
<p><strong>Notícias do front</strong></p>
<p>É comum escutar ecoar pelo campo a pergunta “Como estão os nossos parentes?”. Algumas vezes, não há nenhuma notícia vinda das áreas de combate. Mas, pouco a pouco, os refugiados conseguem reunir relatos sobre a situação dos lugares de onde vieram. As informações mais confiáveis vêm dos recém-chegados. Os refugiados os rodeiam para perguntar se os amigos estão vivos, se as casas não foram derrubadas e se o bombardeio continua.</p>
<p>Rostov, região russa na fronteira com a Ucrânia, é a rota da maior parte dos que querem chegar à Crimeia.Além do perigo de outros caminhos, há também o suborno exigido pelas tropas. “Várias vezes quase fomos arrancados de dentro dos ônibus porque tínhamos uma autorização das autoridades russas”, diz Katerina. No fim das contas, ela conseguiu atravessar a fronteira pagando uma propina de 200 hrivna (o equivalente a R$ 34).</p>
<p>Os refugiados ficam no acampamento de Mazanka por cerca de uma semana. Depois, seguindo a ordem de chegada, são levados de avião para a Rússia continental. A família de Elmira, por exemplo, será enviada para Kemerovo, cidade a 3.500 quilômetros de Moscou famosa por sua mineração, no sul da Sibéria Ocidental. Lá, prometeram um emprego a seu marido, que é mineiro.</p>
<p>“Não há trabalho na minha terra. Minha irmã fechou sua farmácia, pois não há mais fornecimento de medicamentos para lá”, diz Elmira. “Nossa região era diretamente ligada à Rússia. Agora, a grande questão é como manter a economia da região.”</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.rbth.com/sociedade/2014/09/17/por_uma_vida_longe_da_guerra_27409.html" target="_blank">Gazeta Russa</a></p>
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		<title>Corpos de 15 refugiados são encontrados na Ucrânia; Kiev culpa rebeldes</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/08/corpos-de-15-refugiados-sao-encontrados-na-ucrania-kiev-culpa-rebeldes/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2014 04:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Civis teriam sido assassinados por separatistas pró-Rússia quando tentavam deixar Lugansk As autoridades ucranianas informaram nesta terça-feira (19) ter encontrado 15 corpos de refugiados supostamente assassinado pelos separatistas pró-russos, segundo Kiev, quando tentavam abandonar a cidade de Lugansk, no leste da Ucrânia. &#8220;Achamos 15 corpos de civis&#8221;, assegurou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia (CSND), Andrei Lisenko, que no final da noite de ontem informava sobre dezenas de mortos como resultado do ataque dos rebeldes a uma coluna de refugiados. Segundo Lisenko, os trabalhos de resgate tiveram que ser suspensos pelos combates que há na <a href="https://www.ikmr.org/2014/08/corpos-de-15-refugiados-sao-encontrados-na-ucrania-kiev-culpa-rebeldes/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Civis teriam sido assassinados por separatistas pró-Rússia quando tentavam deixar Lugansk</p>
<div id="attachment_12463" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/08/leste.jpeg" rel="shadowbox[sbpost-12462];player=img;"><img class="size-medium wp-image-12463" alt="O leste da Ucrânia vive um intenso conflito separatista há meses REUTERS/Sergei Karpukhin" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/08/leste-340x148.jpeg" width="340" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">O leste da Ucrânia vive um intenso conflito separatista há meses. REUTERS/Sergei Karpukhin</p></div>
<p>As autoridades ucranianas informaram nesta terça-feira (19) ter encontrado 15 corpos de refugiados supostamente assassinado pelos separatistas pró-russos, segundo Kiev, quando tentavam abandonar a cidade de Lugansk, no leste da Ucrânia.</p>
<p>&#8220;Achamos 15 corpos de civis&#8221;, assegurou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia (CSND), Andrei Lisenko, que no final da noite de ontem informava sobre dezenas de mortos como resultado do ataque dos rebeldes a uma coluna de refugiados.</p>
<p>Segundo Lisenko, os trabalhos de resgate tiveram que ser suspensos pelos combates que há na zona entre as forças de Kiev e os rebeldes.</p>
<p>&#8220;Os terroristas tentam destruir as provas de seu delito. Bloquearam a zona onde foi destruída a coluna. E disparam para matar contra os carros de jornalistas e analistas militares das Forças Armadas da Ucrânia&#8221; que tratam de se aproximar do lugar, ressaltou o centro de imprensa das forças governamentais ucranianas.</p>
<p>O porta-voz do CSND explicou que os refugiados foram atacados na saída de Lugansk, em uma estrada que une esta cidade com um lance da fronteira russo-ucraniana em mãos dos separatistas.</p>
<p>&#8220;A coluna (de refugiados) foi aniquilada praticamente em sua totalidade. Aparentemente, os guerrilheiros esperavam essa coluna e desta maneira puderam atacar com tudo&#8221;, disse Lisenko, que ressaltou que entre os falecidos &#8220;há muitas mulheres e crianças&#8221;.</p>
<p>Os adultos e as crianças iam, segundo Lisenko, separadamente em vários caminhões do exército que levavam bandeiras brancas e distintivos para indicar que transportavam a população civil. O porta-voz dos rebeldes, Konstantin Knirik, rejeitou taxativamente as acusações de Kiev e as tachou de &#8220;grosseira propaganda&#8221;.</p>
<p>&#8220;Certamente que ninguém disparou contra os refugiados. (&#8230;) Não há nenhuma prova documentada. As acusações não se sustentam com nada&#8221;, assegurou Knirik.</p>
<p>Lugansk, sitiada há semanas pelas forças governamentais e palco dos mais sangrentos combates entre os dois grupos, &#8220;está à beira da sobrevivência&#8221;, adverte em comunicado a assembleia municipal dessa cidade, na qual seguem cerca de 250 mil de seus 430 mil habitantes.</p>
<p>Segundo o porta-voz do CSND, os combates por rua já chegaram ao centro da cidade, embora os rebeldes desmintam essa informação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portalsoma.com.br/noticias/mundo/corpos-de-15-refugiados-sao-encontrados-na-ucrania-kiev-culpa-rebeldes-2014-08-19-13-25.html" target="_blank">R7</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arredores de Moscou abrigam mais de 15 mil refugiados da Ucrânia</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/08/arredores-de-moscou-abrigam-mais-de-15-mil-refugiados-da-ucrania/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2014 06:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[Crianças serão inscritas nas escolas da região O governador da região de Moscou, Andrei Vorobyov, revelou na terça-feira, 12, que os arredores da capital russa abrigam atualmente mais de 15 mil refugiados ucranianos, dos quais cerca de 4,5 mil são crianças. Segundo revelou a agência de notícias ITAR-TASS, o chefe do executivo local destacou que muito possivelmente elas serão inscritas em escolas e jardins de infância, enquanto os adultos buscarão vagas no mercado de trabalho, o que, por sua vez, representará uma carga adicional às autoridades, bem como uma nova responsabilidade pela adaptação dos refugiados. Vorobyov pediu ainda que dirigentes <a href="https://www.ikmr.org/2014/08/arredores-de-moscou-abrigam-mais-de-15-mil-refugiados-da-ucrania/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Crianças serão inscritas nas escolas da região</h2>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/08/ucrania.jpg" rel="shadowbox[sbpost-12365];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-12366" alt="ucrania" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/08/ucrania-340x198.jpg" width="340" height="198" /></a>O governador da região de Moscou, Andrei Vorobyov, revelou na terça-feira, 12, que os arredores da capital russa abrigam atualmente mais de 15 mil refugiados ucranianos, dos quais cerca de 4,5 mil são crianças. Segundo revelou a agência de notícias ITAR-TASS, o chefe do executivo local destacou que muito possivelmente elas serão inscritas em escolas e jardins de infância, enquanto os adultos buscarão vagas no mercado de trabalho, o que, por sua vez, representará uma carga adicional às autoridades, bem como uma nova responsabilidade pela adaptação dos refugiados.</p>
<p>Vorobyov pediu ainda que dirigentes de municípios vizinhos à Moscou dessem uma maior atenção aos problemas dos refugiados ucranianos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.diariodarussia.com.br/fatos/noticias/2014/08/13/arredores-de-moscou-abrigam-mais-de-15-mil-refugiados-da-ucrania/" target="_blank">Diário da Rússia</a></p>
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		<title>China condena ataque contra escola na Faixa de Gaza</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/07/china-condena-ataque-contra-escola-na-faixa-de-gaza/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2014 03:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[A China condenou neste sábado o ataque israelense contra uma escola da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA, sigla em inglês), no qual morreram 17 pessoas e outras 200 ficaram feridas, e pediu que Israel e Palestina acordem um cessar-fogo imediato e incondicional. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hong Lei, também exigiu que as partes escutem os pedidos de paz da comunidade internacional e do Conselho de Segurança, e os exortou a evitar qualquer ação que piore a situação e traga perigo para os civis. &#8220;A China está profundamente preocupada com a escalada <a href="https://www.ikmr.org/2014/07/china-condena-ataque-contra-escola-na-faixa-de-gaza/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12012" style="width: 470px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/porta.jpg" rel="shadowbox[sbpost-12011];player=img;"><img class="size-full wp-image-12012" alt="O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hong Lei, também exigiu que as partes escutem os pedidos de paz da comunidade internacional e do Conselho de Segurança Foto: Finbarr O'Reilly / Reuters" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/porta.jpg" width="460" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hong Lei, também exigiu que as partes escutem os pedidos de paz da comunidade internacional e do Conselho de Segurança<br />Foto: Finbarr O&#8217;Reilly / Reuters</p></div>
<p>A China condenou neste sábado o ataque israelense contra uma escola da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA, sigla em inglês), no qual morreram 17 pessoas e outras 200 ficaram feridas, e pediu que Israel e Palestina acordem um cessar-fogo imediato e incondicional.</p>
<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hong Lei, também exigiu que as partes escutem os pedidos de paz da comunidade internacional e do Conselho de Segurança, e os exortou a evitar qualquer ação que piore a situação e traga perigo para os civis.</p>
<p>&#8220;A China está profundamente preocupada com a escalada do conflito entre Palestina e Israel&#8221;, disse Hong em comunicado, publicou hoje a agência oficial <em>Xinhua</em>.</p>
<p>Pelo menos 17 palestinos morreram e outros 200 ficaram feridos na quinta-feira em um ataque atribuído às forças israelenses contra uma escola da UNRWA na cidade de Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza, o que gerou vários protestos em toda a Cisjordânia.</p>
<p>Israel e Hamas aceitaram um cessar-fogo de 12 horas em Gaza, que começou neste sábado, horas depois que a ONU, o Egito e os EUA propuseram uma trégua humanitária de sete dias.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/gaza.jpg" rel="shadowbox[sbpost-12011];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-12013" alt="gaza" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/gaza.jpg" width="920" height="850" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/china-condena-ataque-contra-escola-na-faixa-de-gaza,19998108b8177410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html" target="_blank">Terra Notícias</a></p>
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		<title>Agência da ONU nota aumento de refugiados ucranianos na Rússia</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/07/agencia-da-onu-nota-aumento-de-refugiados-ucranianos-na-russia/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2014 00:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de refugiados ucranianos na Rússia alcançou o de 110 mil pessoas, enquanto outros 54 mil foram forçados a deslocarem-se internamente, deixando suas casas ou cidades devido à violência na Ucrânia. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Por volta de 16.400 pessoas fugiram das suas casas no leste da Ucrânia apenas na última semana, denunciando a deterioração da situação e o medo de sequestro, elevando o número de ucranianos que foram obrigados a deslocarem-se, ainda dentro das fronteiras do país. “Estamos verificando um aumento exponencial no deslocamento interno <a href="https://www.ikmr.org/2014/07/agencia-da-onu-nota-aumento-de-refugiados-ucranianos-na-russia/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/sudeste.jpg" rel="shadowbox[sbpost-11771];player=img;"><img class="alignleft  wp-image-11772" alt="sudeste" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/sudeste.jpg" width="330" height="232" /></a>O número de refugiados ucranianos na Rússia alcançou o de 110 mil pessoas, enquanto outros 54 mil foram forçados a deslocarem-se internamente, deixando suas casas ou cidades devido à violência na Ucrânia. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).</p>
<p>Por volta de 16.400 pessoas fugiram das suas casas no leste da Ucrânia apenas na última semana, denunciando a deterioração da situação e o medo de sequestro, elevando o número de ucranianos que foram obrigados a deslocarem-se, ainda dentro das fronteiras do país.</p>
<p>“Estamos verificando um aumento exponencial no deslocamento interno à Ucrânia,” disse Melissa Fleming, porta-voz da Acnur, em uma coletiva de imprensa. Além disso, 9,5 mil pessoas pediram asilo à Rússia, enquanto outros 700 foram para a Polônia, Bielorrússia, República Tcheca e Romênia.</p>
<p>A Rússia está “cuidando muito bem” dos refugiados da Ucrânia ao ajudá-los a atravessar a fronteira e fornecendo acomodação adequada, disse o alto comissário das Nações Unidas para os refugiados, Baisa Vak-Voya, à emissora Russia Today, depois de visitar um campo de refugiados na região de Rostov, já em território russo.</p>
<p>O país, continuou o comissário, “é favorável. O governo está cuidando [dos refugiados] muito bem. Eles atravessam a fronteira de forma muito organizada. Aqueles que têm parentes, recorrem a eles. Os que não têm vão para um campo organizado pelo governo, gerido pelo Ministério de Emergência. Para ser honesto, este é um dos campos mais equipados, melhor e mais profissionalmente geridos que eu já vi,” afirmou o comissário.</p>
<p>De acordo com o Ministério russo de Emergência, mais de 16 mil refugiados estão abrigados nos campos da Rússia, e mais de mil abrigos ainda serão necessários. O vice-ministro Vladimir Stepanov disse à agência de notícias RIA-Novosti que há mais de 240 abrigos temporários abertos.</p>
<p>Stepanov sublinhou que o trabalho para abrigar os cidadãos ucranianos é conduzido constantemente e os refugiados são recebidos em 26 das 85 regiões russas. Além disso, o presidente Vladmir Putin pediu ao governo que elabore medidas para ajudar os ucranianos nas zonas de conflito e aqueles que fujam para a Rússia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vermelho.org.br/noticia/244860-9" target="_blank">Portal Vermelho</a></p>
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