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	<title>IKMR &#187; Ásia</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>Fundo Malala para educação de meninas no Paquistão inicia projetos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Feb 2014 12:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Um acordo da Unesco e do Governo do Paquistão irá permitir que meninas em áreas remotas do país tenham acesso à educação. A iniciativa, batizada de Fundo Malala, foi anunciada pela diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, e pelo ministro da Educação paquistanês, Baligh-ur-Rehman. Segurança O fundo de US$ 7 milhões, equivalentes a mais de R$ 16,7 milhões, deve ajudar a melhorar a qualidade da educação no país, levar treinamento sobre gênero para professores e dar mais segurança às entidades de ensino para alunas paquistanesas. Segundo a Unesco, o projeto irá passar por uma fase operacional como parte do acordo firmado <a href="https://www.ikmr.org/2014/02/fundo-malala-para-educacao-de-meninas-no-paquistao-inicia-projetos/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4862" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4862" alt="Malala Yousafzai" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/02/ikmrmalala-340x291.jpg" width="340" height="291" /><p class="wp-caption-text">Malala Yousafzai</p></div>
<p>Um acordo da Unesco e do Governo do Paquistão irá permitir que meninas em áreas remotas do país tenham acesso à educação.</p>
<p>A iniciativa, batizada de Fundo Malala, foi anunciada pela diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, e pelo ministro da Educação paquistanês, Baligh-ur-Rehman.</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>O fundo de US$ 7 milhões, equivalentes a mais de R$ 16,7 milhões, deve ajudar a melhorar a qualidade da educação no país, levar treinamento sobre gênero para professores e dar mais segurança às entidades de ensino para alunas paquistanesas.</p>
<p>Segundo a Unesco, o projeto irá passar por uma fase operacional como parte do acordo firmado em 2012 entre a agência e o Paquistão sobre o direito à educação de meninas.</p>
<p>Irina Bokova afirmou que a educação de meninas é uma questão de direitos humanos e uma estratégia para paz e desenvolvimento. Para ela, não existe melhor investimento a longo prazo para inclusão social e crescimento que a instrução.</p>
<p><strong>Disparidade</strong></p>
<p>A agência da ONU afirma que o Paquistão abriga atualmente 3,8 milhões de meninas fora da escola. As que estão nas salas de aula têm maior chance de deixarem os estudos que os meninos.</p>
<p>O objetivo da Unesco é diminuir pela metade a disparidade no acesso à educação primária entre meninas e meninos.</p>
<p>O ministro paquistanês disse que, de acordo com o islamismo, o direito de meninas e meninos à escola é igual. Ele afirmou que é obrigação do governo garantir educação a todos independentemente de sexo ou religião.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2014/02/fundo-malala-para-educacao-de-meninas-no-paquistao-inicia-projetos/">Rádio ONU</a></p>
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		<title>Com apoio da ONU, reassentamento que ajudou mais de 73 mil refugiados de Mianmar é concluído</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2014 15:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos maiores programas de reassentamento do mundo terminou recentemente na Tailândia, com a agência da ONU para refugiados (ACNUR) recebendo as últimas manifestações de interesse de refugiados de Mianmar que querem começar uma nova vida nos Estados Unidos. O programa de reassentamento coletivo foi iniciado em 2005, com apoio dos governos da Tailândia e dos EUA, para oferecer uma solução duradoura para refugiados de Mianmar que se encontravam em uma prolongada situação de refúgio e dependência de assistência internacional nos nove campos ao longo da fronteira entre Tailândia e Mianmar. A secretária-assistente no Escritório de População, Refugiados e Migração do <a href="https://www.ikmr.org/2014/02/com-apoio-da-onu-reassentamento-que-ajudou-mais-de-73-mil-refugiados-de-mianmar-e-concluido/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4827" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4827" alt="Foto: ACNUR/M.McClellan" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/02/ikmr73mil-340x226.jpg" width="340" height="226" /><p class="wp-caption-text">Tun Myin e sua família confirmam o interesse no reassentamento nos Estados Unidos no campo Mae La Oon, nordeste da Tailânda. Foto: ACNUR/M.McClellan</p></div>
<p>Um dos maiores programas de reassentamento do mundo <a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/noticias/noticia/eua-concluem-reassentamento-para-refugiados-de-myanmar/" target="_blank">terminou recentemente na Tailândia</a>, com a agência da ONU para refugiados (<a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/" target="_blank">ACNUR</a>) recebendo as últimas manifestações de interesse de refugiados de Mianmar que querem começar uma nova vida nos Estados Unidos.</p>
<p>O programa de reassentamento coletivo foi iniciado em 2005, com apoio dos governos da Tailândia e dos EUA, para oferecer uma solução duradoura para refugiados de Mianmar que se encontravam em uma prolongada situação de refúgio e dependência de assistência internacional nos nove campos ao longo da fronteira entre Tailândia e Mianmar.</p>
<p>A secretária-assistente no Escritório de População, Refugiados e Migração do Departamento de Estado dos EUA, Anne C. Richards, disse que seu país recebeu e assentou mais de 73 mil refugiados de Mianmar desde 2005.</p>
<p>“Os Estados Unidos estão orgulhosos de ter concedido um novo começo a esses refugiados”, disse Richards, acrescentando que espera que outros milhares cheguem no ano que vem enquanto o programa desacelera. “Esse reassentamento bem-sucedido chegou à sua conclusão natural, atingindo o prazo até 24 de janeiro para refugiados birmaneses expressarem seu interesse em reassentamento para o ACNUR.”</p>
<p>Ao longo do ano passado, aproximadamente 6.500 refugiados de Mianmar na fronteira com a Tailândia expressaram interesse no programa de reassentamento coletivo dos EUA – 2.500 indivíduos a mais do que em 2012 –, uma indicação de que muitos refugiados estavam esperando pela última chance antes de tomar a decisão de serem reassentados ou não.</p>
<p>Para os refugiados que consideravam a possibilidade de ir para os EUA, a esperança de um futuro melhor para suas famílias superaram o medo de se separar de seus parentes e a preocupação do esquecimento da cultura Karen com o tempo.</p>
<p>Os chefes de família Tun Myin – pai de três filhos – e Thein Than Aye – professor e pastor do campo Mae Ra Ma Luang – concordaram que a vida de seus filhos será muito melhor nos EUA. “Haverá oportunidades de educação para meus filhos e minha mulher nos EUA. Eu farei qualquer trabalho que puder”, disse Tun Myin.</p>
<p><b>Apoio contínuo da ONU a refugiados que precisam ser reassentados</b></p>
<p>Além das partidas para os EUA, aproximadamente 19 mil refugiados na Tailândia foram para outros países de reassentamento, incluindo Austrália, Canadá, Finlândia e Japão, nos últimos nove anos.</p>
<p>“O final deste capítulo não significa que o reassentamento está completamente concluído”, disse a representante do ACNUR na Tailândia, Mireille Girard.</p>
<p>“O ACNUR vai continuar a identificar e enviar refugiados com necessidades específicas de proteção, individualmente, para vários países. Também estamos trabalhando com o governo tailandês e países de reassentamento para reunir famílias e garantir que seus membros possam ser reassentados juntos.”</p>
<p>Estima-se que haja 120 mil refugiados de Mianmar restantes nos nove campos da Tailândia, incluindo mais de 40 mil não registrados pelas autoridades tailandesas.</p>
<p>Nos dois últimos anos, o desenrolar positivo dos acontecimentos no sudeste de Mianmar aumentou as expectativas de que os refugiados possam retornar para casa em um futuro não muito distante.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.onu.org.br/programa-de-reassentamento-que-ajudou-mais-de-73-mil-refugiados-de-mianmar-e-concluido/">ONU</a></p>
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		<title>Após comercial israelense, Scarlett Johansson deixa ONG pró-Palestina</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/01/apos-comercial-para-marca-israelense-scarlett-johansson-deixa-ong-pro-palestina/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jan 2014 20:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>

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		<description><![CDATA[A atriz Scarlett Johansson deixou o posto de embaixadora da organização beneficente Oxfam, após ter participado de uma propaganda de uma marca de refrigerantes israelense instalada na Cisjordânia, atual território da autoridade palestina. O anúncio foi dado pela própria instituição nesta quinta-feira (30/01), que afirma discordar da atitude da garota-propaganda, qualificando-a como “incompatível com seu papel na instituição”. A campanha da empresa SodaStream foi produzida especialmente para ser exibida durante o Super Bowl — final do campeonato de futebol-americano dos EUA —, conhecido por ter comerciais milionários durante seus intervalos. Contudo, a parceria causou mal-estar entre os ativistas da Oxfam, <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/apos-comercial-para-marca-israelense-scarlett-johansson-deixa-ong-pro-palestina/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4594" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4594" alt="Scarlett Johansson " src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmrscarlett-340x212.jpg" width="340" height="212" /><p class="wp-caption-text">Comercial custou à atriz seu papel na Oxfam</p></div>
<p>A atriz Scarlett Johansson deixou o posto de embaixadora da organização beneficente Oxfam, após ter participado de uma propaganda de uma marca de refrigerantes israelense instalada na Cisjordânia, atual território da autoridade palestina. O anúncio foi dado pela própria instituição nesta quinta-feira (30/01), que afirma discordar da atitude da garota-propaganda, qualificando-a como “incompatível com seu papel na instituição”.</p>
<p>A campanha da empresa SodaStream foi produzida especialmente para ser exibida durante o Super Bowl — final do campeonato de futebol-americano dos EUA —, conhecido por ter comerciais milionários durante seus intervalos. Contudo, a parceria causou mal-estar entre os ativistas da Oxfam, pois a principal fábrica da marca fica situada no meio de um assentamento judeu na Cisjordânia.</p>
<p>&#8220;A Oxfam acredita que empresas como a SodaStream, que operam em assentamentos, agravam a pobreza e a negação dos direitos das comunidades palestinas que trabalhamos para apoiar&#8221;, afirmou a organização. &#8220;Nos opomos a qualquer comércio dos assentamentos israelenses, que são ilegais sob a lei internacional&#8221;, completou.</p>
<p>Em comunicado, a atriz norte-americana afirmou que apoiava a cooperação econômica e a interação social entre Israel e Palestina. No entanto, também concordou com o fim do acordo com a instituição de direitos humanos, por uma “fundamental diferença de opinião”. Ela colaborava com a Oxfam desde 2005 e em 2007 se converteu em embaixadora mundial de sua causa.</p>
<p><strong>Vídeo banido</strong></p>
<p>Além de causar polêmica pelo conflito entre Israel e Palestina, o vídeo acabou sendo banido do mercado publicitário norte-americano. Isto, pois no final da gravação, Scarlett diz : “Desculpe-me, Coca-Cola e Pepsi!”.</p>
<p>A atitude provocativa foi censurada pela <em>Fox — </em>canal responsável pela transmissão do Super Bowl neste ano. A emissora proibiu a divulgação do vídeo durante o intervalo do campeonato, temendo a reação das duas outras empresas de refrigerantes.</p>
<p>Fonte: <a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/33718/apos+comercial+para+marca+israelense+scarlett+johansson+deixa+ong+pro-palestina.shtml">Opera Mundi</a></p>
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		<item>
		<title>Guarda costeira grega afoga 12 refugiados</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/01/guarda-costeira-grega-afoga-12-refugiados/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jan 2014 20:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[Um barco de pesca com 28 refugiados, 25 afegãos e 3 sírios, que vindo da Turquia pretendia entrar na Grécia foi abordado pela guarda costeira grega, que tentou rebocar a embarcação a alta velocidade para águas territoriais turcas. Entretanto o barco que transportava os refugiados começou a meter água e virou-se. Enquanto os refugiados tentavam salvar-se, a guarda costeira não prestou ajuda à salvação aos náufragos, não lhes forneceu coletes de salvação, e disparou até para o ar, para impedir que os náufragos fossem para o navio grego. 12 pessoas morreram, 9 crianças e três mulheres. A tragédia aconteceu às <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/guarda-costeira-grega-afoga-12-refugiados/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4535" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4535" alt="Guarda costeira grega afoga 12 refugiados" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmrjjjjjjjjjj-340x226.jpg" width="340" height="226" /><p class="wp-caption-text">Em lágrimas, Fada Mohammad Ahmadi (um dos refugiados), declarou na conferência de imprensa: “Perdi a minha mulher, a minha filha e os meus dois filhos. Eles foram intencionalmente lançados à água”</p></div>
<p>Um barco de pesca com 28 refugiados, 25 afegãos e 3 sírios, que vindo da Turquia pretendia entrar na Grécia foi abordado pela guarda costeira grega, que tentou rebocar a embarcação a alta velocidade para águas territoriais turcas. Entretanto o barco que transportava os refugiados começou a meter água e virou-se.</p>
<p>Enquanto os refugiados tentavam salvar-se, a guarda costeira não prestou ajuda à salvação aos náufragos, não lhes forneceu coletes de salvação, e disparou até para o ar, para impedir que os náufragos fossem para o navio grego. 12 pessoas morreram, 9 crianças e três mulheres.</p>
<p>A tragédia aconteceu às primeiras horas da segunda-feira, 20 de janeiro, e foi denunciada na passada quinta-feira, 23 de janeiro, em conferência de imprensa na praça Syntagma em Atenas. Estiveram presentes na conferência de imprensa os 16 sobreviventes, organizações anti-racistas, a rede social de apoio aos refugiados e imigrantes, representantes do Alto comissariado das Nações Unidas para os refugiados e deputados do partido grego Syriza.</p>
<p>Um dos refugiados, Fada Mohammad Ahmadi (na imagem), em lágrimas, declarou na conferência de imprensa: “Perdi a minha mulher, a minha filha e os meus dois filhos. Eles foram intencionalmente lançados à água”</p>
<p>O Syriza exige que o governo grego pare imediatamente de rebocar os barcos com refugiados para águas territoriais turcas e uma investigação independente. Panos Skourleti do Syriza exigiu a demissão do ministro grego e Alexis Tsipras apelou à União Europeia a que &#8220;revejao acordo Dublin II, que converte os países do sul da Europa em armazéns de almas e o Mediterrâneo numa sepultura de água&#8221;.</p>
<p>Desde a construção de um muro de arame farpado na fronteira terrestre entre a Turquia e a Grécia, em 2012/2013, já morreram 150 refugiados afogados.</p>
<p>É conhecido que o chefe da polícia da Grécia defende a estratégia de &#8220;tornar a vida insuportável&#8221; aos imigrantes (ver <a href="http://www.esquerda.net/artigo/pol%C3%ADcia-grega-confirma-estrat%C3%A9gia-de-tornar-vida-insuport%C3%A1vel-aos-imigrantes/30777" target="_blank">notícia no esquerda.net</a>) e as fileiras das forças policiais e de segurança grega estão fortemente infiltrados por membros neonazis do partido “Aurora Dourada”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.esquerda.net/artigo/guarda-costeira-grega-afoga-12-refugiados/31141">Esquerda.Net</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Crianças refugiadas vivem sem direitos básicos no Paquistão</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/01/criancas-refugiadas-vivem-sem-direitos-basicos-no-paquistao/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2014 21:25:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais de três décadas o Paquistão tem sido um dos maiores refúgios do mundo: centenas de afegãos buscam o país para fugir da guerra em sua terra natal. Desde 2001, com a invasão liderada pelos Estados Unidos ao Afeganistão, 3,8 milhões de pessoas já retornaram ao seu país, mas, calcula-se que quase 2 milhões ainda continuam no Paquistão, sem contar outros milhares que vivem ali ilegalmente. Gerações inteiras de crianças afegãs nasceram e cresceram no Paquistão, frequentemente vivendo na pobreza e incerteza, já que os refugiados encontram dificuldades de achar emprego e vagas nas escolas para seus filhos. Um <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/criancas-refugiadas-vivem-sem-direitos-basicos-no-paquistao/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4487" style="width: 311px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-4487" alt="Foto: AP" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmreeeee.jpg" width="301" height="401" /><p class="wp-caption-text">Gerações inteiras de crianças afegãs nasceram e cresceram no Paquistão, frequentemente vivendo na pobreza e incerteza (Foto: AP)</p></div>
<p>Por mais de três décadas o Paquistão tem sido um dos maiores refúgios do mundo: centenas de afegãos buscam o país para fugir da guerra em sua terra natal.</p>
<p>Desde 2001, com a invasão liderada pelos Estados Unidos ao Afeganistão, 3,8 milhões de pessoas já retornaram ao seu país, mas, calcula-se que quase 2 milhões ainda continuam no Paquistão, sem contar outros milhares que vivem ali ilegalmente.</p>
<p>Gerações inteiras de crianças afegãs nasceram e cresceram no Paquistão, frequentemente vivendo na pobreza e incerteza, já que os refugiados encontram dificuldades de achar emprego e vagas nas escolas para seus filhos. Um exemplo é Awal Gul, de 12 anos, que vive na periferia da capital, Islamabad. Awal nunca foi à escola e trabalha todos os dias num mercado de vegetais. O menino sonha em se tornar um jogador de cricket e representar seu país nas competições.</p>
<p>A população afegã no Paquistão faz parte do legado de conflitos no país: milhões de pessoas ultrapassaram as fronteiras fugindo da invasão soviética em 1979, o começo de uma década de guerra contra a ocupação. Depois da saída dos soviéticos, o país entrou novamente em conflito, e mais afegãos saíram de sua terra natal. Quando o Talibã chegou ao poder em 1996, sua forma de poder sunita atemorizou parte da população.</p>
<p>Apesar de se sentir como estrangeiros no Paquistão, a maioria dos refugiados nem sonha em voltar ao seu país por se sentir insegura em relação à violência e à pobreza vivida por lá.</p>
<p>Já os paquistaneses, se sentem frustrados com a presença de tantos refugiados que tomam o país. A insatisfação cria uma pressão ao governo para mandar os refugiados embora.</p>
<p>Abaixo, uma série de fotos das crianças refugiadas no Paquistão pelo fotógrafo Muhammed Muheisen da AP.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/criancas-refugiadas-vivem-sem-direitos-basicos-no-paquistao,bb1efeca8f8d3410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html">Terra</a></p>
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		<item>
		<title>ONU mostra preocupação com ‘violência alarmante’ em Mianmar</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/01/onu-mostra-preocupacao-com-violencia-alarmante-em-mianmar/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 00:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas altas funcionárias das Nações Unidas expressaram preocupação nesta quinta-feira (23) com relatos de violência em níveis alarmantes no estado de Rakhine, em Mianmar, incluindo a morte de mais de 40 civis e um policial. A ONU recebeu relatos confiáveis de que em 9 de janeiro oito muçulmanos Rohingya foram atacados e mortos no vilarejo Du Chee Yar Tan por budistas Rakhine. Em 13 de janeiro, no mesmo vilarejo, um sargento da polícia foi capturado e morto por aldeões Rakhine. Na mesma noite, pelo menos 40 muçulmanos Rohingya – homens, mulheres e crianças – foram mortos por policiais e aldeões Rakhine. A <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/onu-mostra-preocupacao-com-violencia-alarmante-em-mianmar/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4339" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4339" alt="ONU se preocupa com violência em Mianmar" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmrmianmar-340x226.jpg" width="340" height="226" /><p class="wp-caption-text">Coordenadora de Ajuda Humanitária, Valerie Amos, em visita a um campo de refugiados em Mianmar. Foto: OCHA/David Ohana</p></div>
<p>Duas altas funcionárias das Nações Unidas <a href="http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=46987&amp;Cr=Myanmar&amp;Cr1=#.UuFPpxBTuUl" target="_blank">expressaram preocupação</a> nesta quinta-feira (23) com relatos de violência em níveis alarmantes no estado de Rakhine, em Mianmar, incluindo a morte de mais de 40 civis e um policial.</p>
<p>A ONU recebeu relatos confiáveis de que em 9 de janeiro oito muçulmanos Rohingya foram atacados e mortos no vilarejo Du Chee Yar Tan por budistas Rakhine. Em 13 de janeiro, no mesmo vilarejo, um sargento da polícia foi capturado e morto por aldeões Rakhine. Na mesma noite, pelo menos 40 muçulmanos Rohingya – homens, mulheres e crianças – foram mortos por policiais e aldeões Rakhine.</p>
<p>A informação recebida pela ONU foi compartilhada com o governo, que negou os relatos.</p>
<p>“Peço ao governo do Mianmar que tome todas as medidas necessárias para garantir a proteção integral de todos os civis e permita o acesso seguro e contínuo da ajuda humanitária às áreas afetadas para avaliar as necessidades e fornecer ajuda emergencial a todos os afetados pela violência recente”, disse a subsecretária-geral para Assuntos Humanitários e coordenadora de Ajuda Humanitária da ONU, Valerie Amos.</p>
<p>Navi Pillay, a <a href="http://www.ohchr.org/EN/NewsEvents/Pages/Media.aspx?IsMediaPage=true&amp;LangID=E" target="_blank">alta comissária da ONU para os direitos humanos</a>, também condenou os acontecimentos recentes e pediu ao governo do Mianmar que investigue as denúncias confiáveis recebidas pela organização.</p>
<p>“Respondendo a estes incidentes de forma rápida e decisiva, o governo tem uma oportunidade de mostrar transparência e confiança, o que vai fortalecer a democracia e o Estado de Direito em Mianmar”, afirmou Pillay.</p>
<p>Os relatos também apontam que 10 homens Rohingya foram presos e há preocupações sobre o tratamento que estão recebendo. As duas altas funcionárias da ONU pediram ao governo que os direitos dos presos sejam respeitados.</p>
<p>Na semana passada, o relator especial das Nações Unidas sobre a situação dos direitos humanos no país, Tomás Ojea Quintana, denifiu a situação dos direitos humanos no estado de Rakhine, onde mais de 110 mil pessoas foram deslocadas pela violência entre muçulmanos e budistas, como uma das ameaças mais sérias ao processo de reforma democrática e reconciliação nacional do país.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/onu-mostra-preocupacao-com-violencia-alarmante-em-mianmar/">ONU</a></p>
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		<title>Síria: ONU pede que acesso a campo de refugiados da Palestina em Yarmouk seja facilitado</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 14:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto líderes mundiais se reúnem em Montreux, na Suíça, em busca de uma solução política para a crise na Síria, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) pediu tanto para o governo sírio quanto para seus opositores para facilitar a chegada de ajuda humanitária urgente no campo de refugiados de Yarmouk. Cerca de 18 mil pessoas estão sitiadas no local há meses sem comida, acesso a serviços médicos e eletricidade. Antes do início do conflito na Síria, Yarmouk abrigava 160 mil palestinos, porém, desde dezembro de 2012, quando forças opositoras ao governo se tornaram presença constante na <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/siria-onu-pede-que-acesso-a-campo-de-refugiados-da-palestina-em-yarmouk-seja-facilitado/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto líderes mundiais se <a href="http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=46982&amp;Cr=yarmouk&amp;Cr1=palestin#.UuEGBxBpTIV" target="_blank">reúnem</a> em Montreux, na Suíça, em busca de uma solução política para a crise na Síria, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (<a href="http://unrwa.org.br/" target="_blank">UNRWA</a>) pediu tanto para o governo sírio quanto para seus opositores para facilitar a chegada de ajuda humanitária urgente no campo de refugiados de Yarmouk.</p>
<p>Cerca de 18 mil pessoas estão sitiadas no local há meses sem comida, acesso a serviços médicos e eletricidade. Antes do início do conflito na Síria, Yarmouk abrigava 160 mil palestinos, porém, desde dezembro de 2012, quando forças opositoras ao governo se tornaram presença constante na área, pelo menos 140 mil pessoas fugiram com medo dos combates que tomaram conta do local.</p>
<p>“A UNRWA fez outra tentativa de entregar alimentos na terça-feira (21), mas depois de esperar durante todo o dia, foi autorizada a entregar apenas 26 cestas básicas, o que significa que nós entregamos cestas básicas para apenas algumas centenas de pessoas”, afirmou o porta-voz da agência, Chris Gunness, na quarta-feira (22), acrescentando que esta é uma “gota no oceano”, considerando o nível de ajuda necessária para os moradores de Yarmouk.</p>
<div id="attachment_4643" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4643" alt="Foto: ONU" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmrrrrrrrr-340x226.jpg" width="340" height="226" /><p class="wp-caption-text">Acampamento para refugiados da Palestina em Yarmouk, ao sul da capital síria, Damasco. Foto: ONU</p></div>
<p>A agência está trabalhando com o governo sírio para aumentar a distribuição de ajuda humanitária no local. Inúmeras tentativas foram feitas ao longo dos últimos quatro meses, quando organizações internacionais tentaram levar comida, ajuda médica para crianças, mulheres e idosos desnutridos.</p>
<p>O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (<a href="http://www.ohchr.org/" target="_blank">ACNUDH</a>) disse, na semana passada, que há relatos de mortes em Yarmouk devido à fome, consumo de comida estragada e escassez de material médico para atender grávidas e crianças e idosos doentes. A situação é agravada pela falta de eletricidade, escassez grave de água e combates e ataques aéreos esporádicos.</p>
<p>Gunness informou que os funcionários da UNRWA enfrentaram atrasos, interrupções e obstáculos ao tentar entregar ajuda humanitária à Yarmouk nos últimos dias. Apesar disso, a agência continuará em contato com o governo e se esforçando para fornecer o máximo de ajuda possível.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/siria-onu-pede-que-acesso-a-campo-de-refugiados-da-palestina-em-yarmouk-seja-facilitado/">ONU</a></p>
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		<title>Mia Farrow e Hugh Grant apoiam campanha para refugiados palestinos</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 13:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma campanha apoiada por celebridades como os atores Hugh Grant e Mia Farrow e por várias agências da ONU, como Unicef, Acnur e a Unrwa, a Agência de Assistência aos Refugiados Palestinos, conseguiu atingir milhões de pessoas nos últimos três dias. A meta da campanha de mídia social era gerar atenção para a dificuldade que trabalhadores humanitários estão tendo para acessar o campo de Yarmouk, na Síria, onde estão abrigados refugiados palestinos. Twitter Por meio da plataforma &#8220;Thunderclap&#8221;, mais de 11,5 milhões de usuários do Twitter receberam simultaneamente uma mensagem que pedia acesso imediato a Yarmouk e a todos os <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/mia-farrow-e-hugh-grant-apoiam-campanha-para-refugiados-palestinos/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4637" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4637" alt=" Foto: ONU" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmrmia-340x291.jpg" width="340" height="291" /><p class="wp-caption-text">Mia Farrow (Foto: ONU)</p></div>
<p>Uma campanha apoiada por celebridades como os atores Hugh Grant e Mia Farrow e por várias agências da ONU, como Unicef, Acnur e a Unrwa, a Agência de Assistência aos Refugiados Palestinos, conseguiu atingir milhões de pessoas nos últimos três dias.</p>
<p>A meta da campanha de mídia social era gerar atenção para a dificuldade que trabalhadores humanitários estão tendo para acessar o campo de Yarmouk, na Síria, onde estão abrigados refugiados palestinos.</p>
<p><strong>Twitter</strong></p>
<p>Por meio da plataforma &#8220;Thunderclap&#8221;, mais de 11,5 milhões de usuários do Twitter receberam simultaneamente uma mensagem que pedia acesso imediato a Yarmouk e a todos os civis sírios vulneráveis.</p>
<p>Segundo a Unrwa, cerca de 18 mil pessoas vivem em Yarmouk e precisam receber, com urgência, alimentos e outros itens essenciais de sobrevivência, como medicamentos.</p>
<p>Nesta quinta-feira, a agência da ONU fez uma revisão do seu plano de resposta à crise síria em 2014. A Unrwa precisa de US$ 417 milhões para ajudar, de forma adequada, 440 mil refugiados palestinos que estão na Síria e milhares de outros que estão no Líbano, na Jordânia e na Faixa de Gaza.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2014/01/mia-farrow-e-hugh-grant-apoiam-campanha-para-refugiados-palestinos/">Rádio ONU</a></p>
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		<title>Países vizinhos da Síria pedem que retorno de refugiados seja facilitado</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 20:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Jordânia, Turquia, Líbano e Iraque, os países vizinhos da Síria que mais acolhem refugiados deste país, pediram nesta quarta-feira (22) na abertura da conferência de paz Genebra 2 que seja garantido o retorno destas pessoas a seu país em condições seguras. Os quatro recebem a maior carga de refugiados que explodiu com o conflito há três anos, um total de 2,3 milhões de sírios que fugiram da guerra civil em seu país, um número que os organismos das Nações Unidas temem que possa chegar aos 3 milhões no final deste ano. O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davotoglu, <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/paises-vizinhos-da-siria-pedem-que-retorno-de-refugiados-seja-facilitado/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4585" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4585" alt="Países vizinhos da Síria pedem que retorno de refugiados seja facilitado" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmruuuuuu-340x165.jpg" width="340" height="165" /><p class="wp-caption-text">Refugiados sírios estão vivendo em acampamentos montados na fronteira com a Turquia para escapar à guerra civil que já dura três anos no país</p></div>
<p>Jordânia, Turquia, Líbano e Iraque, os países vizinhos da Síria que mais acolhem refugiados deste país, pediram nesta quarta-feira (22) na abertura da conferência de paz Genebra 2 que seja garantido o retorno destas pessoas a seu país em condições seguras.</p>
<p>Os quatro recebem a maior carga de refugiados que explodiu com o conflito há três anos, um total de 2,3 milhões de sírios que fugiram da guerra civil em seu país, um número que os organismos das Nações Unidas temem que possa chegar aos 3 milhões no final deste ano.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davotoglu, disse que seu país, onde vivem já 700 mil sírios, seguirá mantendo as fronteiras abertas, embora tenha reivindicado à comunidade internacional que assegure as condições para que uma vez que ocorra um cessar-fogo, estes possam retornar seguros.</p>
<p>&#8220;Milhares de civis na Síria são privados de alimentos e remédios. Eles são obrigados a escolher entre fugir de seu país ou arriscar ser sitiados pelos combates. Isto deve terminar e não ficar impune&#8221;, precisou.</p>
<p>Para o ministro, a conferência de paz que começou hoje em Montreux (Suíça) trata sobre a &#8220;dignidade humana&#8221;, já que entre seus objetivos deve garantir o futuro das milhares de crianças sírias nascidas como refugiadas e evitar assim uma geração perdida.</p>
<p>O futuro dessa geração é também uma das &#8220;principais preocupações&#8221; da Jordânia, segundo expressou seu ministro das Relações Exteriores, Nasser Judeh, que se referiu à necessidade de dotar os refugiados sírios de proteção para poder retornar a seu país.</p>
<p>&#8220;Na Jordânia, há cerca de 1,3 milhão de sírios. Os acolhemos de braços abertos e manteremos nossas fronteiras abertas porque são nossos irmãos&#8221;, assinalou.</p>
<p>No entanto, o ministro reconheceu que nem todas comunidades de refugiados gozam da proteção e segurança necessárias em seu país, para as quais solicitou ajuda financeira da comunidade internacional e alertou sobre os riscos para a estabilidade da Jordânia do aumento de fluxo de refugiados.</p>
<p>O país mais afetado pela chegada de refugiados é o Líbano, onde o sírios representam já um quarto da população, o que, segundo ressaltou seu ministro das Relações Exteriores, Adnan Mansour, é uma &#8220;carga muito grande&#8221; para seu país, que é o menor de toda a região.</p>
<p>O ministro alertou que o terrorismo está tendo cada vez mais relevância no campo de batalha na Síria, &#8220;uma ameaça da qual o Líbano não ficou impune&#8221;, já que foram vistas &#8220;conexões entre as organizações terroristas&#8221; de ambos os países.</p>
<p>O Líbano foi &#8220;palco de seus ataques que tiraram a vida de dezenas de civis&#8221;, assinalou.</p>
<p>Por isso, o ministro defendeu que &#8220;temos que chegar à raiz deste terrorismo e identificar seus responsáveis, assim como aqueles que financiam suas atividades para garantir a paz e a segurança ao mundo e à região&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, o chefe da diplomacia iraquiana, Hoshyaar Zebari, ressaltou que os 25 mil sírios que vivem refugiados em seu país -principalmente na região do Curdistão- &#8220;estão desejosos&#8221; que se ache uma solução política ao conflito que devolva a estabilidade à Síria para que possam retornar.</p>
<p>&#8220;O Iraque proporciona a estes refugiados ajuda material e dinheiro efetivo&#8221;, informou.</p>
<p>Sobre a transição política que é perseguida neste fórum, o ministro iraquiano rejeitou uma intervenção estrangeira no conflito, assim como sua militarização, o que, segundo disse, &#8220;só acelerará a escalada de violência e a expandirá a outros países da região&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Iraque se viu afetado pelo conflito em termos de segurança e humanitários, pela chegada de mercenários estrangeiros, entre os quais há combatentes da Al Qaeda, que se instalaram sobretudo na parte ocidental do Iraque&#8221;, explicou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2014/01/22/paises-vizinhos-da-siria-pedem-retorno-de-refugiados-seja-facilitado.htm">UOL</a></p>
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		<title>ONU aborda questão palestina e o risco de perpetuar a ocupação</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/01/onu-aborda-questao-palestina-e-o-risco-de-perpetuar-a-ocupacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jan 2014 13:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Laís Em contexto]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Global]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[“O ano que se inicia será crítico para a resolução do conflito israelense-palestino. Eu apoio firmemente as atuais negociações e insto as partes a fazerem compromissos corajosos necessários para o fim da ocupação e para se alcançar a solução de dois Estados”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na abertura da reunião. Além disso, a problemática situação socioeconômica na Faixa de Gaza foi ressaltada por Ban, na sequência dos relatórios internacionais e das denúncias frequentes sobre o bloqueio imposto por Israel ao território desde 2006 e sobre as consequências devastadoras para a população, extremamente empobrecida. Ban disse que 2014 <a href="https://www.ikmr.org/2014/01/onu-aborda-questao-palestina-e-o-risco-de-perpetuar-a-ocupacao/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4627" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4627" alt="Foto: ONU" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/01/ikmrquestaopalestina-340x239.jpg" width="340" height="239" /><p class="wp-caption-text">Riyad Mansour, observador permanente do Estado da Palestina na Organização das Nações Unidas (Foto: ONU)</p></div>
<p>“O ano que se inicia será crítico para a resolução do conflito israelense-palestino. Eu apoio firmemente as atuais negociações e insto as partes a fazerem compromissos corajosos necessários para o fim da ocupação e para se alcançar a solução de dois Estados”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na abertura da reunião.</p>
<p>Além disso, a problemática situação socioeconômica na Faixa de Gaza foi ressaltada por Ban, na sequência dos relatórios internacionais e das denúncias frequentes sobre o bloqueio imposto por Israel ao território desde 2006 e sobre as consequências devastadoras para a população, extremamente empobrecida.</p>
<p>Ban disse que 2014 será um ano decisivo para o apoio aos israelenses e aos palestinos na superação de um <i>status quo </i>arriscado e insustentável. Ele pressionou os líderes dos dois lados a tomarem “decisões ousadas” em prol da paz, nesta que pode ser &#8220;a última tentativa de garantir a solução de dois Estados&#8221;, de acordo com as declarações divulgadas pela página oficial das Nações Unidas.</p>
<p>O observador permanente do Estado da Palestina para a ONU, Riyad Mansour, ressaltou a luta dos palestinos contra a injustiça, homenageando o aniversário do ativista e líder político norte-americano Martin Luther King. Ele também enfatizou a obrigação do Conselho de Segurança de garantir o cumprimento de suas próprias resoluções, que são a base de uma solução sustentável.</p>
<p>Masour enfatizou a necessidade de abordagem das questões centrais para uma solução justa, como o direito de retorno ou reparação para os refugiados, a questão de Jerusalém, as fronteiras, as colônias, a segurança, os recursos aquíferos e os prisioneiros palestinos.</p>
<p>&#8220;Nós temos participado responsavelmente em todos os estágios, rodadas e iniciativas do processo de paz por mais de 20 anos, inclusive nas atuais negociações,&#8221; disse Mansour, fazendo a ressalva sobre os desafios extremos, como o anúncio da construção de mais de 7,6 mil unidades de colônias apenas desde julho, além das milhares que já estão em construção em toda a Palestina e a continuidade da construção do extenso muro de segregação, que anexa grandes porções do território palestino.</p>
<p>&#8220;A potência ocupante também continua com suas batidas militares quase diárias nas áreas palestinas, perpetuando a face violenta e destrutiva da ocupação&#8221;, disse ele, com ênfase também para os ataques dos colonos contra agricultores e pastores palestinos. Além disso, ao menos 4.553 palestinos, inclusive crianças, foram presos ou detidos em 2013, adicionando aos mais de 5.000 palestinos atualmente presos nos cárceres israelenses. E Israel destruiu ao menos 200 casas palestinas no mesmo ano, deslocando forçosamente centenas de pessoas.</p>
<p>&#8220;Fazer a paz requer o respeito pelo direito internacional e uma mudança de mentalidade, de comportamento e de discurso, em linha com os objetivos do processo de paz.&#8221;</p>
<p>Já o representante israelense, Ron Prosor, disse que Israel está imerso em um &#8220;mar de hostilidade&#8221;, como uma &#8220;ilha de estabilidade e democracia&#8221;, enquanto alega a disposição para tomar &#8220;passos corajosos&#8221; em prol da paz, apesar da comemoração pela libertação de &#8220;terroristas&#8221;, no fim do ano.</p>
<p>Prosor referiu-se à libertação de três grupos de prisioneiros palestinos, conforme o acordado para a retomada das negociações, e que integram uma lista de 104 palestinos presos ainda antes das negociações de Oslo, no início da década de 1990.</p>
<p>Desde julho de 2013, palestinos e israelenses mantêm uma rodada de negociações prevista para durar nove meses, mas as conversações estão fundamentalmente estagnadas há meses devido, principalmente, à expansão da ocupação israelense sobre os territórios palestinos e à negligência com tópicos fundamentais para uma solução, como a definição das fronteiras, a questão dos refugiados, o estatuto de Jerusalém e a retirada militar e das colônias israelenses em territórios palestinos.</p>
<p>“Eu não subestimo as dificuldades, mas os riscos de inação ou da desistência são muito maiores,” disse Ban, na inauguração de uma jornada intensa de debates sobre o Oriente Médio e, especialmente, sobre a questão palestina.</p>
<p>Apesar de ressaltar o “empenho diplomático” do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, que tem promovido as negociações, a proposta avançada pelo chanceler norte-americano, com o foco centrado nas “preocupações securitárias” de Israel e a abordagem geral às “questões centrais” para a solução da disputa, autoridades palestinas têm declarado o seu pessimismo crescente com as negociações, ainda que mantenham-se comprometidas.</p>
<p>A pressão internacional sobre Israel por sua política de ocupação tem sido notória, mas as autoridades israelenses continuam afirmando-se vítimas da política mundial, enquanto, como disse o próprio secretário-geral da ONU, o “estado das coisas” é alimentado e prolongado graças ao apoio incondicional e histórico que o Estado de Israel recebe de grandes aliados como os Estados Unidos e outros governos ocidentais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&amp;id_noticia=234157">Vermelho</a></p>
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