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	<title>IKMR &#187; Diário Global</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>Brasil concede nº recorde de refúgios em 2014; sírios já são o maior grupo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 19:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[São 2.320 solicitações aceitas, mais de três vezes o registrado em 2013. O Brasil concedeu no ano passado 2.320 refúgios a estrangeiros, um recorde. É o que mostram dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, obtidos pelo G1. Isso representa mais de três vezes o número de solicitações aceitas em 2013 (649), o maior registro até então. Dos pedidos aceitos, mais da metade – 1.405 – são de sírios, que agora ocupam o primeiro lugar no total de refugiados no país. São 1.740. Eles ultrapassaram os colombianos (1.263) e os angolanos (1.071). Com as novas concessões, <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/brasil-concede-no-recorde-de-refugios-em-2014-sirios-ja-sao-o-maior-grupo/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>São 2.320 solicitações aceitas, mais de três vezes o registrado em 2013.</h2>
<div id="attachment_13772" style="width: 444px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/altinawi_ftito13a.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13769];player=img;"><img class=" wp-image-13772 " alt="O engenheiro sírio Talal Al Tinawi vive com a família em São Paulo e diz que não pensa em voltar ao país natal. A admiração pelo Ocidente é vista na coleção de souvenirs de lugares que visitou, exposta na sala de casa (Foto: Fábio Tito/G1)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/altinawi_ftito13a.jpg" width="434" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">O engenheiro sírio Talal Al Tinawi vive com a família em São Paulo e diz que não pensa em voltar ao país natal. A admiração pelo Ocidente é vista na coleção de souvenirs de lugares que visitou, exposta na sala de casa (Foto: Fábio Tito/G1)</p></div>
<p>O Brasil concedeu no ano passado 2.320 refúgios a estrangeiros, um recorde. É o que mostram dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, obtidos pelo <strong>G1</strong>. Isso representa mais de três vezes o número de solicitações aceitas em 2013 (649), o maior registro até então.</p>
<p>Dos pedidos aceitos, mais da metade – 1.405 – são de sírios, que agora ocupam o primeiro lugar no total de refugiados no país. São 1.740. Eles ultrapassaram os colombianos (1.263) e os angolanos (1.071). Com as novas concessões, o Brasil tem, ao todo, 7.662 refugiados de 81 nacionalidades diferentes – um aumento de 47% em um ano (<a href="http://g1.globo.com/mundo/refugiados-brasil-2014.html">veja mapa com a origem de todos</a>).</p>
<p>Milhões de pessoas deixaram a Síria em busca de refúgio em nações vizinhas e, em alguns casos, em países distantes como o Brasil, em razão da guerra civil que não cessa e já provocou a morte de quase 200 mil pessoas, segundo ONGs de direitos humanos.</p>
<p>Desde 2013, quando foi identificado o fluxo de sírios, o Conare implementou, a pedido da Agência da ONU para Refugiados (Acnur), um “procedimento acelerado” no momento de analisar as solicitações de refúgio. Houve uma simplificação dos procedimentos, com a redução de questionários e a unificação de entrevistas com diferentes autoridades antes da análise do pedido.</p>
<p>De acordo com o Conare, a produtividade do órgão saltou de 33 solicitações analisadas por plenária em 2011 para 368 em 2014 (mais de 1.000% de aumento).</p>
<div id="attachment_13773" style="width: 320px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/dana.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13769];player=img;"><img class="size-full wp-image-13773" alt="Para a síria Dana Albalkhi, que dá aulas de inglês, conseguir emprego é um dos maiores desafios dos refugiados (Foto: Dana Albalkhi/Arquivo pessoal)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/dana.jpg" width="310" height="465" /></a><p class="wp-caption-text">Para a síria Dana Albalkhi, que dá aulas de inglês,<br />conseguir emprego é um dos maiores desafios dos<br />refugiados (Foto: Dana Albalkhi/Arquivo pessoal)</p></div>
<p>Layla Ielo, brasileira que participa de um grupo de apoio a refugiados sírios na Mesquita do Brás, em São Paulo, confirma que o processo de obtenção do protocolo de refúgio tem sido muito mais ágil. “Antes eles esperavam quatro, cinco meses para conseguir a documentação. No meio do ano passado, a espera foi zerada. Agora voltou a se acumular por causa do volume de pessoas que chegam, mas está demorando só uma semana”, afirma.</p>
<p>O refúgio é um direito de estrangeiros garantido por uma convenção da ONU de 1951 e ratificada por lei no Brasil em 1997. Segundo o ministério, o refúgio pode ser solicitado por &#8220;qualquer estrangeiro que possua fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, opinião pública, nacionalidade ou por pertencer a grupo social específico e também por aqueles que tenham sido obrigados a deixar seu país de origem devido a uma grave e generalizada violação de direitos humanos”.</p>
<div>Em 2014, os libaneses foram o segundo grupo com mais pedidos de refúgio aceitos: 361. O número se explica, em parte, também devido à guerra na Síria. Além de enfrentar problemas econômicos, já que os refugiados do país vizinho já compõem 1/3 da população do país, houve agravamento de tensões sectárias e um aumento considerável da violência, especialmente nas áreas de fronteira.</div>
<p>Na terceira posição aparecem os congoleses. Conflitos entre governo e opositores do regime do presidente Joseph Kabila têm causado mortes e continuam a gerar pânico na população. De acordo com os dados do Conare, 174 habitantes do país africano obtiveram o status no ano passado.</p>
<p><strong>‘Invasão síria’</strong><br />
A brasileira Layla Ielo diz que o principal problema agora é encontrar lugar para alojar os sírios que chegam a São Paulo – segundo ela, são, em média, três famílias toda semana. “Agora a situação na Síria ficou muito pior por causa desse grupo, o Estado Islâmico, que mata até crianças e idosos. Aí eles querem sair de lá desesperadamente”, afirma.</p>
<p>Muitas vezes são três gerações que fogem juntas ao mesmo tempo. “Vem o pai, a mãe, as crianças, os avós. A comunidade árabe da cidade, que no início abrigava o pessoal, já absorveu o máximo que poderia. Tínhamos conseguido hotéis que cobravam uma taxa simbólica, mas eles não querem mais cobrar menos. A situação está caótica. Tem alguns dormindo na rua por causa disso”, conta.</p>
<p>O grupo Oásis, do qual Layla participa, quer montar uma casa de acolhida para os refugiados sírios e tem se reunido com representantes dos governos municipal, estadual e federal para buscar uma solução.</p>
<p>Outra batalha é para conseguir emprego para os que chegam – muitos deles, profissionais com curso superior. Uma das ideias para 2015 é montar um curso de árabe para brasileiros, em que os professores sejam refugiados sírios.</p>
<p><strong>Emprego</strong><br />
Conseguir emprego tem sido um dos maiores desafios para a professora de inglês Dana Albalkhi, de 26 anos, que está no Brasil há pouco mais de um ano. Em São Paulo, a jovem já trabalhou em uma loja de roupas no Bom Retiro, ensinou inglês em uma escola de idiomas, deu aulas particulares de árabe para brasileiros e trabalhou em uma entidade ligada a uma mesquita. Agora, ela trabalha em uma sociedade beneficente muçulmana.</p>
<p>Com o português afiado, Dana, que no início só se comunicava por gestos, diz que pensa em viver no Brasil por muito tempo. “No começo foi muito difícil, mas depois que fiz amigos brasileiros, ficou fácil. Agora estou feliz”, afirma.</p>
<p>Ela diz que nem todos os sírios que chegam conseguem se adaptar bem ao Brasil, mas a maioria se esforça para aprender o idioma e se estabelecer.</p>
<div id="attachment_13774" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/Ta.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13769];player=img;"><img class="size-full wp-image-13774" alt="Talal Al Tinawi posa para foto com a família na sala de sua casa, no Brás (Foto: Fábio Tito/G1)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/Ta.jpg" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Talal Al Tinawi posa para foto com a família na sala de sua casa, no Brás (Foto: Fábio Tito/G1)</p></div>
<p>É o caso do engenheiro Talal Al Tinawi, que chegou a São Paulo em dezembro de 2013 com a mulher e os dois filhos. Ele é um dos poucos refugiados que já conseguiram emprego em sua área de atuação. Após passar um tempo vendendo roupas infantis no Brás, Talal obteve o protocolo de refúgio em fevereiro de 2014. Hoje, trabalha em uma empresa de engenharia.<br />
Os filhos, Yara e Riad, estão na escola e já falam português. Ele e a mulher, Ghazal, esperam outro bebê, que nascerá no Brasil.</p>
<p>Ávidos por se adaptarem à vida no novo país, eles costumam fazer passeios em museus e parques da cidade junto com novos amigos brasileiros. O Natal e o réveillon eles passaram na casa de uma família de São Paulo. Mesmo quando a guerra chegar ao fim, não pensam em voltar para a Síria. “Acho que falta muito tempo ainda para a guerra acabar. Aqui já tenho meu trabalho, meus filhos falam português bem. Temos nossa vida aqui. No futuro só quero voltar lá para visitar”, conclui.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/brasil-concede-n-recorde-de-refugios-em-2014-sirios-ja-sao-o-maior-grupo.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>ONU confirma massacre no Sudão do Sul em abril de 2014; pelo menos 353 pessoas morreram</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2015 00:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório concluiu que ataques nas cidades de Bentiu e Bor tiveram deliberadamente como alvo vítimas com base em sua etnia, nacionalidade ou percebido apoio a uma das partes envolvidas no conflito em curso no país. A Divisão de Direitos Humanos da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) divulgou um relatório nesta sexta-feira (9) afirmando que há “motivos razoáveis” para crer que pelo menos 353 civis foram assassinados e outros 250 feridos em ataques nas capitais dos estados de Unity e Jonglei. Os crimes ocorreram entre 15 de abril e 17 de abril de 2014. Após ter coletado e analisado <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/onu-confirma-massacre-no-sudao-do-sul-em-abril-de-2014-pelo-menos-353-pessoas-morreram/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório concluiu que ataques nas cidades de Bentiu e Bor tiveram deliberadamente como alvo vítimas com base em sua etnia, nacionalidade ou percebido apoio a uma das partes envolvidas no conflito em curso no país.</p>
<div id="attachment_13760" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/pi.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13759];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13760" alt="Uma mãe deslocada internamente e seus filhos no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Gideon Pibor" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/pi-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Uma mãe deslocada internamente e seus filhos no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Gideon Pibor</p></div>
<p>A Divisão de Direitos Humanos da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) divulgou um relatório nesta sexta-feira (9) afirmando que há “motivos razoáveis” para crer que pelo menos 353 civis foram assassinados e outros 250 feridos em ataques nas capitais dos estados de Unity e Jonglei. Os crimes ocorreram entre 15 de abril e 17 de abril de 2014.</p>
<p>Após ter coletado e analisado evidências físicas e entrevistado 142 fontes, o relatório concluiu que os ataques nas cidades de Bentiu e Bor tiveram deliberadamente como alvo vítimas com base em sua etnia, nacionalidade ou percebido apoio a uma das partes envolvidas no conflito, disse a Missão da ONU por meio de um comunicado de imprensa.</p>
<p>“Tanto em Bentiu quanto em Bor, ataques aconteceram contra locais protegidos – um hospital, uma mesquita e uma base das Nações Unidas –, o que pode constituir crimes de guerra”, disse o relatório. “Embora o conflito tenha sido marcado por graves abusos e violações dos direitos humanos e violações graves do direito internacional humanitário, estes dois eventos parecem representar o pior momento do conflito.”</p>
<p>O ataque em Bentiu, capital do estado de Unity, ocorreu depois que as forças de oposição retomaram o controle da cidade, o retirando das tropas do governo. O relatório diz que pelo menos 287 civis – principalmente comerciantes sudaneses e suas famílias, que foram alvejados com base em suas origens de Darfur – foram mortos em uma mesquita; antes, outros 19 civis foram mortos no Hospital Civil de Bentiu.</p>
<p>Dois dias depois, um local de proteção civil da UNMISS próximo à capital do estado de Jonglei, Bor, foi atacado por um grupo de homens armados que exigiam a expulsão de todos os jovens da etnia Nuer. Após entrar à força no local de proteção, uma multidão assassinou, saqueou e sequestrou pessoas deslocadas internamente, deixando pelo menos 47 pessoas mortas, todas identificadas no relatório.</p>
<p>“A UNMISS condena veementemente o assassinato contínuo e o deslocamento de civis, com base em sua identidade étnica, quase nove meses após os acontecimentos de abril de 2014”, disse a representante especial do secretário-geral da ONU para o Sudão do Sul, Ellen Margrethe Loej. “Isso poderia levar a uma polarização ainda maior do país em linhas étnicas, com repercussões potencialmente graves para a situação dos direitos humanos e as perspectivas para a reconciliação.”</p>
<p>Quase nove meses depois dos ataques, ninguém foi responsabilizado nem pelo governo nem pela oposição. O relatório da ONU acrescenta que foram tomadas poucas medidas de responsabilização em resposta ao incidentes.</p>
<p>O porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), Rupert Colville , confirmou durante uma coletiva de imprensa ocorrida nesta sexta-feira (9) em Genebra que não houve responsabilização de contas pelas “atrocidades em massa, violações dos direitos humanos e abusos que causaram a morte de dezenas de milhares de pessoas no Sudão do Sul”.</p>
<p>Colville também disse que o seu escritório está preocupado com a falta de progresso no processo de paz. “Há um risco real de que os conflitos continuem. Há uma necessidade urgente de concluir um acordo de paz, respeitar o Acordo de Cessação das Hostilidades e garantir que anistias não sejam concedidas por violações graves. Sem paz, a epidemia de fome continuará a ser uma possibilidade em 2015.”</p>
<p>Segundo as Nações Unidas, o conflito em curso no país tem consequências terríveis para a população civil, especialmente mulheres e crianças, que têm suportado o peso da violência. Mais de 1,9 milhão de pessoas permanecem deslocadas, com outros Estados na região hospedando quase 500 mil sul-sudaneses.</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/onu-confirma-massacre-no-sudao-do-sul-em-abril-de-2014-pelo-menos-353-pessoas-morreram/" target="_blank">Nações Unidas</a></p>
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		<title>Cerca de 2 mil foram mortos em cinco dias de ataques na Nigéria, diz ONG</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-na-nigeria-diz-ong/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 23:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Anistia Internacional, é o mais mortal ataque de radicais islâmicos. Moradores dizem que número de corpos é &#8216;muito grande para contar&#8217;. Moradores que conseguiram escapar do ataque a 16 povoados na Nigéria ocorridos nos últimos dias desta semana disseram que há corpos demais para poder contar o número de mortos. A organização humanitária Anistia Internacional disse nesta sexta-feira (9) que foi o mais mortal ataque na história do grupo radical islâmico Boko Haram, dizendo que cerca de 2 mil pessoas foram mortas desde o dia 3 de janeiro. Os moradores disseram que a maioria das vítimas é de crianças, mulheres e idosos <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-na-nigeria-diz-ong/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Segundo Anistia Internacional, é o mais mortal ataque de radicais islâmicos. Moradores dizem que número de corpos é &#8216;muito grande para contar&#8217;.</h2>
<div id="attachment_13765" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/af.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13764];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13765" alt="AFP/Getty Images" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/af-340x191.jpg" width="340" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">AFP/Getty Images</p></div>
<p>Moradores que conseguiram escapar do ataque a 16 povoados na Nigéria ocorridos nos últimos dias desta semana disseram que há corpos demais para poder contar o número de mortos. A organização humanitária Anistia Internacional disse nesta sexta-feira (9) que foi o mais mortal ataque na história do grupo radical islâmico Boko Haram, dizendo que cerca de 2 mil pessoas foram mortas desde o dia 3 de janeiro.</p>
<p>Os moradores disseram que a maioria das vítimas é de crianças, mulheres e idosos que não conseguiram escapar dos insurgentes. A agência de notícias Associated Press informou que sete crianças foram reunidas com seus pais nesta sexta, mas que centenas de outras permanecem sozinhas.</p>
<p>&#8220;Existe a possibilidade de que alguns desses menores desacompanhados tenham perdido seus pais durante os ataques a vilarejos&#8221;, disse Sa&#8217;ad Bello, coordenador de cinco campos de refugiados que estão abrigando crianças sozinhas em Yola, capital do estado de Adamawa.</p>
<p>Os radicais do Boko Haram mataram mais de 10 mil pessoas no último ano no país, segundo a organização Council on Foreign Relations. O grupo é visto como a maior ameaça para a Nigéria, maior economia da África, e um problema para o presidente Goodluck Jonathan. O país terá eleições em 14 de fevereiro.</p>
<p><strong>Ataques</strong><br />
Os militantes do Boko Haram mataram dezenas de pessoas e incendiaram casas na cidade de Baga, nordeste da Nigéria, nos dois últimos dias, na segunda onda de violência desde que tomaram o controle da região no fim de semana, disseram testemunhas nesta quinta-feira.</p>
<p>Duas pessoas do local afirmaram que os insurgentes começaram a atirar de forma indiscriminada e a queimar construções no fim da terça-feira, ataques contra a população civil que continuaram na quarta-feira.</p>
<p>&#8220;Eu escapei de carro com a minha família depois de ver como o Boko Haram estava matando as pessoas. Eu vi corpos nas ruas. Crianças, mulheres, alguns gritando por socorro”, disse Mohamed Bukar à Reuters, após fugir para Maiduguri, capital do Estado.</p>
<p>Soldados fugiram de Baga durante o fim de semana quando o grupo de extremistas sunitas tomou uma base militar na região.</p>
<p>O chefe do distrito de Baga, Abba Hassan, disse nesta quinta-feira que pelo menos cem pessoas haviam sido mortas quando o grupo assumiu o controle da cidade próxima ao Lago Chade.</p>
<p>Abubakar Gulama, que fugiu com a família para Monguno, a 40 quilômetros, declarou ter passado por corpos no chão e que “toda a cidade pegava fogo”.</p>
<p><strong>Camarões pede ajuda</strong><br />
O presidente dos Camarões, Paul Biya, fez um apelo internacional por ajuda militar para lutar contra o Boko Haram, que nessa semana ameaçou cruzar a fronteira da Nigéria.</p>
<p>&#8220;É uma ameaça global que pede uma resposta global. Essa deveria ser a resposta da comunidade internacional, incluindo a União Africana e nossas organizações regionais&#8221;, disse ele em um discurso de ano novo na quinta-feira a diplomatas no palácio presidencial.</p>
<p>Fonte:<a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-de-radicais-na-nigeria.html" target="_blank"> G1</a></p>
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		<title>Sistema de ajuda financeira da ONU garantirá roupas de inverno a crianças sírias na Jordânia</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 22:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[Apoio é fruto de parceria entre duas agências da ONU, UNICEF e PMA. Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 anos, que estão vulneráveis neste inverno, receberão 20 dólares cada para comprar agasalhos. Com a chegada da época mais fria do ano na Jordânia, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), lançou um programa de assistência financeira para que as famílias das crianças refugiadas sírias dos campos de Za’atari e Azraq possam comprar agasalhos. Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13755" style="width: 430px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/azraq.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13754];player=img;"><img class=" wp-image-13755 " alt="Campo de refugiados de Azraq, localizado no deserto oriental da Jordânia. Foto: PMA/Dina El-Kassaby" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/azraq.jpg" width="420" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Campo de refugiados de Azraq, localizado no deserto oriental da Jordânia. Foto: PMA/Dina El-Kassaby</p></div>
<p>Apoio é fruto de parceria entre duas agências da ONU, UNICEF e PMA. Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 anos, que estão vulneráveis neste inverno, receberão 20 dólares cada para comprar agasalhos.</p>
<p>Com a chegada da época mais fria do ano na Jordânia, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), lançou um programa de assistência financeira para que as famílias das crianças refugiadas sírias dos campos de Za’atari e Azraq possam comprar agasalhos.</p>
<p>Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 anos, que estão vulneráveis neste inverno, receberão 20 dólares, cada uma, para comprar agasalhos, como botas, luvas, calças, casacos e cachecóis. A ajuda financeira será distribuída por meio do vale-alimentação do PMA – um sistema criado pela agência da ONU para que os refugiados possam comprar alimentos diretamente em lojas e supermercados parceiros – até 31 de janeiro.</p>
<p>“É imperativo garantir que as crianças sejam protegidas das condições climáticas adversas, e para que elas permaneçam saudáveis e frequentando a escola”, disse o representante do UNICEF na Jordânia, Robert Jenkins.</p>
<p>“Estamos muito contentes que o UNICEF seja a primeira agência a usar o nosso sistema de vale-alimentação para ajudar os refugiados sírios na época mais fria do ano”, disse a vice-coordenadora de emergência do PMA na Jordânia, Dorte Jessen.</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/" target="_blank">Nações Unidas</a></p>
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		<title>Angelina Jolie encontra o papa após exibição de &#8216;Invencível&#8217; no Vaticano</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 16:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pontífice não esteve presente na sessão do novo filme da atriz e diretora. Filme sobre o atleta olímpico Louis Zamperini estreia na próxima quinta. A atriz de Hollywood Angelina Jolie encontrou o papa Francisco, nesta quinta-feira (8), após a exibição no Vaticano do filme &#8220;Invencível&#8221;, dirigido por ela, informou o Vaticano. O papa não esteve presente à exibição, mas Jolie, que é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), e dois de seus filhos, encontraram brevemente o papa logo após, disse um porta-voz. O marido de Jolie, Brad Pitt, não estava presente. Jolie, de 39 <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/angelina-jolie-encontra-o-papa-apos-exibicao-de-invencivel-no-vaticano/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Pontífice não esteve presente na sessão do novo filme da atriz e diretora. Filme sobre o atleta olímpico Louis Zamperini estreia na próxima quinta.</h2>
<div id="attachment_13751" style="width: 444px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/jolie.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13750];player=img;"><img class=" wp-image-13751 " alt="Angelina Jolie encontrou o papa Francisco nesta quinta-feira (8), no Vaticano (Foto: REUTERS/Osservatore Romano)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/jolie.jpg" width="434" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Angelina Jolie encontrou o papa Francisco nesta quinta-feira (8), no Vaticano (Foto: REUTERS/Osservatore Romano)</p></div>
<p>A atriz de Hollywood Angelina Jolie encontrou o papa Francisco, nesta quinta-feira (8), após a exibição no Vaticano do filme &#8220;Invencível&#8221;, dirigido por ela, informou o Vaticano.</p>
<p>O papa não esteve presente à exibição, mas Jolie, que é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), e dois de seus filhos, encontraram brevemente o papa logo após, disse um porta-voz. O marido de Jolie, Brad Pitt, não estava presente.</p>
<p>Jolie, de 39 anos, dirigiu o filme sobre o atleta olímpico dos Estados Unidos e herói da Segunda Guerra Mundial Louis Zamperini, cujo avião foi abatido sobre o Pacífico durante a guerra. O filme, que estreia na próxima quinta (15), conta a história de sobrevivência de Zamperini em um bote e seu posterior calvário como detento em um campo para prisioneiros de guerra.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2015/01/angelina-jolie-encontra-o-papa-apos-exibicao-de-invencivel-no-vaticano.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Médicos sírios denunciam &#8216;desastre médico e humanitário&#8217; no país</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 00:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[Profissionais destacaram o reaparecimento de doenças antes erradicadas. Em Aleppo, apenas 30 médicos atendem 360 mil pessoas. A Síria vive um desastre médico e humanitário, denunciaram nesta terça-feira (6) em Paris médicos sírios, que destacaram o reaparecimento de doenças que haviam sido erradicadas, a falta de equipes de saúde e de medicamentos. &#8220;A situação é insuportável, catastrófica, e em muitos lugares da Síria já não há presença médica&#8221;, declarou o médico Ubaida al-Mufti, integrante da União de Organizações Sírias de Socorro Médico (UOSSM), uma ONG que conta com o apoio do ministério francês das Relações Exteriores. Em Aleppo, segunda cidade <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Profissionais destacaram o reaparecimento de doenças antes erradicadas.<br />
Em Aleppo, apenas 30 médicos atendem 360 mil pessoas.</h2>
<div id="attachment_13747" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/crisi.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13746];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13747" alt="Crianças feridas aguardam tratamento em hospital em Duma, na região de Damasco, no dia 21 de dezembro, após um ataque que segundo ativistas foi feito por forças leais a Bashar al-Assad (Foto: Badra Mamet/Reuters)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/crisi-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças feridas aguardam tratamento em hospital em Duma, na região de Damasco, no dia 21 de dezembro, após um ataque que segundo ativistas foi feito por forças leais a Bashar al-Assad (Foto: Badra Mamet/Reuters)</p></div>
<p>A Síria vive um desastre médico e humanitário, denunciaram nesta terça-feira (6) em Paris médicos sírios, que destacaram o reaparecimento de doenças que haviam sido erradicadas, a falta de equipes de saúde e de medicamentos.</p>
<p>&#8220;A situação é insuportável, catastrófica, e em muitos lugares da Síria já não há presença médica&#8221;, declarou o médico Ubaida al-Mufti, integrante da União de Organizações Sírias de Socorro Médico (UOSSM), uma ONG que conta com o apoio do ministério francês das Relações Exteriores.</p>
<p>Em Aleppo, segunda cidade do país, funcionam apenas cinco hospitais, três deles de forma parcial, denunciou a UOSSM.</p>
<p>Nesta região, controlada pela oposição, vivem 360 mil pessoas cercadas pelas forças governamentais.</p>
<p>&#8220;Restam apenas 30 médicos que, além de atender aos feridos de guerra, devem enfrentar o reaparecimento de doenças como a pólio, a tuberculose, a sarna ou a febre tifoide&#8221;, contou Abdelaziz, um médico de Aleppo, que não forneceu seu sobrenome por motivos de segurança.</p>
<p>Em Guta Oriental, um subúrbio de Damasco sitiado pelas forças governamentais, &#8216;não existe nenhuma possibilidade de fazer entrar ajuda humanitária&#8221;, denunciou outro profissional.</p>
<p>Nas zonas sob controle do grupo Estado Islâmico (EI), &#8220;os médicos podem trabalhar, mas não contam com o apoio de nenhuma ONG porque elas deixaram o território&#8221;, disse outro participante na coletiva de imprensa, que foi realizada na sede do ministério francês das Relações Exteriores.</p>
<p>Em Raqa, reduto do grupo EI, no norte da Síria, onde vivem 1,6 milhão de habitantes, &#8220;não há nenhum serviço de obstetrícia, de ginecologia ou de pediatria, os serviços são muito limitados&#8221;, explicou.</p>
<p>Segundo o doutor al-Mufti, atualmente 80% dos partos na Síria são realizados em casa e grande parte das crianças não recebem as vacinas básicas.</p>
<p>Os médicos da UOSSM, que conta com 300 postos médicos e 12 ambulatórios em todo o território sírio, tentam trabalhar em todas as zonas do país, sem levar em conta quem as controla.</p>
<p>&#8220;Somos neutros. Mas sofremos a violência de todos e ninguém tem garantia de nada&#8221;, acrescentou al-Mufti, que informou sobre 300 médicos mortos nos últimos três anos.</p>
<p>Desde março de 2011, quando tiveram início as manifestações na Síria, cuja repressão deu origem a uma guerra civil, o conflito provocou a morte de mais de 200.000 pessoas e deixou 6,5 milhões de deslocados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Padre brasileiro em Gaza relata efeito da guerra nas crianças</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2015 00:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[A chegada de 2015 representou um alívio para os católicos que residem na Faixa de Gaza, já que o ano precedente foi marcado pela guerra de 52 dias que eclodiu no mês de julho. A paz, portanto, é o principal anseio da população, como relata ao Programa Brasileiro o Vice-Pároco da Paróquia da Sagrada Família, o brasileiro Pe. Mario da Silva, única paróquia católica de toda a Faixa de Gaza. Pe. Mario é membro do Instituto do Verbo Encarnado e mora há dois anos e meio na região. Talvez o motivo principal da comemoração seja ter passado o ano de <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/padre-brasileiro-em-gaza-relata-efeito-da-guerra-nas-criancas/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/06/pales.jpg" rel="shadowbox[sbpost-14194];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-14195" alt="pales" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/06/pales-340x240.jpg" width="340" height="240" /></a>A chegada de 2015 representou um alívio para os católicos que residem na Faixa de Gaza, já que o ano precedente foi marcado pela guerra de 52 dias que eclodiu no mês de julho.</p>
<p>A paz, portanto, é o principal anseio da população, como relata ao Programa Brasileiro o Vice-Pároco da Paróquia da Sagrada Família, o brasileiro Pe. Mario da Silva, única paróquia católica de toda a Faixa de Gaza. Pe. Mario é membro do Instituto do Verbo Encarnado e mora há dois anos e meio na região.</p>
<p>Talvez o motivo principal da comemoração seja ter passado o ano de 2014, que para gente foi bem difícil, principalmente pela guerra, mas também por todas as necessidades que se passaram durante este ano: os preços aumentaram muito, pouco trabalho e, agora, o frio, com 400 mil pessoas quase sem casa e muito sofrimento. O que esperamos para 2015 é principalmente a paz, é o que pedimos em todas as missas que celebramos e, ainda mais concretamente, que se comece os trabalhos de reconstrução de tudo aquilo que foi destruído, quase 30 km de fronteira de casas.</p>
<p>Diante um panorama de destruição, que futuro têm essas crianças?</p>
<p>As crianças crescem em grande pobreza e numa situação de grande ódio. Porque se sentem presos, justamente, e assim crescem. Além disso, as crianças que têm seis, sete, oito anos já passaram por três guerras. Pequenas guerras, mas três guerras. E todas elas contam pequenas histórias que talvez sirvam para ilustrar o que as crianças sofrem. Por exemplo, depois da guerra, muitas crianças quando voltam da escola, voltam tristes, recuadas, e quando escutam a sirene que anuncia o recreio, muitas delas se jogam embaixo das carteiras, das mesas, porque estão acostumadas em tempo de guerra a escutar barulho e sirenes e vão se proteger. Outro caso concreto: uma criança que tinha tanto medo das bombas que explodiam bem perto de sua casa que começou a perder todo o trabalho. Somente agora, três meses depois, ela começa a recuperar um pouco do cabelo. E situações de muito medo. Também os pais dessas crianças tentam protegê-las. Por exemplo, quando explode uma bomba na guerra, eles gritavam: gol do Barcelona! Para tentar disfarçar um pouco o que seria o terror da guerra.</p>
<p>O Papa Francisco escreveu recentemente uma carta aos cristãos do Oriente Médio. Como sentem esta proximidade e esta preocupação por parte do Papa?</p>
<p>Os cristãos do Oriente Médio sentem um amor especial pelo Papa Francisco, pela grande preocupação que ele sente por nós. Não somente por esta carta, mas também nos discursos que ele faz, nos constantes apelos pela paz. Ontem, no primeiro discurso do ano, ele pediu pela paz no Oriente Médio e isso dá uma força muito especial para a gente. Nós sabemos que o Papa, principalmente através da oração, mas não só, inclusive com ajudas materiais por meio de instituições, tem ajudado muito os cristãos do Oriente Médio. Por isso, aqui deixo publicamente o meu agradecimento ao Papa Francisco por toda sua preocupação pela nossa Igreja aqui no Oriente Médio.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.radiovaticana.va/news/2015/01/02/padre_brasileiro_em_gaza_relata_efeito_da_guerra_na_inf%C3%A2ncia/1116715" target="_blank">Rádio Vaticano</a></p>
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		<title>Bombardeamentos atingiam áreas civis e ninguém se importava</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 23:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[Fevzi Haculi esperou três dias junto à fronteira com a Turquia à espera de autorização para entrar, enquanto a sua cidade natal, Aleppo, sofria intensos bombardeamentos em que as vítimas eram os civis, mas ninguém se importava. &#8220;Ficámos na fronteira sem documentos à espera da nossa vez, até nos darem permissão. Estávamos a fugir dos bombardeamentos, que não se importavam em atingir civis&#8221;, disse à agência Lusa o sírio, pai de 11 filhos, três dos quais continuam a lutar na guerra contra o regime de Bashar al-Assad. Estávamos em fevereiro de 2013 e Aleppo era então o principal teatro de <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fevzi Haculi esperou três dias junto à fronteira com a Turquia à espera de autorização para entrar, enquanto a sua cidade natal, Aleppo, sofria intensos bombardeamentos em que as vítimas eram os civis, mas ninguém se importava.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/m.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13735];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13736" alt="m" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/m-340x127.jpg" width="340" height="127" /></a>&#8220;Ficámos na fronteira sem documentos à espera da nossa vez, até nos darem permissão. Estávamos a fugir dos bombardeamentos, que não se importavam em atingir civis&#8221;, disse à agência Lusa o sírio, pai de 11 filhos, três dos quais continuam a lutar na guerra contra o regime de Bashar al-Assad.</p>
<p>Estávamos em fevereiro de 2013 e Aleppo era então o principal teatro de operações da guerra entre os rebeldes e as forças governamentais. Haculi, de 65 anos, e os oito filhos fugiram a pé até chegar a Akçakale, cidade fronteiriça na Turquia, ao mesmo tempo que a força aérea síria bombardeava alvos civis.</p>
<p>&#8220;Mas ninguém se parecia importar&#8221;, afirma, revivendo novamente o que foram três dias &#8220;de angústia e frio&#8221;.</p>
<p>Aleppo, cidade do norte da Síria, e segunda maior do país, com mais de cinco milhões de habitantes, é considerada Património da Humanidade.</p>
<p>Localizada na encruzilhada das rotas comerciais entre o Mediterrâneo e o Oriente, a cidade prosperou desde o terceiro milénio antes de Cristo.</p>
<p>Em 2012, os rebeldes contra o regime de al-Assad invadiram e ocuparam a zona comercial.</p>
<p>Haculi desde que conseguiu um abrigo no campo de refugiados em Harran, a 20 quilómetros de Akçakale, ocupa os dias a oferecer aulas de pintura e artes num dos contentores do campo.</p>
<p>Estudou Belas Artes na universidade em Aleppo e resolveu montar um atelier para os compatriotas sírios com aulas de pinturas e exposição de quadros. Segundo ele, esta é uma forma de relembrar os bons momentos na sua terra natal e sonhar com um futuro melhor.</p>
<p>&#8220;Se tivesse condições físicas para lutar, eu estaria na guerra. Quero que os meus filhos lutem por mim. Não queremos deixar o nosso país para esse poder que domina tudo. Somos donos dessa terra, estamos a lutar contra quem nos quer roubar essa terra&#8221;, argumenta Haculi.</p>
<p>O artista passa grande parte do dia no atellier. Harran é o campo de refugiado mais moderno na Turquia com estruturas de contentores, enquanto muitos outros apenas albergam tendas.</p>
<p>Este foi o último a ser construído em 2012 e leva o nome da cidade mais próxima que está localizada a 30 quilómetros e começou a receber sírios de língua árabe em 2012.</p>
<p>Segundo a autoridade do campo, Helit Çoban, há dois mil contentores que albergam 14 mil sírios.</p>
<p>&#8220;Já estamos na capacidade máxima. Desde março de 2012 não aceitamos mais nenhuma família nova. O campo tem escolas até à secundária e creches para acolher todas as crianças, as aulas são dadas em árabe&#8221;, explicou Çoban.</p>
<p>O campo é dividido em pequenos bairros com nomes que fazem alusão à paz, irmandade e fraternidade. Além de servirem para habitação, alguns contentores acolhem as duas mesquitas existentes. Os sírios árabes são maioritariamente muçulmanos.</p>
<p>Visto do lado de fora, o campo parece uma prisão, mas os portões de Harran estão sempre abertos 24 horas para as famílias circularem e inclusive saírem. A comunidade de sírios tenta reproduzir a vida na Síria como se fosse um pequeno vilarejo.</p>
<p>Entre as obras que já pintou Haculi mostra a mais recente, em que retrata a vista da casa onde morava em Aleppo.</p>
<p>&#8220;Essa é a última imagem que lembro da minha rua. É o que guardo na memória. Infelizmente, a cidade foi destruída, não sobrou nada, nenhuma casa. Vamos ter que reconstruí-la quando a guerra acabar. Sei que essa imagem que pintei não existe mais, mas tenho esperança de um dia voltar&#8221;, ressalva.</p>
<p>Desde março de 2011, a Síria mergulhou numa guerra civil depois de uma pacífica revolta contra quatro décadas de governo da família Assad.</p>
<p>A revolta culminou em uma insurreição armada depois do o exército ter reagido com força repressiva contra os tumultos.</p>
<p>Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, o conflito já provocou pelo menos 200.000 mortos em quatro anos e destruiu a infraestrutura do país gerando uma grave crise humanitária na região.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.noticiasaominuto.com/mundo/327423/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava" target="_blank">Notícias ao Minuto</a></p>
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		<title>Os refugiados aqui são bem-vindos</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/os-refugiados-aqui-sao-bem-vindos/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 22:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante este ano, a Igreja Católica alemã ajudou os refugiados financeiramente, com ofertas de emprego e apoio psicológico e médico. As dioceses e estruturas da Igreja Católica na Alemanha contribuíram com «mais de 73 milhões de euros» para iniciativas de solidariedade ao longo deste ano, informa a Conferência Episcopal Alemã, num comunicado citado pela Rádio Vaticano. «As dioceses alemãs dispensaram cerca de 41,58 milhões de euros em ações em favor dos refugiados na Alemanha ou outras atividades internacionais», lê-se no documento. Por sua vez, movimentos e serviços de solidariedade de âmbito católico contribuíram com 31,52 milhões «para financiar projetos em <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/os-refugiados-aqui-sao-bem-vindos/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante este ano, a Igreja Católica alemã ajudou os refugiados financeiramente, com ofertas de emprego e apoio psicológico e médico.</p>
<div id="attachment_13740" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/marx.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13739];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13740" alt="Reinhard Marx, arcebispo de Munique e presidente do Episcopado" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/marx-340x198.jpg" width="340" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Reinhard Marx, arcebispo de Munique e presidente do Episcopado</p></div>
<p>As dioceses e estruturas da Igreja Católica na Alemanha contribuíram com «mais de 73 milhões de euros» para iniciativas de solidariedade ao longo deste ano, informa a Conferência Episcopal Alemã, num comunicado citado pela Rádio Vaticano.</p>
<p>«As dioceses alemãs dispensaram cerca de 41,58 milhões de euros em ações em favor dos refugiados na Alemanha ou outras atividades internacionais», lê-se no documento. Por sua vez, movimentos e serviços de solidariedade de âmbito católico contribuíram com 31,52 milhões «para financiar projetos em prol dos refugiados no Médio Oriente e no mundo».</p>
<p>A esta ajuda financeira, somaram-se outras, apontam os bispos. Dioceses, congregações religiosas e paróquias forneceram imóveis, ofereceram conselhos e ofertas de emprego, apoio psicológico e médico, desenvolveram ações de caridade e deram acolhimento a crianças.</p>
<p>«Com a ajuda aos refugiados, queremos demonstrar que a solidariedade não é uma teoria, mas uma prática de vida», explica o cardeal Reinhard Marx, arcebispo de Munique e presidente do Episcopado. «Agradeço do fundo do coração às dioceses e a todas as entidades de ajuda, aos coordenadores dos projetos, à Cáritas Internacional e a cada voluntário», destaca o cardeal, acrescentando: «Os refugiados aqui são bem-vindos».</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fatimamissionaria.pt/artigo.php?cod=31226&amp;sec=8" target="_blank">Fátima Missionária</a></p>
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		<title>ONU promove exposição fotográfica no aeroporto de Lisboa com pessoas que recebem assistência alimentar</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2014 00:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição faz parte de um projeto para identificar pessoas que compartilham a visão de mundo com Zero Fome e o espírito colaborativo necessário para que este objetivo seja alcançado. Cinco países, três continentes, um costume humano universal: compartilhar uma refeição em família. O fotógrafo, Chris Terry, foi à procura dos verdadeiros ingredientes da refeição familiar numa missão ao Equador, Chade, Níger, Jordânia e Mianmar. Estas imagens estão agora disponíveis ao público em Lisboa na exposição, A Refeição em Família – O que nos aproxima?” no Aeroporto da Portela até dia 6 de janeiro de 2015. A exposição será inaugurada oficialmente <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/onu-promove-exposicao-fotografica-no-aeroporto-de-lisboa-com-pessoas-que-recebem-assistencia-alimentar/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13732" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/ue.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13731];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13732" alt="Uma das famílias fotografadas para a exposição é do Chade. Foto: PMA/Chris Terry – apoio UE" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/ue-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das famílias fotografadas para a exposição é do Chade. Foto: PMA/Chris Terry – apoio UE</p></div>
<p>A exposição faz parte de um projeto para identificar pessoas que compartilham a visão de mundo com Zero Fome e o espírito colaborativo necessário para que este objetivo seja alcançado.</p>
<p>Cinco países, três continentes, um costume humano universal: compartilhar uma refeição em família. O fotógrafo, Chris Terry, foi à procura dos verdadeiros ingredientes da refeição familiar numa missão ao Equador, Chade, Níger, Jordânia e Mianmar.</p>
<p>Estas imagens estão agora disponíveis ao público em Lisboa na exposição, A Refeição em Família – O que nos aproxima?” no Aeroporto da Portela até dia 6 de janeiro de 2015. A exposição será inaugurada oficialmente nesta quinta-feira (18), na área pública de chegadas do aeroporto pelo coordenador regional de emergências para a África Ocidental do Programa Mundial de Alimentos (PMA), Carlos Veloso e pelo Chef português Henrique Sá Pessoa que generosamente se disponibilizou a reproduzir algumas destas receitas familiares de outras partes do mundo para o público experimentar.</p>
<p>A exposição faz parte de um projeto para identificar pessoas que compartilham a visão de mundo com Zero Fome e o espírito colaborativo necessário para que este objetivo seja alcançado.</p>
<p>Todas as famílias fotografadas por Chris Terry recebem assistência alimentar do (PMA), apoiado financeiramente pelo Departamento de Assistência Humanitária e de Proteção Civil da Comissão Europeia (ECHO).</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/onu-promove-exposicao-fotografica-no-aeroporto-de-lisboa-com-pessoas-que-recebem-assistencia-alimentar/" target="_blank">ONU</a></p>
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