


<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>IKMR &#187; Oriente Médio</title>
	<atom:link href="https://www.ikmr.org/categorias/diario-global/oriente-medio-pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.ikmr.org</link>
	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Jul 2025 17:10:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<meta content='id5 Soluções Web' name='generator' />
	<item>
		<title>Sistema de ajuda financeira da ONU garantirá roupas de inverno a crianças sírias na Jordânia</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2015/01/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2015/01/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 22:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13754</guid>
		<description><![CDATA[Apoio é fruto de parceria entre duas agências da ONU, UNICEF e PMA. Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 anos, que estão vulneráveis neste inverno, receberão 20 dólares cada para comprar agasalhos. Com a chegada da época mais fria do ano na Jordânia, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), lançou um programa de assistência financeira para que as famílias das crianças refugiadas sírias dos campos de Za’atari e Azraq possam comprar agasalhos. Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13755" style="width: 430px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/azraq.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13754];player=img;"><img class=" wp-image-13755 " alt="Campo de refugiados de Azraq, localizado no deserto oriental da Jordânia. Foto: PMA/Dina El-Kassaby" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/azraq.jpg" width="420" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Campo de refugiados de Azraq, localizado no deserto oriental da Jordânia. Foto: PMA/Dina El-Kassaby</p></div>
<p>Apoio é fruto de parceria entre duas agências da ONU, UNICEF e PMA. Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 anos, que estão vulneráveis neste inverno, receberão 20 dólares cada para comprar agasalhos.</p>
<p>Com a chegada da época mais fria do ano na Jordânia, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), lançou um programa de assistência financeira para que as famílias das crianças refugiadas sírias dos campos de Za’atari e Azraq possam comprar agasalhos.</p>
<p>Cerca de 41 mil crianças refugiadas sírias com até 14 anos, que estão vulneráveis neste inverno, receberão 20 dólares, cada uma, para comprar agasalhos, como botas, luvas, calças, casacos e cachecóis. A ajuda financeira será distribuída por meio do vale-alimentação do PMA – um sistema criado pela agência da ONU para que os refugiados possam comprar alimentos diretamente em lojas e supermercados parceiros – até 31 de janeiro.</p>
<p>“É imperativo garantir que as crianças sejam protegidas das condições climáticas adversas, e para que elas permaneçam saudáveis e frequentando a escola”, disse o representante do UNICEF na Jordânia, Robert Jenkins.</p>
<p>“Estamos muito contentes que o UNICEF seja a primeira agência a usar o nosso sistema de vale-alimentação para ajudar os refugiados sírios na época mais fria do ano”, disse a vice-coordenadora de emergência do PMA na Jordânia, Dorte Jessen.</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/" target="_blank">Nações Unidas</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2015/01/sistema-de-ajuda-financeira-da-onu-garantira-roupas-de-inverno-a-criancas-sirias-na-jordania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Médicos sírios denunciam &#8216;desastre médico e humanitário&#8217; no país</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 00:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13746</guid>
		<description><![CDATA[Profissionais destacaram o reaparecimento de doenças antes erradicadas. Em Aleppo, apenas 30 médicos atendem 360 mil pessoas. A Síria vive um desastre médico e humanitário, denunciaram nesta terça-feira (6) em Paris médicos sírios, que destacaram o reaparecimento de doenças que haviam sido erradicadas, a falta de equipes de saúde e de medicamentos. &#8220;A situação é insuportável, catastrófica, e em muitos lugares da Síria já não há presença médica&#8221;, declarou o médico Ubaida al-Mufti, integrante da União de Organizações Sírias de Socorro Médico (UOSSM), uma ONG que conta com o apoio do ministério francês das Relações Exteriores. Em Aleppo, segunda cidade <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Profissionais destacaram o reaparecimento de doenças antes erradicadas.<br />
Em Aleppo, apenas 30 médicos atendem 360 mil pessoas.</h2>
<div id="attachment_13747" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/crisi.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13746];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13747" alt="Crianças feridas aguardam tratamento em hospital em Duma, na região de Damasco, no dia 21 de dezembro, após um ataque que segundo ativistas foi feito por forças leais a Bashar al-Assad (Foto: Badra Mamet/Reuters)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/crisi-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças feridas aguardam tratamento em hospital em Duma, na região de Damasco, no dia 21 de dezembro, após um ataque que segundo ativistas foi feito por forças leais a Bashar al-Assad (Foto: Badra Mamet/Reuters)</p></div>
<p>A Síria vive um desastre médico e humanitário, denunciaram nesta terça-feira (6) em Paris médicos sírios, que destacaram o reaparecimento de doenças que haviam sido erradicadas, a falta de equipes de saúde e de medicamentos.</p>
<p>&#8220;A situação é insuportável, catastrófica, e em muitos lugares da Síria já não há presença médica&#8221;, declarou o médico Ubaida al-Mufti, integrante da União de Organizações Sírias de Socorro Médico (UOSSM), uma ONG que conta com o apoio do ministério francês das Relações Exteriores.</p>
<p>Em Aleppo, segunda cidade do país, funcionam apenas cinco hospitais, três deles de forma parcial, denunciou a UOSSM.</p>
<p>Nesta região, controlada pela oposição, vivem 360 mil pessoas cercadas pelas forças governamentais.</p>
<p>&#8220;Restam apenas 30 médicos que, além de atender aos feridos de guerra, devem enfrentar o reaparecimento de doenças como a pólio, a tuberculose, a sarna ou a febre tifoide&#8221;, contou Abdelaziz, um médico de Aleppo, que não forneceu seu sobrenome por motivos de segurança.</p>
<p>Em Guta Oriental, um subúrbio de Damasco sitiado pelas forças governamentais, &#8216;não existe nenhuma possibilidade de fazer entrar ajuda humanitária&#8221;, denunciou outro profissional.</p>
<p>Nas zonas sob controle do grupo Estado Islâmico (EI), &#8220;os médicos podem trabalhar, mas não contam com o apoio de nenhuma ONG porque elas deixaram o território&#8221;, disse outro participante na coletiva de imprensa, que foi realizada na sede do ministério francês das Relações Exteriores.</p>
<p>Em Raqa, reduto do grupo EI, no norte da Síria, onde vivem 1,6 milhão de habitantes, &#8220;não há nenhum serviço de obstetrícia, de ginecologia ou de pediatria, os serviços são muito limitados&#8221;, explicou.</p>
<p>Segundo o doutor al-Mufti, atualmente 80% dos partos na Síria são realizados em casa e grande parte das crianças não recebem as vacinas básicas.</p>
<p>Os médicos da UOSSM, que conta com 300 postos médicos e 12 ambulatórios em todo o território sírio, tentam trabalhar em todas as zonas do país, sem levar em conta quem as controla.</p>
<p>&#8220;Somos neutros. Mas sofremos a violência de todos e ninguém tem garantia de nada&#8221;, acrescentou al-Mufti, que informou sobre 300 médicos mortos nos últimos três anos.</p>
<p>Desde março de 2011, quando tiveram início as manifestações na Síria, cuja repressão deu origem a uma guerra civil, o conflito provocou a morte de mais de 200.000 pessoas e deixou 6,5 milhões de deslocados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais.html" target="_blank">G1</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2015/01/medicos-sirios-denunciam-desastre-medico-e-humanitario-no-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Padre brasileiro em Gaza relata efeito da guerra nas crianças</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2015/01/padre-brasileiro-em-gaza-relata-efeito-da-guerra-nas-criancas/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2015/01/padre-brasileiro-em-gaza-relata-efeito-da-guerra-nas-criancas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2015 00:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=14194</guid>
		<description><![CDATA[A chegada de 2015 representou um alívio para os católicos que residem na Faixa de Gaza, já que o ano precedente foi marcado pela guerra de 52 dias que eclodiu no mês de julho. A paz, portanto, é o principal anseio da população, como relata ao Programa Brasileiro o Vice-Pároco da Paróquia da Sagrada Família, o brasileiro Pe. Mario da Silva, única paróquia católica de toda a Faixa de Gaza. Pe. Mario é membro do Instituto do Verbo Encarnado e mora há dois anos e meio na região. Talvez o motivo principal da comemoração seja ter passado o ano de <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/padre-brasileiro-em-gaza-relata-efeito-da-guerra-nas-criancas/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/06/pales.jpg" rel="shadowbox[sbpost-14194];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-14195" alt="pales" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/06/pales-340x240.jpg" width="340" height="240" /></a>A chegada de 2015 representou um alívio para os católicos que residem na Faixa de Gaza, já que o ano precedente foi marcado pela guerra de 52 dias que eclodiu no mês de julho.</p>
<p>A paz, portanto, é o principal anseio da população, como relata ao Programa Brasileiro o Vice-Pároco da Paróquia da Sagrada Família, o brasileiro Pe. Mario da Silva, única paróquia católica de toda a Faixa de Gaza. Pe. Mario é membro do Instituto do Verbo Encarnado e mora há dois anos e meio na região.</p>
<p>Talvez o motivo principal da comemoração seja ter passado o ano de 2014, que para gente foi bem difícil, principalmente pela guerra, mas também por todas as necessidades que se passaram durante este ano: os preços aumentaram muito, pouco trabalho e, agora, o frio, com 400 mil pessoas quase sem casa e muito sofrimento. O que esperamos para 2015 é principalmente a paz, é o que pedimos em todas as missas que celebramos e, ainda mais concretamente, que se comece os trabalhos de reconstrução de tudo aquilo que foi destruído, quase 30 km de fronteira de casas.</p>
<p>Diante um panorama de destruição, que futuro têm essas crianças?</p>
<p>As crianças crescem em grande pobreza e numa situação de grande ódio. Porque se sentem presos, justamente, e assim crescem. Além disso, as crianças que têm seis, sete, oito anos já passaram por três guerras. Pequenas guerras, mas três guerras. E todas elas contam pequenas histórias que talvez sirvam para ilustrar o que as crianças sofrem. Por exemplo, depois da guerra, muitas crianças quando voltam da escola, voltam tristes, recuadas, e quando escutam a sirene que anuncia o recreio, muitas delas se jogam embaixo das carteiras, das mesas, porque estão acostumadas em tempo de guerra a escutar barulho e sirenes e vão se proteger. Outro caso concreto: uma criança que tinha tanto medo das bombas que explodiam bem perto de sua casa que começou a perder todo o trabalho. Somente agora, três meses depois, ela começa a recuperar um pouco do cabelo. E situações de muito medo. Também os pais dessas crianças tentam protegê-las. Por exemplo, quando explode uma bomba na guerra, eles gritavam: gol do Barcelona! Para tentar disfarçar um pouco o que seria o terror da guerra.</p>
<p>O Papa Francisco escreveu recentemente uma carta aos cristãos do Oriente Médio. Como sentem esta proximidade e esta preocupação por parte do Papa?</p>
<p>Os cristãos do Oriente Médio sentem um amor especial pelo Papa Francisco, pela grande preocupação que ele sente por nós. Não somente por esta carta, mas também nos discursos que ele faz, nos constantes apelos pela paz. Ontem, no primeiro discurso do ano, ele pediu pela paz no Oriente Médio e isso dá uma força muito especial para a gente. Nós sabemos que o Papa, principalmente através da oração, mas não só, inclusive com ajudas materiais por meio de instituições, tem ajudado muito os cristãos do Oriente Médio. Por isso, aqui deixo publicamente o meu agradecimento ao Papa Francisco por toda sua preocupação pela nossa Igreja aqui no Oriente Médio.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.radiovaticana.va/news/2015/01/02/padre_brasileiro_em_gaza_relata_efeito_da_guerra_na_inf%C3%A2ncia/1116715" target="_blank">Rádio Vaticano</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2015/01/padre-brasileiro-em-gaza-relata-efeito-da-guerra-nas-criancas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bombardeamentos atingiam áreas civis e ninguém se importava</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/12/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 23:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13735</guid>
		<description><![CDATA[Fevzi Haculi esperou três dias junto à fronteira com a Turquia à espera de autorização para entrar, enquanto a sua cidade natal, Aleppo, sofria intensos bombardeamentos em que as vítimas eram os civis, mas ninguém se importava. &#8220;Ficámos na fronteira sem documentos à espera da nossa vez, até nos darem permissão. Estávamos a fugir dos bombardeamentos, que não se importavam em atingir civis&#8221;, disse à agência Lusa o sírio, pai de 11 filhos, três dos quais continuam a lutar na guerra contra o regime de Bashar al-Assad. Estávamos em fevereiro de 2013 e Aleppo era então o principal teatro de <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fevzi Haculi esperou três dias junto à fronteira com a Turquia à espera de autorização para entrar, enquanto a sua cidade natal, Aleppo, sofria intensos bombardeamentos em que as vítimas eram os civis, mas ninguém se importava.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/m.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13735];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13736" alt="m" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/m-340x127.jpg" width="340" height="127" /></a>&#8220;Ficámos na fronteira sem documentos à espera da nossa vez, até nos darem permissão. Estávamos a fugir dos bombardeamentos, que não se importavam em atingir civis&#8221;, disse à agência Lusa o sírio, pai de 11 filhos, três dos quais continuam a lutar na guerra contra o regime de Bashar al-Assad.</p>
<p>Estávamos em fevereiro de 2013 e Aleppo era então o principal teatro de operações da guerra entre os rebeldes e as forças governamentais. Haculi, de 65 anos, e os oito filhos fugiram a pé até chegar a Akçakale, cidade fronteiriça na Turquia, ao mesmo tempo que a força aérea síria bombardeava alvos civis.</p>
<p>&#8220;Mas ninguém se parecia importar&#8221;, afirma, revivendo novamente o que foram três dias &#8220;de angústia e frio&#8221;.</p>
<p>Aleppo, cidade do norte da Síria, e segunda maior do país, com mais de cinco milhões de habitantes, é considerada Património da Humanidade.</p>
<p>Localizada na encruzilhada das rotas comerciais entre o Mediterrâneo e o Oriente, a cidade prosperou desde o terceiro milénio antes de Cristo.</p>
<p>Em 2012, os rebeldes contra o regime de al-Assad invadiram e ocuparam a zona comercial.</p>
<p>Haculi desde que conseguiu um abrigo no campo de refugiados em Harran, a 20 quilómetros de Akçakale, ocupa os dias a oferecer aulas de pintura e artes num dos contentores do campo.</p>
<p>Estudou Belas Artes na universidade em Aleppo e resolveu montar um atelier para os compatriotas sírios com aulas de pinturas e exposição de quadros. Segundo ele, esta é uma forma de relembrar os bons momentos na sua terra natal e sonhar com um futuro melhor.</p>
<p>&#8220;Se tivesse condições físicas para lutar, eu estaria na guerra. Quero que os meus filhos lutem por mim. Não queremos deixar o nosso país para esse poder que domina tudo. Somos donos dessa terra, estamos a lutar contra quem nos quer roubar essa terra&#8221;, argumenta Haculi.</p>
<p>O artista passa grande parte do dia no atellier. Harran é o campo de refugiado mais moderno na Turquia com estruturas de contentores, enquanto muitos outros apenas albergam tendas.</p>
<p>Este foi o último a ser construído em 2012 e leva o nome da cidade mais próxima que está localizada a 30 quilómetros e começou a receber sírios de língua árabe em 2012.</p>
<p>Segundo a autoridade do campo, Helit Çoban, há dois mil contentores que albergam 14 mil sírios.</p>
<p>&#8220;Já estamos na capacidade máxima. Desde março de 2012 não aceitamos mais nenhuma família nova. O campo tem escolas até à secundária e creches para acolher todas as crianças, as aulas são dadas em árabe&#8221;, explicou Çoban.</p>
<p>O campo é dividido em pequenos bairros com nomes que fazem alusão à paz, irmandade e fraternidade. Além de servirem para habitação, alguns contentores acolhem as duas mesquitas existentes. Os sírios árabes são maioritariamente muçulmanos.</p>
<p>Visto do lado de fora, o campo parece uma prisão, mas os portões de Harran estão sempre abertos 24 horas para as famílias circularem e inclusive saírem. A comunidade de sírios tenta reproduzir a vida na Síria como se fosse um pequeno vilarejo.</p>
<p>Entre as obras que já pintou Haculi mostra a mais recente, em que retrata a vista da casa onde morava em Aleppo.</p>
<p>&#8220;Essa é a última imagem que lembro da minha rua. É o que guardo na memória. Infelizmente, a cidade foi destruída, não sobrou nada, nenhuma casa. Vamos ter que reconstruí-la quando a guerra acabar. Sei que essa imagem que pintei não existe mais, mas tenho esperança de um dia voltar&#8221;, ressalva.</p>
<p>Desde março de 2011, a Síria mergulhou numa guerra civil depois de uma pacífica revolta contra quatro décadas de governo da família Assad.</p>
<p>A revolta culminou em uma insurreição armada depois do o exército ter reagido com força repressiva contra os tumultos.</p>
<p>Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, o conflito já provocou pelo menos 200.000 mortos em quatro anos e destruiu a infraestrutura do país gerando uma grave crise humanitária na região.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.noticiasaominuto.com/mundo/327423/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava" target="_blank">Notícias ao Minuto</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/12/bombardeamentos-atingiam-areas-civis-e-ninguem-se-importava/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ONU condena assassinato de mais de 130 crianças em ataque a escola no Paquistão</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/onu-condena-assassinato-de-mais-de-130-criancas-em-ataque-a-escola-no-paquistao/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/12/onu-condena-assassinato-de-mais-de-130-criancas-em-ataque-a-escola-no-paquistao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 00:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13717</guid>
		<description><![CDATA[O alto comissário das Nações Unidas para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, condenou o ataque nesta terça-feira (16) a uma escola na cidade de Peshawar, no Paquistão, classificando o episódio como uma ação violenta disprezível contra crianças indefesas. O atentado causou a morte de mais de 140 pessoas, a grande maioria de meninos e meninas. Segundo relatos da mídia, um grupo de seis insurgentes, vestidos com uniformes do exército, entrou na escola e atirou nas crianças depois de entrar em confronto com as forças de segurança paquistanesas. O Talibã reivindicou a autoria do ataque como represália às recentes operações <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/onu-condena-assassinato-de-mais-de-130-criancas-em-ataque-a-escola-no-paquistao/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13718" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/aluna.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13717];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13718" alt="Aluna do ensino fundamental em escola do Paquistão. Foto: UNESCO/Akhtar Soomro" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/aluna-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Aluna do ensino fundamental em escola do Paquistão. Foto: UNESCO/Akhtar Soomro</p></div>
<p>O alto comissário das Nações Unidas para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, condenou o ataque nesta terça-feira (16) a uma escola na cidade de Peshawar, no Paquistão, classificando o episódio como uma ação violenta disprezível contra crianças indefesas. O atentado causou a morte de mais de 140 pessoas, a grande maioria de meninos e meninas.</p>
<p>Segundo relatos da mídia, um grupo de seis insurgentes, vestidos com uniformes do exército, entrou na escola e atirou nas crianças depois de entrar em confronto com as forças de segurança paquistanesas. O Talibã reivindicou a autoria do ataque como represália às recentes operações do Exército paquistanês na região do Waziristão.</p>
<p>Zeid ressaltou que não se pode justificar o apoio contínuo de nenhum indivíduo ou instituição a grupos armados que buscam atingir os níveis mais altos de barbaridade humana – como o Talibã, Al-Qaeda ou o Estado Islâmico. Por isso, a comunidade internacional deve se unir para combater o extremismo e a violência não apenas no Paquistão, mas em qualquer lugar onde os direitos das crianças e os direitos humanos encontrem ameaças.</p>
<p>A agência de direitos humanos da ONU (ACNUDH) vem recebendo cada vez mais relatos de destruição e de fechamento de escolas no Paquistão, no Afeganistão e na Nigéria. Além disso, os alunos – especialmente as meninas – são vítimas de sequestros, tiroteios, ataques com ácido e envenenamento por grupos com ideologias sem qualquer semelhança com normas culturais ou religiosas.</p>
<p>A diretora-geral do Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou que o ataque é um crime contra o aprendizado e a inocência. “O terror não vai silenciar as milhões de vozes no mundo que demandam que a educação seja um direito e que as escolas sejam seguras. Não vamos deixar que o medo ou o terror sejam superiores”, disse.</p>
<p>Enquanto isso, o diretor executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Anthony Lake, afirmou que o episódio “terrível e insensível” deve convocar a todos para apoiar os pais e as mães do Paquistão que desejam a melhor educação possível para suas crianças, além de todos aqueles que estão trabalhando para fornecê-la.</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/onu-condena-assassinato-de-mais-de-130-criancas-em-ataque-a-escola-no-paquistao/" target="_blank">ONU</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/12/onu-condena-assassinato-de-mais-de-130-criancas-em-ataque-a-escola-no-paquistao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2014: Um ano devastador para as crianças do mundo, diz UNICEF</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/2014-um-ano-devastador-para-as-criancas-do-mundo-diz-unicef/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/12/2014-um-ano-devastador-para-as-criancas-do-mundo-diz-unicef/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2014 05:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13726</guid>
		<description><![CDATA[15 milhões de crianças foram afetadas pela violência em 2014, sendo mortas, sequestradas, estupradas, torturadas e recrutadas para a guerra. Milhares também se tornaram órfãs, foram vendidas como escravas ou tiveram que abandonar suas casas e cidades. Nunca na história recente tantas crianças estiveram sujeitas a tamanha brutalidade, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (8), ao lembrar que cerca de 15 milhões de crianças foram afetadas em conflitos violentos pelo mundo durante o ano de 2014. Estima-se que 230 milhões de crianças vivam em áreas afetadas por conflitos armados e, por isso, estão sujeitas a <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/2014-um-ano-devastador-para-as-criancas-do-mundo-diz-unicef/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13727" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/400.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13726];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13727" alt="Cerca de 400 mil crianças em Gaza estão sofrendo de estresse psicossocial como resultado do conflito armado de 50 dias em 2014. Foto: UNICEF/Alessio Romenzi" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/400-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 400 mil crianças em Gaza estão sofrendo de estresse psicossocial como resultado do conflito armado de 50 dias em 2014. Foto: UNICEF/Alessio Romenzi</p></div>
<p>15 milhões de crianças foram afetadas pela violência em 2014, sendo mortas, sequestradas, estupradas, torturadas e recrutadas para a guerra. Milhares também se tornaram órfãs, foram vendidas como escravas ou tiveram que abandonar suas casas e cidades.</p>
<p>Nunca na história recente tantas crianças estiveram sujeitas a tamanha brutalidade, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (8), ao lembrar que cerca de 15 milhões de crianças foram afetadas em conflitos violentos pelo mundo durante o ano de 2014.</p>
<p>Estima-se que 230 milhões de crianças vivam em áreas afetadas por conflitos armados e, por isso, estão sujeitas a assassinatos, sequestros, torturas, recrutamentos e estupros, além de frequentemente se tornarem órfãs e serem vendidas como escravas.</p>
<p>Exemplos desta brutalidade podem ser vistos em dezenas de locais em todo o planeta. Na Síria, mais de 7,3 milhões de crianças sofrem pelo conflito, das quais 1,7 milhão encontram-se em situação de deslocamento.</p>
<p>Pelo menos 35 ataques a escolas aconteceram nos primeiros nove meses do ano, que levaram à morte de 105 crianças e deixaram quase 300 feridas.</p>
<p>O surto de ebola na África Ocidental representa uma nova ameaça à saúde e ao bem estar infantis, uma vez que a epidemia já deixou milhares de crianças órfãs, além de impedir cerca de 5 milhões de crianças de frequentar a escola.</p>
<p>Em Gaza, 54 mil crianças perderam suas casas, como resultado do conflito com Israel, que também matou 538 e feriu mais de 3 mil crianças.</p>
<p>“A violência e o trauma fazem mais do que ferir crianças individualmente – eles minimizam a força das sociedades”, disse o diretor executivo do UNICEF, Anthony Lake. “O mundo pode e deve fazer mais para tornar 2015 um ano muito melhor para todas as crianças”.</p>
<p>Para informações sobre outros países, acesse: <a href="http://www.unicef.org/media/media_78058.html?p=printme" target="_blank">www.unicef.org/media/media_78058.html?p=printme</a></p>
<p>Fonte:<a href="http://nacoesunidas.org/2014-um-ano-devastador-para-as-criancas-do-mundo-diz-unicef/" target="_blank"> ONU</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/12/2014-um-ano-devastador-para-as-criancas-do-mundo-diz-unicef/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Visita do Papa Francisco dirigiu o olhar do mundo aos refugiados na Turquia</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/visita-do-papa-francisco-dirigiu-o-olhar-do-mundo-aos-refugiados-na-turquia/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/12/visita-do-papa-francisco-dirigiu-o-olhar-do-mundo-aos-refugiados-na-turquia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 00:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13687</guid>
		<description><![CDATA[A visita do Papa Francisco à Turquia também vai dirigir o olhar do mundo para a situação dramática dos refugiados que fugiram a este país como resultado da guerra civil na Síria e outros conflitos na região, afirmou ao Grupo ACI, Rinaldo Marmara, presidente da Cáritas Turquia. “Há um milhão e setecentos mil refugiados sírios na Turquia, só em Istambul há 700 mil. Caminhando pelos arredores de Istambul, se vê muitas crianças pobres pedindo esmola”, assinalou na sexta-feira passada, 28 de novembro. Marmara espera que a visita do Papa, que terminou neste domingo, “traga o olhar do mundo para a situação <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/visita-do-papa-francisco-dirigiu-o-olhar-do-mundo-aos-refugiados-na-turquia/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13688" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/tur.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13687];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13688" alt="Um dos meninos refugiados na Turquia que se reuniu com o Papa Francisco. Foto: Daniel Ibáñez / Grupo ACI." src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/tur-340x189.jpg" width="340" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos meninos refugiados na Turquia que se reuniu com o Papa Francisco. Foto: Daniel Ibáñez / Grupo ACI.</p></div>
<p>A visita do Papa Francisco à Turquia também vai dirigir o olhar do mundo para a situação dramática dos refugiados que fugiram a este país como resultado da guerra civil na Síria e outros conflitos na região, afirmou ao Grupo ACI, Rinaldo Marmara, presidente da Cáritas Turquia.</p>
<p>“Há um milhão e setecentos mil refugiados sírios na Turquia, só em Istambul há 700 mil. Caminhando pelos arredores de Istambul, se vê muitas crianças pobres pedindo esmola”, assinalou na sexta-feira passada, 28 de novembro.</p>
<p>Marmara espera que a visita do Papa, que terminou neste domingo, “traga o olhar do mundo para a situação que está sendo vivida. Esperamos que o mundo nos dê uma mão para ajudar estes refugiados”.</p>
<p>“Nosso sonho é tornar possível que os refugiados vivam aqui e ao mesmo tempo trabalhem para que possam retornar logo para os seus países de origem”, acrescentou Marmara.</p>
<p>Explicou que Cáritas Turquia tem vários campos de refugiados, mas “os refugiados querem ir-se às grandes cidades, como Istambul, onde eles acham que há mais oportunidades”.</p>
<p>Marmara se reuniu com o Papa Francisco por ocasião da missa na Catedral do Santo Espírito e lhe deu de presente um livro que escreveu sobre os primeiros jesuítas que foram evangelizar a Turquia.</p>
<p>“A história dos jesuítas está intimamente unida à história da Igreja na Turquia. Os jesuítas foram os primeiros a chegar a esta terra do Oriente. Esta é uma longa história, uma belíssima história que tentei mostrar”, assinalou Marmara.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acidigital.com/noticias/visita-do-papa-francisco-dirigiu-o-olhar-mundo-aos-refugiados-na-turquia-30276/" target="_blank">Aci Digital</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/12/visita-do-papa-francisco-dirigiu-o-olhar-do-mundo-aos-refugiados-na-turquia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crise humanitária em Kobani já deixou quase 1.200 mortos, denuncia ONG</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/11/crise-humanitaria-em-kobani-ja-deixou-quase-1-200-mortos-denuncia-ong/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/11/crise-humanitaria-em-kobani-ja-deixou-quase-1-200-mortos-denuncia-ong/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 01:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13608</guid>
		<description><![CDATA[Cidade síria de predomínio curdo na fronteira com Turquia é chave para segurar expansão do Estado Islâmico no Oriente Médio Cerca de 1.200 pessoas morreram em dois meses na cidade síria de Kobani, na fronteira com a Turquia, informou neste domingo (16/11) o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. Segundo a ONG, os militantes do EI (Estado Islâmico) e combatentes curdos representam a maioria das baixas. Nesta madrugada, a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realizou pelo menos sete ataques noturnos intensos na região, relatou o jornalista curdo sírio, Mustafa Abdi, que está no lado turco da fronteira, à AFP. Segundo Abdi, <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/crise-humanitaria-em-kobani-ja-deixou-quase-1-200-mortos-denuncia-ong/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cidade síria de predomínio curdo na fronteira com Turquia é chave para segurar expansão do Estado Islâmico no Oriente Médio</p>
<div id="attachment_13609" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/cortina.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13608];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13609" alt="Cortina de fumaça após explosões na fronteira entre Turquia e Síria: combates com EI cada dia mais violentos" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/cortina-340x214.jpg" width="340" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Cortina de fumaça após explosões na fronteira entre Turquia e Síria: combates com EI cada dia mais violentos. Efe</p></div>
<p>Cerca de 1.200 pessoas morreram em dois meses na cidade síria de Kobani, na fronteira com a Turquia, informou neste domingo (16/11) o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. Segundo a ONG, os militantes do EI (Estado Islâmico) e combatentes curdos representam a maioria das baixas.</p>
<p>Nesta madrugada, a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realizou pelo menos sete ataques noturnos intensos na região, relatou o jornalista curdo sírio, Mustafa Abdi, que está no lado turco da fronteira, à <em>AFP</em>. Segundo Abdi, Kobani passou da defesa para ataque contra os jihadistas, mas tal processo é lento, pois o EI colocou muitas minas no local.</p>
<p>Em setembro, o grupo extremista sunita lançou uma ofensiva contra a região de Kobani, ameaçando a vida de diversos civis curdos sírios, que tentaram fugir para a vizinha Turquia.</p>
<div id="attachment_13610" style="width: 350px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/el.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13608];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13610" alt="De um lado, o EI está ganhando forças e, do outro, nós somos horrivelmente ameaçados na Turquia', relata Wasiq" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/el-340x243.jpg" width="340" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">De um lado, o EI está ganhando forças e, do outro, nós somos horrivelmente ameaçados na Turquia&#8217;, relata Wasiq</p></div>
<p>&#8220;Há milhares de pessoas abandonadas do lado da Síria e ninguém mais está vindo até aqui para perguntar como estão essas pessoas. Como elas estão conseguindo sobreviver sem comida, água e teto por tantos dias? Não há imprensa aqui, nem local nem internacional. Para onde foram todos os que desapareceram?”,  questiona Wasiq Mam, um refugiado curdo sírio de 45 anos que conseguiu fugir de Kobani para a Turquia, em <a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/38404/fugindo+de+kobani+alivio+e+culpa.shtml" target="_blank">relato de acesso exclusivo</a> de <em><strong>Opera Mundi.</strong></em></p>
<p>“Nós estamos sendo sacrificados, da mesma maneira que já fomos sacrificados antes na história. Nós sabemos que, enquanto nossa juventude derrama seu sangue e é decapitada por terroristas de sangue frio, o mundo de sangue frio está assistindo em silêncio”, acrescentou Mam.</p>
<p>Em meio ao desastre humanitário em Kobani, a Turquia foi criticada pela coalizão liderada pelos EUA e pressionada a tomar mais atitudes para impedir a expansão do EI.  Em virtude de um <a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/38085/adversarios+ha+20+anos+turcos+e+separatistas+curdos+sinalizam+luta+conjunta+contra+ei.shtml" target="_blank">h</a>istórico conflituoso<a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/38085/adversarios+ha+20+anos+turcos+e+separatistas+curdos+sinalizam+luta+conjunta+contra+ei.shtml" target="_blank"> </a>com os curdos, a política de Ancara por muito tempo se recusou a permitir a passagem dos milicianos curdos por sua fronteira, que é o único corredor de entrada para Kobani.</p>
<div id="attachment_13611" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/brin.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13608];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13611" alt="Crianças em campos de refugiados curdos: principais vítimas de expansão do Estado Islâmico na região são civis" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/brin-340x204.jpg" width="340" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças em campos de refugiados curdos: principais vítimas de expansão do Estado Islâmico na região são civis</p></div>
<p>No início de outubro, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, chegou a afirmar que seu governo não daria apoio às milícias curdas em Kobani por considerá-las<a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/38255/turquia+diz+que+curdos+sao+terroristas+e+resiste+a+fornecer+apoio+contra+ei+na+fronteira+siria.shtml" target="_blank"> </a>“terroristas”, já que as autoridades turcas têm uma frágil relação com os combatentes do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão), embora este grupo não represente a totalidade dos milicianos curdos na luta contra o EI.</p>
<p>No fim de outubro, a Turquia mudou o tom e decidiu ajudar as tropas curdo-iraquianas a atravessar o território turco para chegar à Kobani, cercada pelo grupo extremista. Contudo, o número de mortes na região continua a subir e a situação em Kobani ainda não está sob controle.</p>
<p>Fonte:<a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/38547/" target="_blank"> Ópera Mundi</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/11/crise-humanitaria-em-kobani-ja-deixou-quase-1-200-mortos-denuncia-ong/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Papa recebe arcebispo iraquiano: a realidade cristã no país</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/11/papa-recebe-arcebispo-iraquiano-a-realidade-crista-no-pais/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/11/papa-recebe-arcebispo-iraquiano-a-realidade-crista-no-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2014 23:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13592</guid>
		<description><![CDATA[O Papa Francisco encontrou-se na manhã de sábado, 15, com o arcebispo caldeu de Arbil, no Iraque. Após a audiência, Dom Bashar Matte Warda falou ao jornal L’Osservatore Romano. “Bergoglio nos encorajou a continuarmos nosso serviço de acolhimento e assistência aos refugiados da cidade de Mosul e da Planície de Nínive. O Pontífice nos garantiu a sua proximidade e nos animou a receber nossos irmãos. Estamos acolhendo 12 mil famílias em Arbil, 6 mil em Duhok e 2 mil em Kirkuk e Sulaiamnia”. O Arcebispo adiantou também ter agradecido o Papa Bergoglio “pelo modo em que manifesta a sua proximidade <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/papa-recebe-arcebispo-iraquiano-a-realidade-crista-no-pais/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/va.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13592];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13593" alt="va" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/va-340x232.jpg" width="340" height="232" /></a>O Papa Francisco encontrou-se na manhã de sábado, 15, com o arcebispo caldeu de Arbil, no Iraque.</p>
<p>Após a audiência, Dom Bashar Matte Warda falou ao jornal L’Osservatore Romano. “Bergoglio nos encorajou a continuarmos nosso serviço de acolhimento e assistência aos refugiados da cidade de Mosul e da Planície de Nínive. O Pontífice nos garantiu a sua proximidade e nos animou a receber nossos irmãos. Estamos acolhendo 12 mil famílias em Arbil, 6 mil em Duhok e 2 mil em Kirkuk e Sulaiamnia”.</p>
<p>O Arcebispo adiantou também ter agradecido o Papa Bergoglio “pelo modo em que manifesta a sua proximidade e de toda a Igreja, que se traduz em ajudas concretas que chegam através da caridade pessoal do Pontífice e de organismos como a Associação Ajuda à Igreja que Sofre e a Conferência Episcopal Italiana, CEI, ambas particularmente ativas”.</p>
<p>Dom Warda falou também da “gratidão de todas as famílias descendentes dos primeiros cristãos, que em seu êxodo, bateram em nossas portas pedindo segurança, alimentos, água, um teto. Desde a chegada dos primeiros, na noite de 7 de agosto, nós abrimos todas as igrejas, oratórios, escolas, edifícios em construção, parques e jardins: hospedamos 125 mil refugiados em 24 horas”.</p>
<p>“Estes irmãos atravessaram o mar da violência para chegar às nossas cidades, consideradas mais seguras, e nós, bispos católicos e ortodoxos, unificamos nossos esforços e com a colaboração de muitos padres, religiosos, religiosas e leigos, fizemos o que pudemos para oferecer um apoio material e espiritual”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.news.va/pt/news/papa-recebe-arcebispo-iraquiano-a-realidade-crista" target="_blank">News.Va</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/11/papa-recebe-arcebispo-iraquiano-a-realidade-crista-no-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nascidas no refúgio, crianças sírias enfrentam risco de apatridia</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/11/nascidas-no-refugio-criancas-sirias-enfrentam-risco-de-apatridia/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/11/nascidas-no-refugio-criancas-sirias-enfrentam-risco-de-apatridia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2014 23:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.ikmr.org/?p=13563</guid>
		<description><![CDATA[Em meio à tragédia de crianças sírias nascendo no refúgio, uma outra catástrofe se desenrola de forma oculta. Sem documentos e sem ter como provar sua nacionalidade, muitas destas crianças refugiadas correm o risco de tornarem-se apátridas, um futuro incerto e perigoso. A apatridia é um problema que afeta pelo menos 10 milhões de pessoas em todo o mundo.  Apátridas são muitas vezes incapazes de obter documentos de identidade e sofrem severas restrições em seus direitos básicos, assim como em sua liberdade de ir e vir. Crianças não registradas estão especialmente em risco de se tornarem apátridas, sem certidões de <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/nascidas-no-refugio-criancas-sirias-enfrentam-risco-de-apatridia/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13564" style="width: 410px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/apatridia.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13563];player=img;"><img class="size-full wp-image-13564" alt="Jovem mãe síria atravessa a fronteira com a Jordânia com seu filho de um mês. Crianças sírias nascidas no exílio são particularmente vulneráveis à apatridia." src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/apatridia.jpg" width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Jovem mãe síria atravessa a fronteira com a Jordânia com seu filho de um mês. Crianças sírias nascidas no exílio são particularmente vulneráveis à apatridia.</p></div>
<p>Em meio à tragédia de crianças sírias nascendo no refúgio, uma outra catástrofe se desenrola de forma oculta. Sem documentos e sem ter como provar sua nacionalidade, muitas destas crianças refugiadas correm o risco de tornarem-se apátridas, um futuro incerto e perigoso.</p>
<p>A apatridia é um problema que afeta pelo menos 10 milhões de pessoas em todo o mundo.  Apátridas são muitas vezes incapazes de obter documentos de identidade e sofrem severas restrições em seus direitos básicos, assim como em sua liberdade de ir e vir.</p>
<p>Crianças não registradas estão especialmente em risco de se tornarem apátridas, sem certidões de nascimento, falta a elas um dos principais meios de provar sua nacionalidade. A elas também pode ser negado acesso a saúde e educação, além de enfrentarem um maior risco de exploração, como o tráfico para prostituição, adoção ilegal ou trabalho infantil.</p>
<p>O Diretor de Proteção Internacional do ACNUR, Volker Türk, disse que muitas crianças refugiadas não puderam adquirir uma documentação que comprove que são cidadãs sírias. &#8220;A menos que isso possa ser resolvido em uma data posterior, essas crianças podem ser ficar sem nacionalidade&#8221;, observou.</p>
<p>Em uma tentativa para resolver este e outros problemas relacionados à apatridia, o ACNUR lançou esta semana uma campanha global que visa acabar com apatridia dentro de 10 anos. Juntamente com um relatório especial sobre o assunto, a campanha apresenta um plano de ação global de 10 pontos para erradicar a apatridia, que busca tanto resolver as crises existentes quanto assegurar que nenhuma criança nasce sem nacionalidade no futuro.</p>
<p>Desde o início do conflito sírio, em 2011, mais de 50 mil crianças sírias nasceram no exílio em países vizinhos. Pela lei síria, a nacionalidade só pode ser passada para uma criança pelo pai. Em meio a uma guerra que tirou centenas de milhares de crianças sírias de seus pais, isso tem aumentado dramaticamente o risco de apatridia.</p>
<p>Rasha * deu à luz suas filhas gêmeas na Jordânia, depois de fugir da Síria grávida e sozinha. Seu marido Sayid foi preso na Síria depois de recusar o serviço militar obrigatório, e ela nunca mais ouvir falar dele desde então.</p>
<p>&#8220;Não era seguro para eu ficar depois disso &#8211; eu fugi imediatamente, sem quaisquer documentos&#8221;, disse ao ACNUR. &#8220;Agora as minhas filhas não podem ter certidões de nascimento porque eu não tenho meus papéis de casamento e não tenho um marido ao meu lado. Eu não tenho nenhuma maneira de provar que minhas meninas são sírias, e eu não posso passar minha nacionalidade por minha conta.&#8221;</p>
<p>Mesmo quando o pai está presente, na maioria dos países que acolhem refugiados, só é possível os pais registrarem nascimento com uma certidão de casamento oficial. Porém, muitos dos que fogem são obrigados a deixar tudo para trás, ou, como relatam, seus documentos se perdem ou são destruídos durante a fuga.</p>
<p>Em consequência, uma pesquisa do ACNUR indica que 70% das crianças sírias nascidas no Líbano estão sem uma certidão de nascimento oficial &#8211; uma situação que pode estar se refletindo amplamente em toda a região.</p>
<p>Não é possível obter legalmente uma certidão de nascimento no país de acolhida, alguns refugiados correm riscos enormes para tentar resolver a situação. Algumas mães relatam contrabando de seus recém-nascidos para o outro lado da fronteira com a Síria, a fim de registrá-los como se tivessem nascido lá. Outros dizem que seus maridos ou outros membros da família voltaram para a Síria para tentar obter os documentos necessários, e nunca mais voltaram.</p>
<p>Para tentar resolver o problema, o ACNUR e seus parceiros distribuíram mais de 250 mil folhetos sobre os procedimentos de registo de nascimento, e animações sobre o tema são mostrados para milhares de refugiados a cada dia em centros de registo e comunidades de toda a região.</p>
<p>&#8220;O ACNUR também está trabalhando em parceria com os governos e as comunidades de refugiados para resolver a situação&#8221;, acrescenta Türk. &#8220;Iniciativas de assistência jurídica foram estabelecidas no Líbano, na Jordânia e no Iraque para ajudar famílias de refugiados a concluir o procedimento se encontrar dificuldades. São cerca de 3 mil famílias refugiadas aconselhadas a cada mês, somente no Líbano, sobre regitro de nascimento.</p>
<p>Países de acolhida também estão adotando uma abordagem flexível para registrar nascimentos de refugiados em seu território. As autoridades jordanianas estabeleceram departamentos de registro civil e tribunais dentro dos dois principais campos de refugiados do país, Za&#8217;atari e Azraq, para ajudar sírios que passariam dificuldades a acessar órgãos do governo nas cidades.</p>
<p>O objetivo final é assegurar o registro de todas as crianças sírias nascidas no exílio, a fim de salvaguardar os seus direitos e proteção como refugiadas e, uma vez que as condições no interior da Síria permitam, preparar as bases para que retornem em segurança.</p>
<p><i>* Nome modificado por razões de proteção</i></p>
<p><i>Por Amit Sen e Charlie Dunmore em Amã, Jordânia, e Ana Pollard em Beirut, Líbano</i></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/noticias/noticia/nascidas-no-refugio-criancas-sirias-enfrentam-risco-de-apatridia/" target="_blank">ACNUR</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.ikmr.org/2014/11/nascidas-no-refugio-criancas-sirias-enfrentam-risco-de-apatridia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
