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	<title>IKMR &#187; Questões Globais</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>Angelina Jolie encontra o papa após exibição de &#8216;Invencível&#8217; no Vaticano</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 16:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pontífice não esteve presente na sessão do novo filme da atriz e diretora. Filme sobre o atleta olímpico Louis Zamperini estreia na próxima quinta. A atriz de Hollywood Angelina Jolie encontrou o papa Francisco, nesta quinta-feira (8), após a exibição no Vaticano do filme &#8220;Invencível&#8221;, dirigido por ela, informou o Vaticano. O papa não esteve presente à exibição, mas Jolie, que é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), e dois de seus filhos, encontraram brevemente o papa logo após, disse um porta-voz. O marido de Jolie, Brad Pitt, não estava presente. Jolie, de 39 <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/angelina-jolie-encontra-o-papa-apos-exibicao-de-invencivel-no-vaticano/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Pontífice não esteve presente na sessão do novo filme da atriz e diretora. Filme sobre o atleta olímpico Louis Zamperini estreia na próxima quinta.</h2>
<div id="attachment_13751" style="width: 444px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/jolie.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13750];player=img;"><img class=" wp-image-13751 " alt="Angelina Jolie encontrou o papa Francisco nesta quinta-feira (8), no Vaticano (Foto: REUTERS/Osservatore Romano)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/jolie.jpg" width="434" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Angelina Jolie encontrou o papa Francisco nesta quinta-feira (8), no Vaticano (Foto: REUTERS/Osservatore Romano)</p></div>
<p>A atriz de Hollywood Angelina Jolie encontrou o papa Francisco, nesta quinta-feira (8), após a exibição no Vaticano do filme &#8220;Invencível&#8221;, dirigido por ela, informou o Vaticano.</p>
<p>O papa não esteve presente à exibição, mas Jolie, que é embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), e dois de seus filhos, encontraram brevemente o papa logo após, disse um porta-voz. O marido de Jolie, Brad Pitt, não estava presente.</p>
<p>Jolie, de 39 anos, dirigiu o filme sobre o atleta olímpico dos Estados Unidos e herói da Segunda Guerra Mundial Louis Zamperini, cujo avião foi abatido sobre o Pacífico durante a guerra. O filme, que estreia na próxima quinta (15), conta a história de sobrevivência de Zamperini em um bote e seu posterior calvário como detento em um campo para prisioneiros de guerra.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2015/01/angelina-jolie-encontra-o-papa-apos-exibicao-de-invencivel-no-vaticano.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>ONU diz que 15 milhões de crianças foram vítimas de conflitos em 2014</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/onu-diz-que-15-milhoes-de-criancas-foram-vitimas-de-conflitos-em-2014/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 00:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) declarou nesta segunda-feira (8) que 2014 foi um ano devastador para as crianças, já que até 15 milhões delas foram vitimadas por conflitos na República Centro-Africana, Iraque, Sudão do Sul, Síria, Ucrânia e territórios palestinos. O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que o grande número de crises fez com que muitas crianças fossem esquecidas ou não tivessem atenção no noticiário, como aquelas no Afeganistão, República Democrática do Congo, Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão e Iêmen. No mundo todo, o Unicef declarou haver cerca de 230 milhões de crianças vivendo em países <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/onu-diz-que-15-milhoes-de-criancas-foram-vitimas-de-conflitos-em-2014/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13701" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/g1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13700];player=img;"><img class="size-full wp-image-13701" alt="Criança síria que, com a família, fugiu de Homs é vista junto à fronteira com o Líbano (Foto: AP)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/g1.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Criança síria que, com a família, fugiu de Homs é<br />vista junto à fronteira com o Líbano (Foto: AP)</p></div>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) declarou nesta segunda-feira (8) que 2014 foi um ano devastador para as crianças, já que até 15 milhões delas foram vitimadas por conflitos na República Centro-Africana, Iraque, Sudão do Sul, Síria, Ucrânia e territórios palestinos.</p>
<p>O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que o grande número de crises fez com que muitas crianças fossem esquecidas ou não tivessem atenção no noticiário, como aquelas no Afeganistão, República Democrática do Congo, Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão e Iêmen.</p>
<p>No mundo todo, o Unicef declarou haver cerca de 230 milhões de crianças vivendo em países e regiões afetados por conflitos armados.</p>
<p>“Crianças foram mortas enquanto estudavam na sala de aula e dormiam em suas camas; foram feitas órfãs, sequestradas, torturadas, recrutadas, estupradas e até vendidas como escravas”, afirmou Lake em comunicado. “Em nenhum momento da história recente tantas crianças foram sujeitadas a uma brutalidade tão indescritível”.</p>
<p>Também surgiram ameaças significativas à saúde e ao bem-estar infantil, como o surto de ebola em Guiné, Libéria e Serra Leoa, no oeste da África, que deixou milhares de órfãos e cerca de cinco milhões de crianças fora da escola.</p>
<p>“A violência e o trauma fazem mais que prejudicar as crianças individualmente – elas minam a força das sociedades”, disse Lake.</p>
<p><strong>Violência em números</strong><br />
Na República Centro-Africana, onde as retaliações da violência sectária desabrigaram um quinto da população, cerca de 2,3 milhões de crianças são afetadas pelo conflito, e acredita-se que até 10 mil tenham sido recrutadas por grupos armados durante o ano passado e mais de 430 tenham sido mortas ou mutiladas, disse o Unicef.</p>
<p>Cerca de 538 crianças perderam a vida e 3.370 ficaram feridas no território palestino da Faixa de Gaza durante a guerra de 50 dias entre soldados de Israel e militantes do Hamas, informou a entidade.</p>
<p>Na Síria, o Unicef disse que mais de 7,3 milhões de crianças foram atingidas pela guerra civil, incluindo 1,7 milhão que fugiram do país. No vizinho Iraque, cerca de 2,7 milhões de crianças foram afetadas pelo conflito, acrescentou, e se acredita que pelo menos 700 foram mutiladas ou mortas este ano.</p>
<p>“Nos dois países, crianças foram vítimas, testemunhas e até perpetradoras de episódios de violência cada vez mais brutais e extremos”, disse o Unicef.</p>
<p>Cerca de 750 mil crianças ficaram desabrigadas no Sudão do Sul e 320 mil vivem como refugiadas. A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que mais de 600 crianças foram mortas e que mais de 200 foram mutiladas neste ano, e cerca de 12 mil estão sendo usadas por grupos armados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/12/onu-diz-que-15-milhoes-de-criancas-foram-vitimas-de-conflitos-em-2014.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Papa homenageia os ‘santos desconhecidos’ em comemoração ao Dia de Todos os Santos</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/11/papa-homenageia-os-santos-desconhecidos-em-comemoracao-ao-dia-de-todos-os-santos/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2014 20:40:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Francisco lembrou dos refugiados de guerras que, para ele, são tratados como “não humanos” O papa Francisco rendeu uma homenagem, neste sábado, a quem qualificou de “santos desconhecidos”, aquelas pessoas que fogem da guerra, da fome, da pobreza, os desempregados e os desamparados. Francisco comemorou o Dia de Todos os Santo do 1º de novembro com uma missa e uma homilia no cemitério Verano, na capital italiana. Segundo a AP, o pontífice saludou a quem se vê obrigado a fugir de seus lares e povos para salvar a vida, arriscando-se na fome, nas doenças e no frio. Lamentou que às <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/papa-homenageia-os-santos-desconhecidos-em-comemoracao-ao-dia-de-todos-os-santos/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco lembrou dos refugiados de guerras que, para ele, são tratados como “não humanos”</p>
<div id="attachment_13535" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/francis.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13534];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13535" alt="Papa Francisco celebra missa no cemitério Verano, em Roma, pela ocasião do Dia de Todos os Santos - Alessandra Tarantino / AP " src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/francis-340x147.jpg" width="340" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Papa Francisco celebra missa no cemitério Verano, em Roma, pela ocasião do Dia de Todos os Santos &#8211; Alessandra Tarantino / AP</p></div>
<p>O papa Francisco rendeu uma homenagem, neste sábado, a quem qualificou de “santos desconhecidos”, aquelas pessoas que fogem da guerra, da fome, da pobreza, os desempregados e os desamparados. Francisco comemorou o Dia de Todos os Santo do 1º de novembro com uma missa e uma homilia no cemitério Verano, na capital italiana.</p>
<p>Segundo a AP, o pontífice saludou a quem se vê obrigado a fugir de seus lares e povos para salvar a vida, arriscando-se na fome, nas doenças e no frio. Lamentou que às vezes as pessoas consideram refugiados, incluindo crianças famintas e doentes, “como se fossem outra espécie e não humanos”.</p>
<p>Para Francisco, estes “santos desconhecidos” são santificados por meio da aflição. Em sua pregação constante pelos pobres, o papa disse que essas vítimas exigem paz, pão e trabalho. Comentando sobre o inverno boreal que se aproxima, o papa declarou:</p>
<p>— Agora começa o frio: estes pobres que têm que fugir de suas casas, seus povos, no deserto, para salvar suas vidas e vivem em cabanas, têm frio e fome e carecem de medicamentos.</p>
<p>No mesmo momento, segundo a AFP, Francisco denunciou a cultura da “destruição” do homem moderno que o leva a “devastar a vida, a cultura, os valores, a esperança”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/sociedade/religiao/papa-homenageia-os-santos-desconhecidos-em-comemoracao-ao-dia-de-todos-os-santos-14438411" target="_blank">O Globo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Nações Unidas apoiam iniciativa de valorização do voluntariado a favor do desenvolvimento global</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/nacoes-unidas-apoiam-iniciativa-de-valorizacao-do-voluntariado-a-favor-do-desenvolvimento-global/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 00:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado 500 dias antes do prazo final para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio serem atingidos, o site da iniciativa ‘500 Days 500 Ways’ conta uma nova história de voluntariado a cada dia. O programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) está apoiando a iniciativa ‘500 Days 500 Ways‘ (500 Dias 500 Caminhos), que tem o objetivo de chamar atenção à variedade de maneiras que as ações de voluntariado podem favorecer o desenvolvimento sustentável em diversos continentes. Lançado 500 dias antes do prazo final para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio serem atingidos, o site da iniciativa conta uma nova história <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/nacoes-unidas-apoiam-iniciativa-de-valorizacao-do-voluntariado-a-favor-do-desenvolvimento-global/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado 500 dias antes do prazo final para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio serem atingidos, o site da iniciativa ‘500 Days 500 Ways’ conta uma nova história de voluntariado a cada dia.</p>
<div id="attachment_13470" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/professora.png" rel="shadowbox[sbpost-13469];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13470" alt="Professora do Programa de Voluntários das Nações Unidas alfabetiza crianças em Burkina Faso, na África. Foto: PNUD." src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/professora-340x210.png" width="340" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Professora do Programa de Voluntários das Nações Unidas alfabetiza crianças em Burkina Faso, na África. Foto: PNUD.</p></div>
<p>O programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) está apoiando a iniciativa ‘500 Days 500 Ways‘ (<em>500 Dias 500 Caminhos</em>), que tem o objetivo de chamar atenção à variedade de maneiras que as ações de voluntariado podem favorecer o desenvolvimento sustentável em diversos continentes.</p>
<p>Lançado 500 dias antes do prazo final para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio serem atingidos, o site da iniciativa conta uma nova história de voluntariado a cada dia. O objetivo é mostrar a importância dessas atividades para a cooperação a favor do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Todos os dias, milhões de pessoas disponibilizam seu tempo para fazer parte de lutas comunitárias, locais, nacionais e internacionais contra a pobreza. Os voluntários – de todas as idades e de muitos lugares do mundo – trabalham de diferentes formas para auxiliar algumas das populações mais pobres do mundo.</p>
<p>Apesar de nem sempre visíveis, as iniciativas voluntárias já trouxeram grandes contribuições para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Além de assistência técnica e financeira, soluções e abordagens sociais que envolvam o contato entre pessoas são essenciais para que sejam obtidos os progressos desejados para o mundo atual.</p>
<p>Todos os anos, mais de 7 mil mulheres e homens de mais de 170 nacionalidades participam do programa de Voluntários das Nações Unida em mais de 140 países. Suas atividades trabalham a favor da redução da pobreza, do fomento à governança democrática, da promoção de políticas ambientais, do fortalecimento de recursos para prevenir e responder a crises e da luta contra o aumento de doenças como o HIV/AIDS.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/nacoes-unidas-apoiam-iniciativa-de-valorizacao-do-voluntariado-a-favor-do-desenvolvimento-global/" target="_blank">ONU</a></p>
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		<title>Uma aliança pelo humanitarismo</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/uma-alianca-pelo-humanitarismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 00:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Ajuda humanitária salva muitas vidas humanas. Um dos atores mais importantes é a UE. Violência e desespero marcam, há três anos, o cotidiano de muita gente na Síria. Mais de 191 000 pessoas foram mortas na guerra civil, segundo os dados das NAÇÕES UNIDAS (ONU). Numerosas moradias, escolas e hospitais foram destruídos. Muitos sírios só veem uma saída: eles abandonam o país. No final de setembro de 2014, o comissariado de refugiados da ONU falou de mais de 3 milhões de refugiados sírios e o Secretariado das NAÇÕES UNIDAS para a Ajuda Humanitária (OCHA) estimou em 6,5 milhões o número dos <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/uma-alianca-pelo-humanitarismo/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ajuda humanitária salva muitas vidas humanas. Um dos atores mais importantes é a UE.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/ajuda.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13441];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13442" alt="ajuda" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/ajuda-340x191.jpg" width="340" height="191" /></a>Violência e desespero marcam, há três anos, o cotidiano de muita gente na Síria. Mais de 191 000 pessoas foram mortas na guerra civil, segundo os dados das NAÇÕES UNIDAS (ONU). Numerosas moradias, escolas e hospitais foram destruídos. Muitos sírios só veem uma saída: eles abandonam o país. No final de setembro de 2014, o comissariado de refugiados da ONU falou de mais de 3 milhões de refugiados sírios e o Secretariado das NAÇÕES UNIDAS para a Ajuda Humanitária (OCHA) estimou em 6,5 milhões o número dos desterrados dentro do próprio país – a maior catástrofe de refugiados há muitos anos. No ano de 2013, o número de pessoas em fuga em todo o mundo aumentou para 51,2 milhões – o maior número desde a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Com frequência, sua última esperança é a ajuda do exterior. A União Europeia (UE) foi a mais importante financiadora da ajuda humanitária no mundo em 2013. Ela contribuiu com mais de 1,3 bilhão de euros. Somados à ajuda prestada pelos seus países membros, isto corresponde à metade das verbas mundiais destinadas à ajuda humanitária. Na Síria, por exemplo, a UE pôs à disposição 350 milhões de euros adicionais aos recursos dos anos anteriores e apoiou também os países vizinhos, que acolheram refugiados, com material de ajuda como ambulâncias, aparelhos de calefação e artigos de higiene. Desde a deflagração da guerra civil, a Europa pôs à disposição mais de 2,8 bilhões de euros.</p>
<p>Inúmeros outros conflitos e catástrofes ocupam o mundo ininterruptamente – e, praticamente em todas as partes, a União Europeia tenta ajudar. E nisto, não faz diferença se a situação de emergência foi causada por guerra ou catástrofe natural. Pois no centro da ajuda estão sempre as pessoas.</p>
<p>A maior parte do orçamento da União Europeia para as medidas humanitárias destina-se à ajuda alimentar – as pessoas recebem gêneros alimentícios, dinheiro, vales, sementes e adubos. Além disto, ajuda-se também com alojamentos, água potável pura, assistência médica e instalações sanitárias.</p>
<p>A UE não atua, no entanto, diretamente. Ela apoia cerca de 200 parceiros, que prestam assistência nos respectivos países – entre eles, as NAÇÕES UNIDAS (ONU), organizações não governamentais ou consórcios como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha ou a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. A coordenação das concessões de ajuda da UE é assumida pela Direção Geral de Ajuda Humanitária e Prevenção de Catástrofes, cuja sigla é ECHO. “Desde 2010, estas duas questões estão unidas sob o mesmo teto, sua junção torna a coordenação da ajuda ainda mais eficiente”, esclarece Kim Eling. O ALEMÃO é subchefe de gabinete no setor de ajuda humanitária e prevenção de catástrofes da UE. Na Direção Geral de Ajuda Humanitária e Prevenção de Catástrofes trabalham 811 funcionários – 460 deles atuam num total de 44 dependências no exterior. Entre outras coisas, eles controlam os projetos financiados pela União Europeia. Os demais funcionários atuam a partir de Bruxelas.</p>
<p>Salvar vidas humanas, reduzir o sofrimento: estas são as metas, tanto da ajuda humanitária, como da prevenção de catástrofes. “A ajuda humanitária é concedida sobretudo a países fora da UE e disponibiliza ajudas financeiras a organizações independentes”, segundo Eling. Já a prevenção de catástrofes concede ajuda imediata também dentro da UE. E recorre a entidades estatais como o serviço ALEMÃO Technisches Hilfswerk (THW). Quase todos os 80 000 integrantes do THW trabalham como voluntários – e muito: em 2013, estiveram em ação durante 1,9 milhões de horas trabalhadas. Os assistentes têm seu melhor desempenho através de cooperação com outras organizações. Por isto, surgiu em 1991 a ideia de coordenar os programas de ajuda dentro da UE. Naquele ano, inúmeras crises humanitárias, em países como o Afeganistão, Myanmar, Ruanda, Sri Lanka ou Sudão, preocupavam o mundo. Os então doze países membros da UE decidiram fortalecer sua cooperação. Já em 1992, ano da sua fundação, a ECHO pôde dar provas da sua competência: a guerra na antiga Iugoslávia deixou centenas de milhares de pessoas famintas, traumatizadas e banidas da sua terra natal. A UE enviou, entre outras coisas, 300 000 toneladas de gêneros alimentícios, cobertores, colchões e artigos de higiene para a região. Nunca antes, uma organização internacional tinha prestado ajuda humanitária de tais proporções a uma região.</p>
<p>Ao lado de tais ajudas coordenadas entre si, todos os países da UE têm também seus programas próprios. Na Alemanha, o Ministério Federal das Relações Externas é responsável desde 2012 por toda a ajuda humanitária do governo ALEMÃO no exterior. Anteriormente, a responsabilidade também era em parte do Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ). De modo semelhante à União Europeia, também o Ministério Federal das Relações Externas fomenta projetos de ajuda – em 2013, num montante de mais de 358 milhões de euros. Os programas dos países membros da UE, as medidas da ECHO e todos os demais programas mundiais de ajuda são coordenados pela ONU. “As medidas humanitárias da UE e seus países membros permanecem visíveis, mas integram uma ação global”, esclarece o perito Kim Eling. Além disto, os assistentes comprometem-se a agir dentro dos quatro princípios – neutralidade, humanidade, independência e imparcialidade. A importância destes princípios básicos cresce, pois necessita-se cada vez mais de ajuda: para 2014, a ONU calculou um valor-teto de 13 bilhões de euros para todo o mundo.</p>
<p>Maior necessidade significa também mais trabalho. Por isto, a UE emprega cada vez mais voluntários. Na nova iniciativa “EU Aid Volunteers”, ela treina cidadãos engajados para a ajuda humanitária. A partir de 2015, os voluntários viajarão a regiões de catástrofe em todo o mundo e apoiarão as organizações de ajuda no seu trabalho. Inicialmente, o projeto durará até 2020. Até lá, a meta é formar mais de 18 000 cidadãos da UE como voluntários da assistência humanitária. Desta maneira deverão ser formadas também as lideranças do futuro.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.deutschland.de/pt/topic/politica/paz-seguranca/uma-alianca-pelo-humanitarismo" target="_blank">DE</a></p>
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		<title>Não podemos nos resignar a pensar no Oriente Médio sem os cristãos, diz o Papa</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/nao-podemos-nos-resignar-a-pensar-no-oriente-medio-sem-os-cristaos-diz-o-papa/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 23:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Papa Francisco pediu nesta segunda-feira que não nos resignemos à existência de um Oriente Médio sem cristãos, especialmente no Iraque e Síria, onde o Estado Islâmico (EI) está aplicando “um terrorismo de dimensões antes inimagináveis” e frente ao qual a comunidade internacional deve intervir de maneira adequada. O Papa fez este chamado durante o Consistório do Oriente Médio, onde também foram apresentadas as causas de canonização do Beato José Vaz e da religiosa Maria Cristina da Imaculada Conceição. Participaram deste evento 86 representantes, entre cardeais, patriarcas e os Superiores da Secretaria de Estado. O Santo Padre recordou que “temos em <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/nao-podemos-nos-resignar-a-pensar-no-oriente-medio-sem-os-cristaos-diz-o-papa/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/cruz.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13454];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-13455" alt="cruz" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/cruz.jpg" width="300" height="166" /></a>O Papa Francisco pediu nesta segunda-feira que não nos resignemos à existência de um Oriente Médio sem cristãos, especialmente no Iraque e Síria, onde o Estado Islâmico (EI) está aplicando “um terrorismo de dimensões antes inimagináveis” e frente ao qual a comunidade internacional deve intervir de maneira adequada.</p>
<p>O Papa fez este chamado durante o Consistório do Oriente Médio, onde também foram apresentadas as causas de canonização do Beato José Vaz e da religiosa Maria Cristina da Imaculada Conceição. Participaram deste evento 86 representantes, entre cardeais, patriarcas e os Superiores da Secretaria de Estado.</p>
<p>O Santo Padre recordou que “temos em comum o desejo de paz e de estabilidade no Oriente Médio e a vontade de favorecer a resolução dos conflitos através do diálogo, da reconciliação e do empenho político”, assim como “dar a maior ajuda possível às comunidades cristãs para apoiar sua permanência na região”.</p>
<p>“Como tive a oportunidade de reiterar várias vezes, não podemos nos resignar a pensar no Oriente Médio sem os cristãos, que há dois mil anos confessam o nome de Jesus”, expressou o Papa.</p>
<p>Entretanto, denunciou, “os últimos acontecimentos, sobretudo no Iraque e na Síria, são muito preocupantes. Assistimos a um fenômeno de terrorismo de dimensões antes inimagináveis. Tantos nossos irmãos são perseguidos e tiveram que deixar suas casas também de maneira brutal. Parece que se perdeu a consciência do valor da vida humana, parece que a pessoa não conta e pode ser sacrificada por outros interesses. E tudo isso, infelizmente, na indiferença de tantos”.</p>
<p>“Esta situação injusta requer, além da nossa constante oração, uma adequada resposta também por parte da Comunidade Internacional”, assinalou o Papa.</p>
<p>Nesse sentido, manifestou aos assistentes seu desejo de que com a ajuda do Senhor, no encontro de hoje brotem “reflexões e sugestões para poder ajudar os nossos irmãos que sofrem e para ir ao encontro do drama da redução da presença cristã na terra onde nasceu e de onde se difundiu o cristianismo”.</p>
<p>A Santa Sé informou que no Consistório intervieram aproximadamente 30 pessoas, entre patriarcas e cardeais, onde se descreveu a situação e os problemas principais das Igrejas no Iraque, Síria, Egito, Terra Santa, Jordânia, Líbano e outros países da região.</p>
<p>Os representantes assinalaram que o Oriente Médio necessita urgentemente repensar o seu futuro. “Ressaltou-se a importância de Jerusalém, como ‘capital da fé’ para as três grandes religiões monoteístas e ficou em evidência a necessidade de chegar a uma solução do conflito israelense-palestino e sírio. Ante as violências cometidas pelo Estado Islâmico se reiterou que não se pode matar em nome de Deus”.</p>
<p>Nesse sentido se pediu à comunidade internacional que garanta aos refugiados cristãos “a possibilidade de retornar o mais rápido possível a suas casas, estabelecendo ‘zonas de segurança’, por exemplo, na planície de Nínive”. Também se exortou a não esquecer-se dos sequestrados no Oriente Médio.</p>
<p>Além disso, foi defendido o direito fundamental à liberdade religiosa, de culto e consciência. Nesse sentido, exigiu-se “que sejam reconhecidos para os cristãos todos os direitos civis dos outros cidadãos, sobretudo, nos países onde atualmente a religião não está separada do Estado”.</p>
<p>Indicaram que “um Oriente Médio sem cristãos seria uma grave perda para todos, já que têm um papel fundamental para manter o equilíbrio nessa zona e por seu grande compromisso no âmbito da educação”. “É essencial alentar os cristãos para que permaneçam no Oriente Médio e perseverem em sua missão, também porque contribuíram ao bem-estar dos países onde vivem”.</p>
<p>No caso dos cristãos que emigram, pediram que sejam acolhidos nas Igrejas e países onde chegam, e que tenham as “estruturas pastorais adequadas para os diversos ritos”. É necessário continuar com “o envio de ajudas humanitárias ao Oriente Médio para que os cristãos se sintam animados a permanecerem em suas terras e a cultivarem as diversas manifestações de solidariedade possíveis por parte das Igrejas de outros países, por exemplo, com viagens e peregrinações”.</p>
<p>Do mesmo modo, assinalaram que no Oriente Médio os livros escolares não falam “de forma positiva das religiões diferentes da do Estado”. Assinalaram que isso requer uma reflexão por parte das instituições locais; assim como de “um diálogo inter-religioso com os muçulmanos, partindo da base comum da razão e de uma autêntica cooperação ecumênica, para que todas as Igrejas do Oriente Médio façam ouvir uma única voz”.</p>
<p>O Patriarca maronita de Antioquia, Cardeal Bechara Boutros Rai, disse que a iniciativa do Papa de realizar este consistório e o encontro que teve há algumas semanas com os núncios do Oriente Médio manifestam a preocupação de Francisco pela situação dos cristãos.</p>
<p>O Cardeal disse à Rádio Vaticano que este interesse do Papa é de grande consolo moral para os cristãos e para os países dessa região, porque todos precisam de um apoio moral e também de um verdadeiro apoio diplomático, dado o papel e a importante influência da Santa Sé no âmbito internacional.</p>
<p>Fonte: <a href="http://encontrocomcristo.com.br/nao-podemos-nos-resignar-a-pensar-no-oriente-medio-sem-os-cristaos-diz-o-papa/" target="_blank">Encontro com Cristo</a></p>
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		<title>Santa Sé: &#8220;Cultura de inclusão é responsabilidade de todos&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 23:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, presidido pelo cardeal francês Jean-Louis Tauran, enviou na manhã de segunda-feira, 20, a tradicional mensagem para a festa ‘Deepavali’, que a comunidade hindu celebra este ano em 23 de outubro. O tema da festa, nesta edição, é “Promover juntos uma cultura de inclusão”, que enfrenta a questão da crescente discriminação, violência e exclusão em todo o mundo. A mensagem parte do pressuposto que a globalização abriu muitas fronteiras e forneceu novas oportunidades para desenvolver, entre outras coisas, melhores chances educacionais e de saúde. “Ela deu início a uma maior consciência da democracia e <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/santa-se-cultura-de-inclusao-e-responsabilidade-de-todos/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/incluso.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13450];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-13451" alt="inclusão" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/incluso.jpg" width="128" height="170" /></a>O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, presidido pelo cardeal francês Jean-Louis Tauran, enviou na manhã de segunda-feira, 20, a tradicional mensagem para a festa ‘Deepavali’, que a comunidade hindu celebra este ano em 23 de outubro.</p>
<p>O tema da festa, nesta edição, é “Promover juntos uma cultura de inclusão”, que enfrenta a questão da crescente discriminação, violência e exclusão em todo o mundo.</p>
<p>A mensagem parte do pressuposto que a globalização abriu muitas fronteiras e forneceu novas oportunidades para desenvolver, entre outras coisas, melhores chances educacionais e de saúde. “Ela deu início a uma maior consciência da democracia e da justiça social no mundo, e nosso planeta tornou-se verdadeiramente uma ‘aldeia global’, graças também aos modernos meios de comunicação e de transporte. No entanto, é preciso ressalvar que a globalização não atingiu o seu objetivo primordial de integrar as populações locais e a comunidade global. Em vez disso, a globalização tem contribuído significativamente para que muitos povos percam suas identidades socioculturais, econômicas e políticas”.</p>
<p>Os efeitos negativos da globalização também tiveram um impacto sobre as comunidades religiosas em todo o mundo e na verdade, a globalização tem contribuído para a fragmentação da sociedade e o aumento do relativismo e do sincretismo em questões religiosas. O fundamentalismo religioso e a violência étnica, tribal e sectária em diferentes partes do mundo hoje se expressam com manifestações de descontentamento, incerteza e insegurança entre os povos, especialmente os pobres e marginalizados, que foram excluídos dos benefícios da globalização.</p>
<p>A mensagem prossegue refletindo sobre outras consequências negativas da globalização: o materialismo e o consumismo generalizados, que têm tornado as pessoas mais egoístas, sedentas de poder e indiferentes aos direitos, necessidades e sofrimentos dos outros.</p>
<p>É o que o Papa Francisco define como “globalização da indiferença”, que nos faz lentamente acostumar com o sofrimento alheio e fecharmo-nos em nós mesmos (Mensagem para o Dia Mundial da Paz, 2014). Tal indiferença dá origem à “cultura da exclusão”, em que aos pobres, marginalizados e vulneráveis são negados os seus direitos, bem como as oportunidades e os recursos que estão disponíveis para outros membros da sociedade.</p>
<p>“São tratados como insignificantes, dispensáveis, onerosos e desnecessários, são usados e até mesmo descartados como objetos. De várias maneiras, a exploração de crianças e mulheres, a negligência com os idosos, doentes, migrantes e refugiados, e a perseguição de minorias são certamente indicadores desta cultura de exclusão”.</p>
<p>A Santa Sé, por meio deste Pontifício Conselho, afirma que “criar uma cultura de inclusão é um convite comum e uma responsabilidade partilhada que deve ser urgentemente realizada&#8221;.</p>
<p>Concluindo, os votos são que “fundamentados em nossas próprias respectivas tradições religiosas e convicções comuns, que possamos, hindus e cristãos, unidos a fiéis de outras religiões e pessoas de boa vontade, promover uma cultura de inclusão em prol de uma sociedade justa e pacífica”.</p>
<p>A mensagem é assinada pelo Cardeal Jean-Louis Lauran e pelo Padre Ángel Ayuso Guixot, Secretário do seu dicastério.(CM)</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.news.va/pt/news/santa-se-cultura-de-inclusao-e-responsabilidade-de" target="_blank">NEWS.VA</a></p>
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		<title>Paquistanesa Malala Yousafzai ganha o Nobel da Paz junto com indiano</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 13:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Kailash Satyarthi]]></category>
		<category><![CDATA[malala]]></category>
		<category><![CDATA[Nobel da Paz]]></category>
		<category><![CDATA[paquistao]]></category>
		<category><![CDATA[Paz Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, 17, é a vencedora do prêmio Nobel da Paz de 2014, anunciou nesta sexta-feira (10) a instituição, em Oslo, na Noruega. Ela é a mais jovem ganhadora do prêmio em 112 anos de história. O resultado foi anunciado às 10h (6h, no horário de Brasília). Ela dividirá o prêmio com o indiano Kailash Satyarthi. Malala foi baleada na cabeça por membros do Taleban paquistanês no dia 9 de outubro de 2012 por defender a educação escolar das mulheres no país. Ela chegou a ficar em coma, mas se recuperou e passou a viver na Inglaterra, onde continua <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/paquistanesa-malala-yousafzai-ganha-o-nobel-da-paz-junto-com-indiano/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13264" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Malala_NobelPaz_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13263];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13264" alt=" Malala Yousafzai, mais jovem ganhadora do Nobel da Paz, lançou sua autobiografia em 2013, onde conta detalhes sobre o ataque de talebans que sofreu em 2012." src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Malala_NobelPaz_IKMR-340x165.jpg" width="340" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">Malala Yousafzai, mais jovem ganhadora do Nobel da Paz, lançou sua autobiografia em 2013, onde conta detalhes sobre o ataque de talebans que sofreu em 2012.</p></div>
<p>A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, 17, é a vencedora do prêmio Nobel da Paz de 2014, anunciou nesta sexta-feira (10) a instituição, em Oslo, na Noruega. Ela é a mais jovem ganhadora do prêmio em 112 anos de história. O resultado foi anunciado às 10h (6h, no horário de Brasília). Ela dividirá o prêmio com o indiano Kailash Satyarthi.</p>
<p>Malala foi baleada na cabeça por membros do Taleban paquistanês no dia 9 de outubro de 2012 por defender a educação escolar das mulheres no país. Ela chegou a ficar em coma, mas se recuperou e passou a viver na Inglaterra, onde continua sua militância. Em 2013, quando era cogitada para receber a homenagem, ela chegou a comentar que <strong>ainda precisava &#8220;trabalhar muito&#8221; para merecer o prêmio</strong>.</p>
<p>Em setembro daquele ano Malala havia recebido o Prêmio Internacional pela Paz Infantil e passou a ser favorita para o Nobel da Paz.</p>
<p>Em nota, o Comitê do Nobel afirma atribuir o prêmio deste ano a Kailash Satyarthi e Malala Yousafzay pela luta de ambos por direitos fundamentais de jovens e crianças. &#8220;As crianças devem frequentar a escola e não ser exploradas financeiramente&#8221;, afirmou o presidente do Comitê norueguês do Nobel, Thorbjoern Jagland.</p>
<p>O indiano Kailash Satyarthi tem liderado diferentes protestos e manifestações pacifistas na Índia, focando na exploração de crianças para ganho financeiro. Segundo o Nobel, Satyarthi também tem contribuído para o desenvolvimento de convenções internacionais sobre os direitos das crianças.</p>
<h3>Trajetória no ativismo</h3>
<p>Malala foi vítima de militantes do Taleban aos 15 anos, em 9 de outubro de 2012, na cidade de Mingora, no norte do Paquistão. Dois homens entraram na van que a levava para casa depois da aula, perguntando por ela. Depois de identificada, Malala foi atingida na cabeça. <strong>Segundo conta em sua autobiografia</strong>, amigas disseram que três tiros foram disparados, acertando ainda outras duas estudantes. No Brasil o livro &#8220;Eu sou Malala&#8221; foi lançado em outubro de 2013 pela editora Companhia das Letras.</p>
<p>Seis homens foram presos, ainda em outubro daquele ano, por ligação com o atentado. O governo paquistanês condenou o ataque, dizendo que os radicais não venceriam a luta do Estado pelos direitos da população. O Taleban, no entanto, divulgou uma nota afirmando que <strong>caso ela sobrevivesse, eles iriam atacar novamente</strong>. Um novo ataque, no entanto, nunca ocorreu.</p>
<p>A jovem se tornou alvo após ganhar notoriedade na luta pela educação escolar das mulheres no país. A partir do começo de 2009, aos 11 anos, ela passou a publicar, sob um pseudônimo, através da BBC local, um diário onde denunciava as atrocidades cometidas pelo Taleban contra meninas que iam à escola em áreas sob controle da milícia.</p>
<p>Em janeiro de 2009, o Taleban havia decretado a proibição de meninas frequentarem escolas, fechando mais de 150 instituições femininas e explodindo outras cinco no vale de Swat. Apesar disso, ela continuou seus estudos, sob ameaças.</p>
<p>Após o ataque, um fundo foi criado em seu nome com o objetivo de defender o direito universal à educação. Em jullho de 2013, o líder do Taleban paquistanês, <strong>Adnan Rasheed, enviou uma carta à ativista, desculpando-se pelo atentado</strong>. (Com agências internacionais)</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2014/10/10/paquistanesa-malala-yousafzai-ganha-o-premio-nobel-da-paz-junto-com-indiano.htm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Ministros do Interior propõem mudanças em política de refugiados da UE</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 12:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ministros do Interior da União Europeia querem uma distribuição mais justa dos migrantes entre os países, através de quotas fixas. Resgate marítimo também deve ser restrito. As crises nas vizinhanças da Europa – na Síria, Iraque ou norte da África – acarretaram um aumento do número de refugiados na União Europeia. &#8220;Desde a Segunda Guerra Mundial não se viam tantos refugiados como agora&#8221;, disse o ministro alemão do Interior, Thomas de Maizière, no encontro com seus colegas europeus em Luxemburgo. De acordo com os números do departamento de estatísticas da UE Eurostat, cinco países do bloco, inclusive a Alemanha, <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/ministros-do-interior-propoem-mudancas-em-politica-de-refugiados-da-ue/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13302" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/refugiados_Lampedusa.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13301];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13302" alt="Foto: F. Lannino - S. Gabriele" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/refugiados_Lampedusa-340x191.jpg" width="340" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: F. Lannino &#8211; S. Gabriele</p></div>
<p>Os ministros do Interior da União Europeia querem uma distribuição mais justa dos migrantes entre os países, através de quotas fixas. Resgate marítimo também deve ser restrito.</p>
<p>As crises nas vizinhanças da Europa – na Síria, Iraque ou norte da África – acarretaram um aumento do número de refugiados na União Europeia. &#8220;Desde a Segunda Guerra Mundial não se viam tantos refugiados como agora&#8221;, disse o ministro alemão do Interior, Thomas de Maizière, no encontro com seus colegas europeus em Luxemburgo. De acordo com os números do departamento de estatísticas da UE Eurostat, cinco países do bloco, inclusive a Alemanha, recebem 75% dos refugiados no continente.</p>
<p>De Maizière e a comissária europeia de Assuntos Internos, Cecilia Malmström, estão de acordo de que a situação não pode continuar assim. &#8220;Todos os países devem assumir a responsabilidade. Hoje, apenas metade dos membros da UE recebe refugiados. Todos os 28 Estados-membros do bloco têm que receber, eles próprios, refugiados, ou aceitá-los de países que estão particularmente sobrecarregados&#8221;, exigiu Malmström.</p>
<p>Sob proposta da França, Alemanha e Itália, os ministros do Interior aprovaram uma série de medidas com vista à redução do número de refugiados e a sua melhor distribuição na Europa. &#8220;Assim, temos uma declaração de intenções vinculativa, para todos nós, sobre como queremos lidar com o tema da migração ilegal e dos refugiados nas próximas semanas e meses&#8221;, disse De Maizière em Luxemburgo. Apesar de ver no fato um grande sucesso, o ministro logo ressaltou que a medita tem que, &#8220;naturalmente, isso ainda ser implementada&#8221;, e &#8220;isso é muito difícil dadas as circunstâncias&#8221;.</p>
<p>Críticas à Itália</p>
<p>Tal ceticismo é justificado, pois muitas vezes os ministros do Interior da UE aprovaram reformas da política de refugiados que nunca saíram do papel. Agora, junto aos países vizinhos, e principalmente à Líbia, pretende-se combater &#8220;decididamente&#8221; os bandos de atravessadores, que extorquem dos refugiados desesperados até 10 mil euros pela travessia do Mar Mediterrâneo. Todos os Estados-membros da UE deverão registrar as impressões digitais dos refugiados que chegam, em vez de simplesmente deixá-los continuar viagem para outros países do Espaço de Schengen, onde não há controles de fronteira.</p>
<div id="attachment_13303" style="width: 350px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/ThomasMaiziere_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13301];player=img;"><img class="size-full wp-image-13303" alt="Thomas de Maizière: situação não pode continuar como está. Foto: Jens Shicke" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/ThomasMaiziere_IKMR.jpg" width="340" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Thomas de Maizière: situação não pode continuar como está. Foto: Jens Shicke</p></div>
<p>Segundo estimativa alemã, no momento essa regra, que já vale há algum tempo, é desrespeitada principalmente pela Itália. Também o Serviço Jesuíta para Refugiados (JRS), organização de ajuda humanitária baseada em Bruxelas, criticou nesta semana a por Itália não cuidar suficientemente dos migrantes, deixando-os simplesmente cair na clandestinidade ou prosseguir viagem. De Maizière pretende emprestar pessoal e equipamento aos países do Sul da Europa.</p>
<p>&#8220;Estamos oferecendo ajuda à Itália e a outros países no acolhimento de refugiados, em forma de equipamentos e funcionários, para que os devidos registros sejam executados. Assim como a situação está, não pode continuar&#8221;, declarou o ministro. No entanto, segundo diplomatas europeus, por várias vezes no passado, a Itália nunca reagiu a ofertas semelhantes. Ela recebeu já da União Europeia centenas milhões de euros para melhor acomodação e acolhimento de refugiados, mas as verbas foram desviadas para fins desconhecidos.</p>
<p>Alemanha disposta a quotas sob condições</p>
<div id="attachment_13304" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Angelino_Cecilia_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13301];player=img;"><img class="size-full wp-image-13304" alt="Ministro italiano Angelino Alfano e comissária da UE Cecilia Malmström. Foto: DW / B. Riegert" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Angelino_Cecilia_IKMR.jpg" width="340" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Ministro italiano Angelino Alfano e comissária da UE Cecilia Malmström. Foto: DW / B. Riegert</p></div>
<p>Se todos os países registrarem os refugiados devidamente, possibilitando, assim, um panorama realista dos encargos envolvidos, o ministro do Interior alemão se declarou em princípio disposto a suspender as regras do Tratado de Dublin. Esse prevê que os refugiados devem permanecer no país onde pisam pela primeira vez território da UE. Agora, diante do grande número de refugiados, De Maizière já considera a distribuição destes segundo quotas fixas.</p>
<p>&#8220;No momento, isso não está previsto pela lei. Por isso, é preciso que ocorra de forma voluntária e, certamente, por tempo limitado. Temos que concordar sobre quotas de admissão, por exemplo, de acordo com o número de habitantes de cada país. Então, teremos que cuidar para que os países que estejam acima dessas quotas sejam aliviados com a distribuição dos migrantes pelos países com contingente abaixo do estabelecido&#8221;, propôs o ministro.</p>
<p>A maioria das organizações de ajuda humanitária como a Anistia Internacional ou a Pro Asyl já defende há anos uma regra de quotas para a distribuição de refugiados. O ministro não sabe dizer se com a aplicação de tal regra, a Alemanha iria receber mais ou menos refugiados. &#8220;Isso depende naturalmente do critério de distribuição.&#8221;</p>
<p>A Itália, que neste ano já resgatou do mar mais de 100 mil refugiados com a operação &#8220;Mare Nostrum&#8221;, deverá ser aliviada. Em relação à própria população, a Suécia e a Itália hoje são as que recebem o maior número de refugiados; Portugal e Polônia estão em último lugar.</p>
<p>Uma distribuição dos refugiados deve &#8220;acontecer infelizmente de forma voluntária&#8221;, confirmou a comissária Cecilia Malmström. &#8220;Temos dinheiro, pressão política e palavras à disposição. Porém não podemos forçar os Estados-membros – mas simplesmente esperar – que cada um se conscientize da própria responsabilidade.&#8221;</p>
<p>&#8220;Triton&#8221; em vez &#8220;Mare Nostrum&#8221;</p>
<div id="attachment_13305" style="width: 350px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/resgate_refugiados_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13301];player=img;"><img class="size-full wp-image-13305" alt="Guarda costeira italiana resgata refugiados. Foto: Alliance / DPA" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/resgate_refugiados_IKMR.jpg" width="340" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Guarda costeira italiana resgata refugiados. Foto: Alliance / DPA</p></div>
<p>A UE decidiu iniciar a partir de 1° de novembro uma nova &#8220;operação de busca e salvamento&#8221; no Mediterrâneo, em torno da costa da Itália. Batizada &#8220;Triton&#8221;, nome do deus grego mensageiro do mar, deverá envolver três navios e dois aviões de observação. Ela poderia substituir a operação maior &#8220;Mare Nostrum&#8221;, que a Itália iniciou no ano passado, após graves catástrofes com refugiados nas costas da ilha de Lampedusa.</p>
<p>O ministro italiano do Interior, Angelino Alfano, pretende descontinuar o mais breve possível essa operação, cujo custo mensal de 9 milhões de euros ele considera excessivo.</p>
<p>&#8220;Triton&#8221; deverá agora atuar somente na costa italiana, não indo mais até as águas territoriais da Líbia, para interceptar, já ali, os barcos lotados com refugiados. A Pro Asyl considera dramáticas as novas limitações. Segundo a organização de direitos humanos, a UE está construindo novas muralhas, arriscando, assim, novas mortes em massa de refugiados. Desde a redução do &#8220;Mare Nostrum&#8221;, falta um serviço abrangente de resgate em todo o Mediterrâneo.</p>
<p>Um diplomata grego rebateu as críticas aos países do Sul da Europa e seus deficientes processos de requerimento de asilo. Afinal de contas, a Bulgária, a Itália e a Grécia são os países que mais recebem refugiados, argumentou. Eles estão simplesmente sobrecarregados. &#8220;Olhe as nossas 16.500 milhas marítimas de fronteiras e nossas 6 mil ilhas e então me aponte quem poderia lidar melhor com os desafios, diante da nossa crise econômica. Essa pessoa não existe. E disso a Europa sabe, quando é realista. A situação escala e piora. Devemos conversar e apoiar os países do Sul&#8221;, exortou o diplomata, que não quis ser identificado.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dw.de/ministros-do-interior-prop%C3%B5em-mudan%C3%A7as-em-pol%C3%ADtica-de-refugiados-da-ue/a-17986393" target="_blank">DW</a></p>
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		<title>Com vistas à Jornada Mundial dos Imigrantes e Refugiados Papa pede mais proteção para crianças</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2014 18:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[A próxima Jornada Mundial dos Imigrantes e Refugiados, cujo tema é &#8220;uma igreja sem fronteiras, mãe de todos”, acontecerá no dia 18 de janeiro de 2015. O Papa Francisco em mensagem enviada ao todo o mundo pede para que as crianças, as mais afetadas pela migração forçada e o refúgio, sejam protegidas e tenham seus direitos respeitados. O texto reforça a importância da cultura da solidariedade e hospitalidade para com as pessoas que deixam seu país em busca de melhores condições de vida. A mensagem do Papa pede ainda que a prática e o mandamento do amor que Jesus nos <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/com-vistas-a-jornada-mundial-dos-imigrantes-e-refugiados-papa-pede-mais-protecao-para-criancas/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Papa_criancas_refugiadas_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13255];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13256" alt="Papa_criancas_refugiadas_IKMR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Papa_criancas_refugiadas_IKMR-340x170.jpg" width="340" height="170" /></a>A próxima Jornada Mundial dos Imigrantes e Refugiados, cujo tema é &#8220;uma igreja sem fronteiras, mãe de todos”, acontecerá no dia 18 de janeiro de 2015. O Papa Francisco em mensagem enviada ao todo o mundo pede para que as crianças, as mais afetadas pela migração forçada e o refúgio, sejam protegidas e tenham seus direitos respeitados. O texto reforça a importância da cultura da solidariedade e hospitalidade para com as pessoas que deixam seu país em busca de melhores condições de vida.</p>
<p>A mensagem do Papa pede ainda que a prática e o mandamento do amor que Jesus nos deixou seja praticado entre todos, assim como acontecem nas passagens bíblicas. O Sumo Pontífice destaca que os migrantes e refugiados são vítimas inocentes da violência e da exploração.</p>
<p>Mais de 50% dos refugiados no mundo são crianças e o número de bebês desacompanhados ou separados que cruzam as fronteiras está crescendo a cada ano, de acordo com o secretário do Pontifício Conselho para os Migrantes e os Refugiados do Vaticano, Joseph Kalathiparambil. &#8220;A missão da Igreja, peregrina na terra, e mãe de todos, é, portanto, amar Jesus Cristo, adorá-lo e amá-lo especialmente nos mais pobres e desamparados; entre estes estão, certamente, os migrantes e refugiados, que tentam deixar para trás as condições de vida difíceis e todos os tipos de perigos&#8221;, declara o Papa.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-13257" alt="Papa_criancas_refugiadas2_IKMR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/Papa_criancas_refugiadas2_IKMR-340x170.jpg" width="340" height="170" /></p>
<p>A acolhida de estrangeiros é uma oportunidade de renovação de fé, reforça a mensagem, afirma Francisco. &#8220;A Igreja sem fronteiras, mãe de todos, estende pelo mundo a cultura da hospitalidade e da solidariedade, segundo a qual nada pode ser considerada inútil, fora de lugar ou descartável. Vive-se, realmente, a sua maternidade, a comunidade cristã alimenta, orienta e indica o caminho, acompanha com paciência, torna-se próximo com a oração e as obras de misericórdia&#8221;, declara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O líder católico finaliza a mensagem reforçando que &#8220;a globalização do fenômeno imigratório precisa ser respondida com a globalização da caridade”. O acolhimento de refugiados e imigrantes é uma das diretrizes mais fortes do Papa Francisco em seu pontificado. Em suas pregações, ele tem pedido que os governos se unam para acolher as pessoas que precisam deixar sua terra por motivos de guerra e procuram condições dignas e seguras de vida.</p>
<p>Fonte: <a href="http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=PT&amp;cod=82812" target="_blank">Adital</a></p>
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