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	<title>IKMR &#187; África</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>ONU confirma massacre no Sudão do Sul em abril de 2014; pelo menos 353 pessoas morreram</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2015 00:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório concluiu que ataques nas cidades de Bentiu e Bor tiveram deliberadamente como alvo vítimas com base em sua etnia, nacionalidade ou percebido apoio a uma das partes envolvidas no conflito em curso no país. A Divisão de Direitos Humanos da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) divulgou um relatório nesta sexta-feira (9) afirmando que há “motivos razoáveis” para crer que pelo menos 353 civis foram assassinados e outros 250 feridos em ataques nas capitais dos estados de Unity e Jonglei. Os crimes ocorreram entre 15 de abril e 17 de abril de 2014. Após ter coletado e analisado <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/onu-confirma-massacre-no-sudao-do-sul-em-abril-de-2014-pelo-menos-353-pessoas-morreram/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório concluiu que ataques nas cidades de Bentiu e Bor tiveram deliberadamente como alvo vítimas com base em sua etnia, nacionalidade ou percebido apoio a uma das partes envolvidas no conflito em curso no país.</p>
<div id="attachment_13760" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/pi.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13759];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13760" alt="Uma mãe deslocada internamente e seus filhos no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Gideon Pibor" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/pi-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Uma mãe deslocada internamente e seus filhos no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Gideon Pibor</p></div>
<p>A Divisão de Direitos Humanos da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) divulgou um relatório nesta sexta-feira (9) afirmando que há “motivos razoáveis” para crer que pelo menos 353 civis foram assassinados e outros 250 feridos em ataques nas capitais dos estados de Unity e Jonglei. Os crimes ocorreram entre 15 de abril e 17 de abril de 2014.</p>
<p>Após ter coletado e analisado evidências físicas e entrevistado 142 fontes, o relatório concluiu que os ataques nas cidades de Bentiu e Bor tiveram deliberadamente como alvo vítimas com base em sua etnia, nacionalidade ou percebido apoio a uma das partes envolvidas no conflito, disse a Missão da ONU por meio de um comunicado de imprensa.</p>
<p>“Tanto em Bentiu quanto em Bor, ataques aconteceram contra locais protegidos – um hospital, uma mesquita e uma base das Nações Unidas –, o que pode constituir crimes de guerra”, disse o relatório. “Embora o conflito tenha sido marcado por graves abusos e violações dos direitos humanos e violações graves do direito internacional humanitário, estes dois eventos parecem representar o pior momento do conflito.”</p>
<p>O ataque em Bentiu, capital do estado de Unity, ocorreu depois que as forças de oposição retomaram o controle da cidade, o retirando das tropas do governo. O relatório diz que pelo menos 287 civis – principalmente comerciantes sudaneses e suas famílias, que foram alvejados com base em suas origens de Darfur – foram mortos em uma mesquita; antes, outros 19 civis foram mortos no Hospital Civil de Bentiu.</p>
<p>Dois dias depois, um local de proteção civil da UNMISS próximo à capital do estado de Jonglei, Bor, foi atacado por um grupo de homens armados que exigiam a expulsão de todos os jovens da etnia Nuer. Após entrar à força no local de proteção, uma multidão assassinou, saqueou e sequestrou pessoas deslocadas internamente, deixando pelo menos 47 pessoas mortas, todas identificadas no relatório.</p>
<p>“A UNMISS condena veementemente o assassinato contínuo e o deslocamento de civis, com base em sua identidade étnica, quase nove meses após os acontecimentos de abril de 2014”, disse a representante especial do secretário-geral da ONU para o Sudão do Sul, Ellen Margrethe Loej. “Isso poderia levar a uma polarização ainda maior do país em linhas étnicas, com repercussões potencialmente graves para a situação dos direitos humanos e as perspectivas para a reconciliação.”</p>
<p>Quase nove meses depois dos ataques, ninguém foi responsabilizado nem pelo governo nem pela oposição. O relatório da ONU acrescenta que foram tomadas poucas medidas de responsabilização em resposta ao incidentes.</p>
<p>O porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), Rupert Colville , confirmou durante uma coletiva de imprensa ocorrida nesta sexta-feira (9) em Genebra que não houve responsabilização de contas pelas “atrocidades em massa, violações dos direitos humanos e abusos que causaram a morte de dezenas de milhares de pessoas no Sudão do Sul”.</p>
<p>Colville também disse que o seu escritório está preocupado com a falta de progresso no processo de paz. “Há um risco real de que os conflitos continuem. Há uma necessidade urgente de concluir um acordo de paz, respeitar o Acordo de Cessação das Hostilidades e garantir que anistias não sejam concedidas por violações graves. Sem paz, a epidemia de fome continuará a ser uma possibilidade em 2015.”</p>
<p>Segundo as Nações Unidas, o conflito em curso no país tem consequências terríveis para a população civil, especialmente mulheres e crianças, que têm suportado o peso da violência. Mais de 1,9 milhão de pessoas permanecem deslocadas, com outros Estados na região hospedando quase 500 mil sul-sudaneses.</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/onu-confirma-massacre-no-sudao-do-sul-em-abril-de-2014-pelo-menos-353-pessoas-morreram/" target="_blank">Nações Unidas</a></p>
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		<title>Cerca de 2 mil foram mortos em cinco dias de ataques na Nigéria, diz ONG</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-na-nigeria-diz-ong/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 23:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Anistia Internacional, é o mais mortal ataque de radicais islâmicos. Moradores dizem que número de corpos é &#8216;muito grande para contar&#8217;. Moradores que conseguiram escapar do ataque a 16 povoados na Nigéria ocorridos nos últimos dias desta semana disseram que há corpos demais para poder contar o número de mortos. A organização humanitária Anistia Internacional disse nesta sexta-feira (9) que foi o mais mortal ataque na história do grupo radical islâmico Boko Haram, dizendo que cerca de 2 mil pessoas foram mortas desde o dia 3 de janeiro. Os moradores disseram que a maioria das vítimas é de crianças, mulheres e idosos <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-na-nigeria-diz-ong/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Segundo Anistia Internacional, é o mais mortal ataque de radicais islâmicos. Moradores dizem que número de corpos é &#8216;muito grande para contar&#8217;.</h2>
<div id="attachment_13765" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/af.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13764];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13765" alt="AFP/Getty Images" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/af-340x191.jpg" width="340" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">AFP/Getty Images</p></div>
<p>Moradores que conseguiram escapar do ataque a 16 povoados na Nigéria ocorridos nos últimos dias desta semana disseram que há corpos demais para poder contar o número de mortos. A organização humanitária Anistia Internacional disse nesta sexta-feira (9) que foi o mais mortal ataque na história do grupo radical islâmico Boko Haram, dizendo que cerca de 2 mil pessoas foram mortas desde o dia 3 de janeiro.</p>
<p>Os moradores disseram que a maioria das vítimas é de crianças, mulheres e idosos que não conseguiram escapar dos insurgentes. A agência de notícias Associated Press informou que sete crianças foram reunidas com seus pais nesta sexta, mas que centenas de outras permanecem sozinhas.</p>
<p>&#8220;Existe a possibilidade de que alguns desses menores desacompanhados tenham perdido seus pais durante os ataques a vilarejos&#8221;, disse Sa&#8217;ad Bello, coordenador de cinco campos de refugiados que estão abrigando crianças sozinhas em Yola, capital do estado de Adamawa.</p>
<p>Os radicais do Boko Haram mataram mais de 10 mil pessoas no último ano no país, segundo a organização Council on Foreign Relations. O grupo é visto como a maior ameaça para a Nigéria, maior economia da África, e um problema para o presidente Goodluck Jonathan. O país terá eleições em 14 de fevereiro.</p>
<p><strong>Ataques</strong><br />
Os militantes do Boko Haram mataram dezenas de pessoas e incendiaram casas na cidade de Baga, nordeste da Nigéria, nos dois últimos dias, na segunda onda de violência desde que tomaram o controle da região no fim de semana, disseram testemunhas nesta quinta-feira.</p>
<p>Duas pessoas do local afirmaram que os insurgentes começaram a atirar de forma indiscriminada e a queimar construções no fim da terça-feira, ataques contra a população civil que continuaram na quarta-feira.</p>
<p>&#8220;Eu escapei de carro com a minha família depois de ver como o Boko Haram estava matando as pessoas. Eu vi corpos nas ruas. Crianças, mulheres, alguns gritando por socorro”, disse Mohamed Bukar à Reuters, após fugir para Maiduguri, capital do Estado.</p>
<p>Soldados fugiram de Baga durante o fim de semana quando o grupo de extremistas sunitas tomou uma base militar na região.</p>
<p>O chefe do distrito de Baga, Abba Hassan, disse nesta quinta-feira que pelo menos cem pessoas haviam sido mortas quando o grupo assumiu o controle da cidade próxima ao Lago Chade.</p>
<p>Abubakar Gulama, que fugiu com a família para Monguno, a 40 quilômetros, declarou ter passado por corpos no chão e que “toda a cidade pegava fogo”.</p>
<p><strong>Camarões pede ajuda</strong><br />
O presidente dos Camarões, Paul Biya, fez um apelo internacional por ajuda militar para lutar contra o Boko Haram, que nessa semana ameaçou cruzar a fronteira da Nigéria.</p>
<p>&#8220;É uma ameaça global que pede uma resposta global. Essa deveria ser a resposta da comunidade internacional, incluindo a União Africana e nossas organizações regionais&#8221;, disse ele em um discurso de ano novo na quinta-feira a diplomatas no palácio presidencial.</p>
<p>Fonte:<a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/cerca-de-2-mil-foram-mortos-em-cinco-dias-de-ataques-de-radicais-na-nigeria.html" target="_blank"> G1</a></p>
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		<title>UNICEF: Um ano de conflito no Sudão do Sul provoca graves consequências nas crianças do país</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/unicef-um-ano-de-conflito-no-sudao-do-sul-provoca-graves-consequencias-nas-criancas-do-pais/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2014 03:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 750 mil crianças foram deslocadas internamente e 320 mil vivem como refugiadas. Aproximadamente, 400 mil são privadas do seu direito de educação e 12 mil são usadas tanto pelas forças do governo como por grupos armados do país. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou um alerta nesta sexta-feira (12) para a situação das crianças no Sudão do Sul. Segundo a agência da ONU, o futuro de uma geração inteira de meninos e meninas foi “roubado” durante o conflito,  que completará um ano na próxima segunda-feira (15), na nação mais jovem do mundo. Desde a erupção da <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/unicef-um-ano-de-conflito-no-sudao-do-sul-provoca-graves-consequencias-nas-criancas-do-pais/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13723" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/os.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13722];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13723" alt="Os irmãos Nguma Idris, 3 e Sabit Idris, 1, comfortam um ao outro depois de fugirem da violência no Alto Nilo. Foto: ACNUR/B. Sokol" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/os-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Os irmãos Nguma Idris, 3 e Sabit Idris, 1, comfortam um ao outro depois de fugirem da violência no Alto Nilo. Foto: ACNUR/B. Sokol</p></div>
<p>Quase 750 mil crianças foram deslocadas internamente e 320 mil vivem como refugiadas. Aproximadamente, 400 mil são privadas do seu direito de educação e 12 mil são usadas tanto pelas forças do governo como por grupos armados do país.</p>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou um alerta nesta sexta-feira (12) para a situação das crianças no Sudão do Sul. Segundo a agência da ONU, o futuro de uma geração inteira de meninos e meninas foi “roubado” durante o conflito,  que completará um ano na próxima segunda-feira (15), na nação mais jovem do mundo.</p>
<p>Desde a erupção da violência em dezembro de 2013, a infância sul-sudanesa se encontra submergida em um ambiente de violência, desnutrição e doenças. Quase 750 mil crianças foram deslocadas internamente e 320 mil vivem como refugiadas. Aproximadamente 400 mil são privadas do seu direito de educação, impossibilitadas de ir às aulas e 12 mil são usadas tanto pelas forças do governo como por grupos armados do país.</p>
<p>“O futuro das crianças do Sudão do Sul – e do próprio país – está sendo gravemente abalado pelas lutas contínuas. Continuaremos nossa enorme operação de socorro para milhares de crianças, mas o que elas realmente precisam mais do que nada é da paz”, disse o representante do UNICEF no Sudão do Sul, Jonathan Veitch.</p>
<p>O representante mencionou que as agências da ONU estão aproveitando o final da temporada de chuvas para poder fortalecer sua resposta de emergência nos estados mais impactados pela violência – Jonglei, Unity e Alto Nilo. No entanto, advertiu que se as disputas se intensificarem, como muitos acreditam, provocarão novas ondas de deslocamentos e aumentarão a vulnerabilidade das crianças.</p>
<p>Junto com o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), o UNICEF contribuiu para evitar a fome no país em 2014. Mesmo assim, 80 mil crianças foram admitidas para tratamento por desnutrição aguda e o agravamento do conflito pode causar um impacto ainda mais devastador na segurança alimentar do Sudão do Sul.</p>
<p>Para financiar suas atividades no país em 2015, o UNICEF precisa arrecadar 166 milhões de dólares.</p>
<p>Fonte: <a href="http://nacoesunidas.org/sudao-do-sul-completa-um-ano-de-conflito-com-consequencias-graves-para-infancia-do-pais-alerta-unicef/" target="_blank">ONU</a></p>
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		<title>A força e a bravura de Graça Machel</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 20:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizem que por trás de um grande homem, sempre existe uma grande mulher. Então o que dizer de Graça Machel? Moçambicana, é viúva de dois chefes de Estado. Samora Machel, primeiro Presidente de Moçambique  e de Nelson Mandela, primeiro Presidente Negro da África do Sul. Sendo a única mulher no mundo a ser esposa de dois presidentes, Graça Machel foi considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Movida pela indignação, envolveu-se muito cedo com questões políticas. Ficou conhecida mundialmente por estudo realizado para a ONU e que foi batizado como Relatório Machel. Este documento serve de parâmetro, até <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/a-forca-e-a-bravura-de-graca-machel/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/graa.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13692];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13693" alt="graça" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/graa-340x216.jpg" width="340" height="216" /></a>Dizem que por trás de um grande homem, sempre existe uma grande mulher. Então o que dizer de Graça Machel? Moçambicana, é viúva de dois chefes de Estado. Samora Machel, primeiro Presidente de Moçambique  e de Nelson Mandela, primeiro Presidente Negro da África do Sul. Sendo a única mulher no mundo a ser esposa de dois presidentes, Graça Machel foi considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.</p>
<p>Movida pela indignação, envolveu-se muito cedo com questões políticas. Ficou conhecida mundialmente por estudo realizado para a ONU e que foi batizado como Relatório Machel. Este documento serve de parâmetro, até hoje, para analisar as consequências da guerra na vidas de crianças que vivem em situação de conflito.</p>
<p>Atualmente, se dedica a sua instituição, Graça Machel Trust, onde trabalha com a defesa dos direitos e da dignidade das crianças e com o fortalecimento dos movimentos de mulheres na lideranças em diversos níveis (educação, econômico, social, político e governamental) em África.</p>
<p>Em entrevista, Graça Machel convoca à luta a nação negra brasileira.</p>
<p><strong>Observatório: Quais foram suas motivações para lutar pelas causas sociais, pelas crianças e mulheres?</strong></p>
<p>“Quando em 1965, em Moçambique, fui conduzida ao Ministério da Educação e Cultura, tive que criar um programa de incentivo a educação de adultos e crianças. O discurso era: ‘façamos do país uma escola onde todos ensinam e todos aprendem’. Em poucos anos, conseguimos atingir um bom número de pessoas. Depois disso o país entrou em guerra e quase tudo foi destruído.</p>
<p>“O pior de tudo foi ver as crianças que estavam desabrochando, serem arrasadas pela guerra. Uma revolta desenvolveu-se dentro de mim. As crianças tinham o futuro promissor e ninguém tinha o direito de tirar isso delas. Foi aí que me tornei a voz das crianças, em particular, a voz das crianças vítimas de conflitos armados.</p>
<p>“Quando a ONU precisou de alguém para fazer o relatório sobre o assunto, fui convidada a fazer o Relatório Machel. Fui catapultada para falar num nível global. Foi uma necessidade de falar de algo não tão positivo, pois tive que falar de coisas ruins como a guerra.</p>
<p>“Com as mulheres foi diferente. É algo mais antigo. Nasci 20 dias depois da morte de meu pai e vivi num universo feminino. Durante a vida, fiz uma releitura para entender o papel de minha mãe e minha irmã em minha vida e a importância da educação. As coisas que afligiam as mulheres começaram a me incomodar e me fizeram pensar. Fiquei viúva muito cedo, aos 41 anos. Fui confrontada por situações em que não podia ficar calada e como tenho a oportunidade de falar em voz alta, porque estou nos lugares importantes, então passei a falar pois tenho esta oportunidade.</p>
<p>“Uma mulher é fonte de várias energias. Se reinventa, se posiciona muitas vezes em silêncio. Uma mulher é capaz de fazer as crianças estudar, comer, mesmo em situações de muita dificuldade. Eu aprendi com as mulheres que tive contato em África e é um poder extraordinário e não é valorizado. Também tem os tabus que precisam ser combatidos. Agora que falamos do meu trabalho, através do Graça Machel Trust, estamos trabalhando na inserção da mulher em diversos níveis. Elas tem que ser influenciadoras em todos os níveis, econômico, ciência e tecnologia, na gestão do conhecimento. Trabalhamos com redes africanas para definir onde queremos estar.</p>
<p><strong>Observatório: Como lidar com todas as demandas sociais que caem sobre os ombros das mulheres? A Educação é o foco?</strong></p>
<p>“Apesar de não estar nas instituições, todo meu trabalho está ligado a Educação. Ela é a chave que permite liberar a nossa força interior. Ela é fundamental nesse aspecto. Os negros brasileiros tem direito ao acesso ao nível mais alto de todas e quaisquer instituições de ensino. É necessário uma política que garanta isso aos negros. A instituição de cotas é importante. Essa situação de não haver negros nessas instituições não é normal.</p>
<p><strong>Observatório: Somos (Universidade Zumbi dos Palmares) a única instituição de ensino superior, no Brasil, que trata da temática racial. E a inquietação é que também somos uma das poucas que produzem programas de tv que falem do assunto.</strong></p>
<p>“Tem que sair do nível de inquietação. Por que a Rede Globo não tem um programa assim? Como podem ignorar 52% da população? É uma questão tão profunda que tem que se questionar. Em que medida uma nação se considera inteira se esquece 52% da população? Confesso que estou perplexa porque nós tivemos na África Austral regimes abertamente discriminatórios. Tivemos o mundo defendendo que isso era errado. O racismo não pode ser velado. Tem que ser aberto para que possa ser combatido. Muitas coisas não são tão veladas, ficam abertas. É necessário que se fale abertamente sobre isso. O reconhecimento de África do Sul sobre o fim do apartheid foi importante no encarar dessa situação. Todas as  pessoas deviam participar de eventos assim. O apartheid era um problema global, como o racismo brasileiro é um problema global também.</p>
<p><strong>Observatório: Falando da mulher no campo da ciência. As novas tecnologias são caminhos promissores?</strong></p>
<p>“Vivemos em sociedades que dizem viver em base do conhecimento. O que garante isso é o acesso a tecnologia e quem estiver sem esse acesso é deixado de fora. As mulheres estão mal representadas nestas áreas. As barreiras são muito grandes. Acredito que é necessário encorajar, estimular e manter as mulheres nessas áreas. Elas precisam permanecer nas áreas de pesquisa para que sejam parte desses cientistas jamais imaginados e não há razões para matê-las longe. O que recomendo para o Brasil é que haja política clara e alocação de recursos, tempo e pessoas para desmitificar  um número de mulheres jovens nas áreas de domínios tradicionais masculinos. Não há onde as mulheres não possam trabalhar. É hora do Brasil ter políticas consistentes para manutenção de mulheres nesse processo.</p>
<p><strong>Observatório: Você acredita que é necessário haver prazos para avaliação das Ações Afirmativas?</strong></p>
<p>“Não há dúvidas. Os países africanos são livres há pouco tempo e é preciso transformar. É preciso estabelecer espaços com COTAS para inserir essas pessoas. Necessário ter instrumentos de avaliação para verificar os avanços que estão alcançando. E quem não estiver avançando, descobrir o por quê. Isso é um encorajamento, pois há auxílio dos governos nesse sentido.</p>
<p>“Sou membro do painel que submeteu à ONU os objetivos do milênio sobre o papel das pessoas. Indicamos que todas as pessoas que habitam o mundo sejam parte integrante das políticas e ações que visam o bem geral do planeta. Cada um de nós tem que domesticar esse comando em planos possíveis de ser realizados para não deixar ninguém para trás. O Brasil tem sido muito ativo nas Nações Unidas. Neste contexto que poderá ficar pra trás, tem que dar exemplo.</p>
<p><strong>Observatório: Como vê sua vinda para homenagear Nelson Mandela?</strong></p>
<p>“Não estou preparada para falar de Madiba. Com suas palavras: ‘Eu dediquei minha vida a luta contra a dominação branca, contra a dominação negra.  Que todos vivam em harmonia e estou preparado para dar sua vida pela paz e integração”. Naquela altura, nos anos 1960 parecia um ideal impossível de se alcançar. Politicamente falando, ele alcançou seu objetivo. Ele foi um homem feliz nesse sentido. Temos que saber preservar o que ele fez e saber interpretar corretamente suas palavras.</p>
<p><strong>Observatório: Poderia nos falar um pouco sobre seus trabalhos futuros?</strong></p>
<p>“Minhas causas serão sempre as mesmas. Tudo dependerá das circunstâncias. Depois do período de luto, recomecei minhas atividades com força renovada. Agora tenho um período de reflexão, para saber o que fazer, para quais coisas ainda tenho bastante energia. Mas sei que focarei nas questões da criança e nas questão da vida econômica da mulher. A mulher na vida política em África também estarão na lista de trabalhos. Temos uma estratégia clara de como faremos para colocar mulheres nos postos políticos mais altos em África.</p>
<p><strong>Observatório: Um conselho de Graça Machel</strong></p>
<p>“Força, muita força, nunca desfalecer. Não há nada que não consigamos desde que ponhamos nossa própria energia. Uma instituição como essa é uma instituição de incentivo. Sim podemos, seja o que for que desejamos alcançar.”</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.flinksampa.com.br/index.php/noticias/162-a-forca-e-a-bravura-de-graca-machel" target="_blank">Flink Sampa Afroétnica</a></p>
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		<title>Resgatados mais de 900 migrantes no mar em 24 horas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 00:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[As autoridades italianas resgataram mais de 900 pessoas no mar nas últimas 24 horas, apesar da expectativa de que a proximidade do inverno reduziria o fluxo de migrantes que tentam cruzar o Mediterrâneo. A maioria das pessoas resgatadas viajavam a bordo de embarcações quando tiveram problemas em mar aberto, no canal entre a Líbia e a Sicília, uma passagem estreita e traiçoeira na qual milhares de migrantes se afogaram nos últimos anos na tentativa de chegar ao continente europeu. Um total de 477 migrantes chegou ao Porto Empedocle, na costa meridional da Sicília, depois de terem sido resgatados por um <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/resgatados-mais-de-900-migrantes-no-mar-em-24-horas/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades italianas resgataram mais de 900 pessoas no mar nas últimas 24 horas, apesar da expectativa de que a proximidade do inverno reduziria o fluxo de migrantes que tentam cruzar o Mediterrâneo.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/21.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13588];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13589" alt="21" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/21-340x216.jpg" width="340" height="216" /></a>A maioria das pessoas resgatadas viajavam a bordo de embarcações quando tiveram problemas em mar aberto, no canal entre a Líbia e a Sicília, uma passagem estreita e traiçoeira na qual milhares de migrantes se afogaram nos últimos anos na tentativa de chegar ao continente europeu.</p>
<p>Um total de 477 migrantes chegou ao Porto Empedocle, na costa meridional da Sicília, depois de terem sido resgatados por um navio de transporte de metano durante a noite. Outras 354 pessoas, recolhidas por um navio de patrulhamento italiano, desembarcarão nas próximas horas na cidade de Pozzallo.</p>
<p>A polícia costeira também intercetou um iate com 80 supostos migrantes a bordo perto do porto de Crotone, no sudeste da Itália. A embarcação lotada havia navegado desde a Turquia durante seis dias, com uma identificação italiana falsa, e tinha crianças a bordo. Quatro delas tiveram de ser hospitalizadas após o desembarque. A polícia deteve o capitão da embarcação, acusado por tráfico de pessoas.</p>
<p>Mais de 3300 pessoas morreram no último ano ao tentar alcançar as costas europeias, segundo agências para os refugiados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.africa21online.com/artigo.php?a=6921&amp;e=Sociedade" target="_blank">Africa 21</a></p>
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		<title>“Investir no Futuro”, primeira conferência sobre a proteção das crianças refugiadas no Oriente Médio e no Norte da África</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/investir-no-futuro-primeira-conferencia-sobre-a-protecao-das-criancas-refugiadas-no-oriente-medio-e-no-norte-da-africa/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 18:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[A vice-comissária-geral da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), Margot Ellis, destacou na última sexta-feira (17) a terrível situação das crianças refugiadas palestinas. “Já vulneráveis ​​como refugiadas, a ocupação e o conflito privam cada vez mais a juventude palestina dos direitos básicos e de proteção”, disse Ellis. A representante da UNRWA discursou no painel de alto nível “Investir no Futuro”, primeira conferência sobre a proteção das crianças refugiadas no Oriente Médio e no Norte da África, realizada em Sharjah nos Emirados Árabes Unidos. O evento foi co-organizado pelo membro do Conselho Supremo e Soberano de Sharjah, o <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/investir-no-futuro-primeira-conferencia-sobre-a-protecao-das-criancas-refugiadas-no-oriente-medio-e-no-norte-da-africa/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/un.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13483];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13484" alt="un" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/un-340x205.jpg" width="340" height="205" /></a>A vice-comissária-geral da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), Margot Ellis, destacou na última sexta-feira (17) a terrível situação das crianças refugiadas palestinas. “Já vulneráveis ​​como refugiadas, a ocupação e o conflito privam cada vez mais a juventude palestina dos direitos básicos e de proteção”, disse Ellis.</p>
<p>A representante da UNRWA discursou no painel de alto nível “Investir no Futuro”, primeira conferência sobre a proteção das crianças refugiadas no Oriente Médio e no Norte da África, realizada em Sharjah nos Emirados Árabes Unidos. O evento foi co-organizado pelo membro do Conselho Supremo e Soberano de Sharjah, o xeique Sultan Bin Mohammed Al Qasimi e o alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Antonio Guterres. O evento também contou com a presença da rainha Rania da Jordânia e Nabil al-Araby da Liga Árabe.</p>
<p>Citando os 65 anos de experiência da UNRWA em contribuir para a proteção dos refugiados palestinos, a vice-comissária explicou que o foco da agência na manutenção da estabilidade da família através de serviços regulares – como educação e saúde – é fundamental para o bem-estar e proteção das crianças, especialmente durante o conflito. Apesar dos enormes desafios impostos pelas hostilidades, a UNRWA foi capaz em grande parte de manter os serviços de educação em todas as zonas devastadas pelas guerras na Síria e na Faixa de Gaza ao utilizar materiais de ensino à distância inovadores e programas de televisão via satélite para as crianças que não podem chegar às escolas.</p>
<p>Garantir que a juventude tenha espaço para definir suas próprias vidas é uma maneira poderosa de promover a proteção, disse Ellis. “Suas vozes e visões transcendem agendas políticas, silenciando a violência sem sentido e a destruição”, afirmou. O novo projeto da UNRWA “Minha Voz Minha Escola” para crianças envolvidas nos conflitos na Síria, Líbano e Jordânia e com seus pares no Reino Unido, ajuda os alunos a entenderem o impacto que suas opiniões podem ter sobre suas próprias vidas.</p>
<p>A conferência “Investir no Futuro” teve como objetivo aumentar a conscientização sobre o estado agudo de questões de proteção à criança no Oriente Médio e Norte da África e buscar soluções práticas para esses problemas.</p>
<p><a href="http://www.unrwa.org/newsroom/official-statements/remarks-deputy-commissioner-general-%E2%80%98investing-future%E2%80%99-child-protection" target="_blank">Clique aqui</a> para ler o discurso completo da vice-comissária-geral.</p>
<p>Fonte: <a href="http://unrwa.org.br/2014/10/investir-futuro-primeira-conferencia-sobre-protecao-das-criancas-refugiadas-oriente-medio-norte-da-africa/" target="_blank">UNRWA</a></p>
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		<title>Reese Witherspoon fala do pastor Rick Warren, ao comentar sobre seu novo filme</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 17:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>

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		<description><![CDATA[Vencedora do Oscar no ano de 2005, a atriz Reese Witherspoon abordou recentemente sobre a conversa que teve com o pastor Rick Warren, da Igreja Saddleback, ao promover seu novo filme. O filme fala de indivíduos que fogem da guerra civil no Sudão, e Witherspoon lembrou em um evento de divulgação sobre a maneira como o pastor se sensibiliza com a vida de refugiados. Ela explica que o pastor Warren está atento ao modo como cidadãos pobres são discriminados por uma invalidez indevida, quando têm em mãos algo de bom para servir. &#8220;Eu estava falando com Rick Warren ontem, e <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/reese-witherspoon-fala-do-pastor-rick-warren-ao-comentar-sobre-seu-novo-filme/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<p>Vencedora do Oscar no ano de 2005, a atriz Reese Witherspoon abordou recentemente sobre a conversa que teve com o pastor Rick Warren, da Igreja Saddleback, ao promover seu novo filme.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/reese.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13478];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-13479" alt="reese" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/reese.jpg" width="256" height="176" /></a>O filme fala de indivíduos que fogem da guerra civil no Sudão, e Witherspoon lembrou em um evento de divulgação sobre a maneira como o pastor se sensibiliza com a vida de refugiados.</p>
<p>Ela explica que o pastor Warren está atento ao modo como cidadãos pobres são discriminados por uma invalidez indevida, quando têm em mãos algo de bom para servir.</p>
<p>&#8220;Eu estava falando com Rick Warren ontem, e ele me disse que, muitas vezes, se toma a ideia de que as pessoas pobres não são inteligentes ou que não tem nada a oferecer para a sociedade. [...] E estas pessoas descartadas, [muitas vezes] são médicos, são educadores, são líderes de comunidade, e estão apenas deslocados&#8221;, afirmou ela.</p>
<p>No novo filme, a atriz interpreta Carrie Davis, uma funcionária de uma agência de emprego desafiada a encontrar estes refugiados sudaneses no Quênia, a fim de levá-los para trabalhar nos EUA. A maior parte das cenas foram gravadas em Atlanta, estado da Geórgia (EUA).</p>
<p>Para entender melhor como é o modo de vida das pessoas que se deslocam do Sudão para território queniano, e como chegaram até lá, Witherspoon viajou até a cidade de Kakuma, noroeste do Quênia, logo depois das filmagens.</p>
<p>&#8220;Eu realmente queria ver como foi a experiência deles, e então fui até lá e levei minha filha adolescente comigo. [...] Foi muito comovente ver 250 mil pessoas deslocadas, dormindo em lajes de concreto&#8221;, observou.</p>
<p>Ela revela que as condições são bem desumanas, com dificuldade de diálogo (pelos inúmeros dialetos dos povos), diferentes tipos de religião, saúde precária e muito pouca comida.</p>
<p>&#8220;Este filme nos traz não apenas a oportunidade de se sensibilizar, mas também é uma chance de estabelecer uma mudança&#8221;, destacou a atriz.</p>
<p>Da obra de Margaret Nagle, o drama The Good Lie conta com direção do canadense Philippe Falardeau. Seu lançamento nos EUA ocorreu no último dia 3 de outubro, enquanto ainda não há data de estreia prevista para o Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="http://portugues.christianpost.com/news/reese-witherspoon-fala-do-pastor-rick-warren-ao-comentar-sobre-seu-novo-filme-20102/" target="_blank">CP</a></p>
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		<title>Grupos insurgentes continuam levando nigerianos a fugir para países vizinhos, alerta ACNUR</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 02:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Estima-se que 650 mil civis permanecem desabrigados no nordeste da Nigéria devido à intensificação da violência e terror. A agência da ONU para refugiados (ACNUR) alertou nesta sexta-feira (17) que o número de nigerianos que buscam refúgio nos países vizinhos – Camarões, Níger e Chade – tem aumentado devido à intensificação da violência e terror no nordeste do país por grupos insurgentes. De acordo com o ACNUR, no início de outubro, cerca de 2.200 pessoas fugiram de Gueshkar na sequência de um ataque “brutal” dos insurgentes, que na ocasião deram um ultimato aos residentes: “Junte-se a nós ou será morto”. <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/grupos-insurgentes-continuam-levando-nigerianos-a-fugir-para-paises-vizinhos-alerta-acnur/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estima-se que 650 mil civis permanecem desabrigados no nordeste da Nigéria devido à intensificação da violência e terror.</p>
<div id="attachment_13433" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/niger.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13432];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13433" alt="Cerca de 650 mil civis estão desabrigadas no nordeste da Nigéria devido à insurgência. Foto: ACNUR/Helen Caux" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/niger-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 650 mil civis estão desabrigadas no nordeste da Nigéria devido à insurgência. Foto: ACNUR/Helen Caux</p></div>
<p>A agência da ONU para refugiados (ACNUR) alertou nesta sexta-feira (17) que o número de nigerianos que buscam refúgio nos países vizinhos – Camarões, Níger e Chade – tem aumentado devido à intensificação da violência e terror no nordeste do país por grupos insurgentes.</p>
<p>De acordo com o ACNUR, no início de outubro, cerca de 2.200 pessoas fugiram de Gueshkar na sequência de um ataque “brutal” dos insurgentes, que na ocasião deram um ultimato aos residentes: “Junte-se a nós ou será morto”. Além disso, há relatos de que os rebeldes incendiaram edifícios públicos, expulsaram forças de segurança nigerianas deste município e recrutaram jovens das aldeias.</p>
<p>Em um comunicado à imprensa, o porta-voz da ACNUR, William Spindler, informou que o Governo do Níger tem solicitado assistência da agência para construção de acampamentos temporários para acomodar os recém-chegados, pois falta, além de abrigo, água e comida. “O ACNUR e seus parceiros precisam urgentemente de financiamento para ajudar os desabrigados da Nigéria e a população local que os acolhem”, acrescentou Spindler.</p>
<p>A crise em curso de refugiados na Nigéria já fizeram com que mais de 62 mil pessoas buscassem refúgio no Níger, desde o início de 2014. Enquanto isso, Camarões já recebeu cerca de 44 mil nigerianos e quase 2 mil civis fugiram para o Chade. No total, estima-se que 650 mil pessoas permanecem desabrigadas no nordeste da Nigéria devido às contínuos ataques da insurgências.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/nigeria-grupos-insurgentes-continuam-levando-nigerianos-a-fugir-para-paises-vizinhos-alerta-acnur/" target="_blank">ONU</a></p>
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		<title>Encontro em Sharjah: ACNUR pede medidas urgentes para proteção de crianças refugiadas</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/encontro-em-sharjah-acnur-pede-medidas-urgentes-para-protecao-de-criancas-refugiadas/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 01:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[O Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, pediu na última semana, durante uma importante conferência em Sharjah, medidas urgentes para fortalecer a proteção de milhões de crianças refugiadas. Proteger crianças refugiadas é uma prioridade para o ACNUR, e fazer isso da melhor maneira requer estreita colaboração com todos os envolvidos​​&#8221;, disse Guterres aos delegados na abertura dos dois dias da conferência &#8220;Investindo no Futuro&#8221;, que está sendo organizada pelo governador de Sharjah, Sheikh Sultan bin Muhammad Al Qasimi. O foco é o Oriente Médio e o Norte da África. &#8220;Precisamos fazer o melhor para manter as crianças refugiadas <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/encontro-em-sharjah-acnur-pede-medidas-urgentes-para-protecao-de-criancas-refugiadas/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13474" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/alto.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13473];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13474" alt="alto" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/alto-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">O Alto Comissário António Guterres discursa durante a sessão de abertura da conferência “Investindo no futuro”, realizada em Sharjah na quarta-feira, dia 15.</p></div>
<p>O Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, pediu na última semana, durante uma importante conferência em Sharjah, medidas urgentes para fortalecer a proteção de milhões de crianças refugiadas.</p>
<p>Proteger crianças refugiadas é uma prioridade para o ACNUR, e fazer isso da melhor maneira requer estreita colaboração com todos os envolvidos​​&#8221;, disse Guterres aos delegados na abertura dos dois dias da conferência &#8220;Investindo no Futuro&#8221;, que está sendo organizada pelo governador de Sharjah, Sheikh Sultan bin Muhammad Al Qasimi. O foco é o Oriente Médio e o Norte da África.</p>
<p>&#8220;Precisamos fazer o melhor para manter as crianças refugiadas seguras – garantindo seu acesso à educação de qualidade, atendimento psicossocial e apoio para aquelas com necessidades específicas, além de assegurar seu registro de nascimento. Mas é igualmente importante apoiar suas famílias e comunidades para que possam protegê-las melhor&#8221;, acrescentou o Alto Comissário.</p>
<p>Segundo ele, a conferência de Sharjah foi uma oportunidade de trabalhar em conjunto para melhorar a proteção das crianças refugiadas na região. “Espero que esta reunião ajude a fortalecer as parcerias entre governos, sociedade civil, organizações internacionais e setor privado, e que identifiquemos ações específicas para garantir que as crianças e adolescentes refugiados estejam melhores protegidas, com esperança para o futuro&#8221;.</p>
<p>Guterres disse ainda que as crianças, o grupo mais vulnerável ​​em tempos de conflito e deslocamento, agora compõem metade dos refugiados do mundo, a maior proporção em mais de uma década. A situação no Oriente Médio é particularmente mais grave, com crises na Síria e no Iraque. &#8220;Nesta região, a cada minuto, uma criança é forçada a fugir de seu país&#8221;,</p>
<p>&#8220;O impacto do deslocamento forçado para crianças é enorme&#8221;, disse Guterres. &#8220;Muitas das crianças refugiadas que conheci presenciaram a violência e a brutalidade da guerra, perderam entes queridos ou foram feridas.&#8221;</p>
<p>A vida das crianças no exílio é cheia de incertezas e lutas diárias. &#8220;Muitas são separadas de suas famílias, têm dificuldades para acessar serviços básicos, e vivem em pobreza crescente. Apenas uma em cada duas crianças refugiadas sírias nos países vizinhos estuda&#8221;, acrescentou Guterres.</p>
<p>&#8220;Sabemos que as crianças refugiadas correm mais risco de trabalho infantil e recrutamento, e são mais vulneráveis ​​à violência em suas casas, comunidades e escolas, incluindo a violência sexual e baseada em gênero. Esta é uma das razões, além das dificuldades financeiras, que levam os pais a concordarem em casar suas filhas ainda crianças.&#8221;</p>
<p>O Alto Comissário disse que as consequências da violência para as crianças são &#8220;graves, caras e de longo prazo &#8221; tanto para as crianças quanto para suas comunidades. &#8220;À medida que o deslocamento se torna mais prolongado, é necessário mais investimento para apoiar sistemas e serviços de proteção nacional, fornecidos pelo governo e organizações da sociedade civil.&#8221;</p>
<p>&#8220;Não podemos permitir que essas crianças se tornem uma geração perdida. Se não as protegermos da exploração e abuso, se as deixarmos sem educação e qualificação, a recuperação e o desenvolvimento de seus países atrasarão por muitos anos&#8221;, disse Guterres.</p>
<p>Em outro discurso, a Rainha da Jordânia Rania descreveu o deslocamento em massa da Síria como &#8220;um tapa na cara da humanidade.&#8221; Ela também pediu a continuação do apoio internacional para os países de acolhimento como a Jordânia, acrescentando que &#8220;as necessidades são muito maiores do que o apoio oferecido.&#8221;</p>
<p>Mais de 300 delegados, incluindo funcionários de governo, trabalhadores humanitários e especialistas em assuntos de refugiados e de proteção à criança discutiram uma ampla gama de questões durante o encontro em Sharjah. Os tópicos incluíam a violência sexual e baseada no gênero; proteção de crianças afetadas por conflitos armados; registro de nascimento e documentação legal dos bebês nascidos em situação refúgio; exploração e separação; educação e capacitação de jovens como agentes de transformação.</p>
<p>A apoiadora do ACNUR, Sheikha Jawaher Bint Mohammed Al Qasimi, esposa do governante de Sharjah, ajudou a organizar a conferência, o primeiro deste tipo na região. A reunião terminou na quinta-feira (dia 16 de outubro) com o conjunto de princípios para proteção às crianças refugiadas.</p>
<p><i>Por Mohammed Abu Asaker in Sharjah, United Arab Emirates</i></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/noticias/noticia/encontro-em-sharjah-acnur-pede-medidas-urgentes-para-protecao-de-criancas-refugiadas/" target="_blank">ACNUR</a></p>
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		<title>Chefe da ONU parabeniza ‘ambiente tranquilo’ das eleições em Moçambique</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/chefe-da-onu-parabeniza-ambiente-tranquilo-das-eleicoes-em-mocambique/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 19:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com os padrões de missões de observadores nacionais e internacionais, as eleições ocorreram de forma pacífica e transparente, apesar de alguns incidentes localizados. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, parabenizou os cidadãos de Moçambique pelo “ambiente tranquilo” que marcou as eleições presidenciais, legislativas e provinciais que aconteceram no último dia 15 de outubro. De acordo com os padrões de missões de observadores nacionais e internacionais, as eleições ocorreram de forma pacífica e transparente, apesar de alguns incidentes localizados, disse o chefe da ONU. Segundo os relatos da mídia, a contagem parcial dos votos demonstra que a Frente de Libertação de Moçambique <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/chefe-da-onu-parabeniza-ambiente-tranquilo-das-eleicoes-em-mocambique/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com os padrões de missões de observadores nacionais e internacionais, as eleições ocorreram de forma pacífica e transparente, apesar de alguns incidentes localizados.</p>
<div id="attachment_13466" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/taxas.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13465];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13466" alt="As taxas de desnutrição crônica entre as crianças persistem elevadas em Moçambique, apesar do crescimento econômico. Foto: UNICEF/Graeme Williams" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/taxas-340x217.jpg" width="340" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">As taxas de desnutrição crônica entre as crianças persistem elevadas em Moçambique, apesar do crescimento econômico. Foto: UNICEF/Graeme Williams</p></div>
<p>O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, parabenizou os cidadãos de Moçambique pelo “ambiente tranquilo” que marcou as eleições presidenciais, legislativas e provinciais que aconteceram no último dia 15 de outubro.</p>
<p>De acordo com os padrões de missões de observadores nacionais e internacionais, as eleições ocorreram de forma pacífica e transparente, apesar de alguns incidentes localizados, disse o chefe da ONU.</p>
<p>Segundo os relatos da mídia, a contagem parcial dos votos demonstra que a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) continuará no poder, com uma possível eleição direta do candidato presidencial Filipe Nyusi. O partido ganhou todas as eleições até o momento realizadas, desde o fim da guerra civil em 1992.</p>
<p>Por meio de um comunicado, o secretário-geral pediu a todas as partes para continuar a trabalhar juntas no marco da lei eleitoral e engajar-se construtivamente em todo o processo eleitoral enquanto esperam o anúncio oficial dos resultados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/chefe-da-onu-parabeniza-ambiente-tranquilo-das-eleicoes-em-mocambique/" target="_blank">ONU</a></p>
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