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	<title>IKMR &#187; América</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>Brasil concede nº recorde de refúgios em 2014; sírios já são o maior grupo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 19:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[São 2.320 solicitações aceitas, mais de três vezes o registrado em 2013. O Brasil concedeu no ano passado 2.320 refúgios a estrangeiros, um recorde. É o que mostram dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, obtidos pelo G1. Isso representa mais de três vezes o número de solicitações aceitas em 2013 (649), o maior registro até então. Dos pedidos aceitos, mais da metade – 1.405 – são de sírios, que agora ocupam o primeiro lugar no total de refugiados no país. São 1.740. Eles ultrapassaram os colombianos (1.263) e os angolanos (1.071). Com as novas concessões, <a href="https://www.ikmr.org/2015/01/brasil-concede-no-recorde-de-refugios-em-2014-sirios-ja-sao-o-maior-grupo/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>São 2.320 solicitações aceitas, mais de três vezes o registrado em 2013.</h2>
<div id="attachment_13772" style="width: 444px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/altinawi_ftito13a.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13769];player=img;"><img class=" wp-image-13772 " alt="O engenheiro sírio Talal Al Tinawi vive com a família em São Paulo e diz que não pensa em voltar ao país natal. A admiração pelo Ocidente é vista na coleção de souvenirs de lugares que visitou, exposta na sala de casa (Foto: Fábio Tito/G1)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/altinawi_ftito13a.jpg" width="434" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">O engenheiro sírio Talal Al Tinawi vive com a família em São Paulo e diz que não pensa em voltar ao país natal. A admiração pelo Ocidente é vista na coleção de souvenirs de lugares que visitou, exposta na sala de casa (Foto: Fábio Tito/G1)</p></div>
<p>O Brasil concedeu no ano passado 2.320 refúgios a estrangeiros, um recorde. É o que mostram dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, obtidos pelo <strong>G1</strong>. Isso representa mais de três vezes o número de solicitações aceitas em 2013 (649), o maior registro até então.</p>
<p>Dos pedidos aceitos, mais da metade – 1.405 – são de sírios, que agora ocupam o primeiro lugar no total de refugiados no país. São 1.740. Eles ultrapassaram os colombianos (1.263) e os angolanos (1.071). Com as novas concessões, o Brasil tem, ao todo, 7.662 refugiados de 81 nacionalidades diferentes – um aumento de 47% em um ano (<a href="http://g1.globo.com/mundo/refugiados-brasil-2014.html">veja mapa com a origem de todos</a>).</p>
<p>Milhões de pessoas deixaram a Síria em busca de refúgio em nações vizinhas e, em alguns casos, em países distantes como o Brasil, em razão da guerra civil que não cessa e já provocou a morte de quase 200 mil pessoas, segundo ONGs de direitos humanos.</p>
<p>Desde 2013, quando foi identificado o fluxo de sírios, o Conare implementou, a pedido da Agência da ONU para Refugiados (Acnur), um “procedimento acelerado” no momento de analisar as solicitações de refúgio. Houve uma simplificação dos procedimentos, com a redução de questionários e a unificação de entrevistas com diferentes autoridades antes da análise do pedido.</p>
<p>De acordo com o Conare, a produtividade do órgão saltou de 33 solicitações analisadas por plenária em 2011 para 368 em 2014 (mais de 1.000% de aumento).</p>
<div id="attachment_13773" style="width: 320px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/dana.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13769];player=img;"><img class="size-full wp-image-13773" alt="Para a síria Dana Albalkhi, que dá aulas de inglês, conseguir emprego é um dos maiores desafios dos refugiados (Foto: Dana Albalkhi/Arquivo pessoal)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/dana.jpg" width="310" height="465" /></a><p class="wp-caption-text">Para a síria Dana Albalkhi, que dá aulas de inglês,<br />conseguir emprego é um dos maiores desafios dos<br />refugiados (Foto: Dana Albalkhi/Arquivo pessoal)</p></div>
<p>Layla Ielo, brasileira que participa de um grupo de apoio a refugiados sírios na Mesquita do Brás, em São Paulo, confirma que o processo de obtenção do protocolo de refúgio tem sido muito mais ágil. “Antes eles esperavam quatro, cinco meses para conseguir a documentação. No meio do ano passado, a espera foi zerada. Agora voltou a se acumular por causa do volume de pessoas que chegam, mas está demorando só uma semana”, afirma.</p>
<p>O refúgio é um direito de estrangeiros garantido por uma convenção da ONU de 1951 e ratificada por lei no Brasil em 1997. Segundo o ministério, o refúgio pode ser solicitado por &#8220;qualquer estrangeiro que possua fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, opinião pública, nacionalidade ou por pertencer a grupo social específico e também por aqueles que tenham sido obrigados a deixar seu país de origem devido a uma grave e generalizada violação de direitos humanos”.</p>
<div>Em 2014, os libaneses foram o segundo grupo com mais pedidos de refúgio aceitos: 361. O número se explica, em parte, também devido à guerra na Síria. Além de enfrentar problemas econômicos, já que os refugiados do país vizinho já compõem 1/3 da população do país, houve agravamento de tensões sectárias e um aumento considerável da violência, especialmente nas áreas de fronteira.</div>
<p>Na terceira posição aparecem os congoleses. Conflitos entre governo e opositores do regime do presidente Joseph Kabila têm causado mortes e continuam a gerar pânico na população. De acordo com os dados do Conare, 174 habitantes do país africano obtiveram o status no ano passado.</p>
<p><strong>‘Invasão síria’</strong><br />
A brasileira Layla Ielo diz que o principal problema agora é encontrar lugar para alojar os sírios que chegam a São Paulo – segundo ela, são, em média, três famílias toda semana. “Agora a situação na Síria ficou muito pior por causa desse grupo, o Estado Islâmico, que mata até crianças e idosos. Aí eles querem sair de lá desesperadamente”, afirma.</p>
<p>Muitas vezes são três gerações que fogem juntas ao mesmo tempo. “Vem o pai, a mãe, as crianças, os avós. A comunidade árabe da cidade, que no início abrigava o pessoal, já absorveu o máximo que poderia. Tínhamos conseguido hotéis que cobravam uma taxa simbólica, mas eles não querem mais cobrar menos. A situação está caótica. Tem alguns dormindo na rua por causa disso”, conta.</p>
<p>O grupo Oásis, do qual Layla participa, quer montar uma casa de acolhida para os refugiados sírios e tem se reunido com representantes dos governos municipal, estadual e federal para buscar uma solução.</p>
<p>Outra batalha é para conseguir emprego para os que chegam – muitos deles, profissionais com curso superior. Uma das ideias para 2015 é montar um curso de árabe para brasileiros, em que os professores sejam refugiados sírios.</p>
<p><strong>Emprego</strong><br />
Conseguir emprego tem sido um dos maiores desafios para a professora de inglês Dana Albalkhi, de 26 anos, que está no Brasil há pouco mais de um ano. Em São Paulo, a jovem já trabalhou em uma loja de roupas no Bom Retiro, ensinou inglês em uma escola de idiomas, deu aulas particulares de árabe para brasileiros e trabalhou em uma entidade ligada a uma mesquita. Agora, ela trabalha em uma sociedade beneficente muçulmana.</p>
<p>Com o português afiado, Dana, que no início só se comunicava por gestos, diz que pensa em viver no Brasil por muito tempo. “No começo foi muito difícil, mas depois que fiz amigos brasileiros, ficou fácil. Agora estou feliz”, afirma.</p>
<p>Ela diz que nem todos os sírios que chegam conseguem se adaptar bem ao Brasil, mas a maioria se esforça para aprender o idioma e se estabelecer.</p>
<div id="attachment_13774" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/Ta.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13769];player=img;"><img class="size-full wp-image-13774" alt="Talal Al Tinawi posa para foto com a família na sala de sua casa, no Brás (Foto: Fábio Tito/G1)" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2015/01/Ta.jpg" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Talal Al Tinawi posa para foto com a família na sala de sua casa, no Brás (Foto: Fábio Tito/G1)</p></div>
<p>É o caso do engenheiro Talal Al Tinawi, que chegou a São Paulo em dezembro de 2013 com a mulher e os dois filhos. Ele é um dos poucos refugiados que já conseguiram emprego em sua área de atuação. Após passar um tempo vendendo roupas infantis no Brás, Talal obteve o protocolo de refúgio em fevereiro de 2014. Hoje, trabalha em uma empresa de engenharia.<br />
Os filhos, Yara e Riad, estão na escola e já falam português. Ele e a mulher, Ghazal, esperam outro bebê, que nascerá no Brasil.</p>
<p>Ávidos por se adaptarem à vida no novo país, eles costumam fazer passeios em museus e parques da cidade junto com novos amigos brasileiros. O Natal e o réveillon eles passaram na casa de uma família de São Paulo. Mesmo quando a guerra chegar ao fim, não pensam em voltar para a Síria. “Acho que falta muito tempo ainda para a guerra acabar. Aqui já tenho meu trabalho, meus filhos falam português bem. Temos nossa vida aqui. No futuro só quero voltar lá para visitar”, conclui.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/brasil-concede-n-recorde-de-refugios-em-2014-sirios-ja-sao-o-maior-grupo.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Xuxa convida as crianças refugiadas a sonhar com o Show “A Magia do Natal”</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/xuxa-convida-as-criancas-refugiadas-a-sonhar-com-o-show-a-magia-do-natal/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 02:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[A Magia do Natal]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundação Xuxa Meneghel]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>
		<category><![CDATA[Xuxa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os pequenos refugiados que estão em São Paulo viveram um momento único e especial no Ginásio do Ibirapuera, assistindo ao Show “A Magia do Natal” apresentado por Xuxa e convidados muito especiais. Crianças vindas da Síria, Palestina, Egito, Sudão, Congo, Angola, Paquistão, Nigéria, Colômbia e Irã ficaram fascinadas com o espetáculo que reuniu centenas de bailarinos e acrobatas e uma orquestra regida pelo Maestro João Carlos Martins, com arranjos especiais da Bachiana Filarmônica SESI SP, executados por jovens de comunidades. O repertório contou com vários sucessos da Rainha dos Baixinhos, mas “Ilariê” foi o hit que fez as crianças vibrarem <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/xuxa-convida-as-criancas-refugiadas-a-sonhar-com-o-show-a-magia-do-natal/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13708" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/mayas.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13706];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13708" alt="Baixinha síria. © IKMR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/mayas-340x255.jpg" width="340" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Baixinha síria. © IKMR</p></div>
<p>Os pequenos refugiados que estão em São Paulo viveram um momento único e especial no Ginásio do Ibirapuera, assistindo ao Show “A Magia do Natal” apresentado por Xuxa e convidados muito especiais.</p>
<p>Crianças vindas da Síria, Palestina, Egito, Sudão, Congo, Angola, Paquistão, Nigéria, Colômbia e Irã ficaram fascinadas com o espetáculo que reuniu centenas de bailarinos e acrobatas e uma orquestra regida pelo Maestro João Carlos Martins, com arranjos especiais da Bachiana Filarmônica SESI SP, executados por jovens de comunidades.</p>
<p>O repertório contou com vários sucessos da Rainha dos Baixinhos, mas “Ilariê” foi o hit que fez as crianças vibrarem cantando e dançando essa canção que provou não ter fronteiras.  O show contou com a participação da dupla Victor e Léo e da cantora Anita.</p>
<p>Os adultos não ficaram fora desta grande festa. Os pais se emocionaram nesta confraternização inesquecível entre muçulmanos e cristãos que invadiu seus corações com o verdadeiro espírito do natal.</p>
<p>Esta atividade integra a campanha em defesa do direito à cultura promovida pela IKMR com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).</p>
<p>O Canal Viva vai exibir o especial “O Natal Mágico da Xuxa”, no dia 22/12 às 22:30.</p>
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		<title>Cartagena+30: países da América Latina e o Caribe adotam Plano de Ação comum</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/cartagena30-paises-da-america-latina-e-o-caribe-adotam-plano-de-acao-comum/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 21:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>

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		<description><![CDATA[Países da América Latina e do Caribe concordaram hoje em trabalhar juntos para defender e apoiar os mais altos padrões de proteção regional e internacional e também soluções inovadoras para proteger refugiados e deslocados, acabando com o problema da apatridia na região. Estes compromissos, incluídos na Declaração e Plano de Ação do Brasil, são o principal resultado da reunião ministerial ocorrida em Brasília, que encerrou hoje o processo de comemoração do 30º Aniversário da Declaração de Cartagena para Refugiados – conhecido para Cartagena+30. A Declaração de Cartagena, que agora entra em sua quarta década, foi adotada nesta cidade colombiana em <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/cartagena30-paises-da-america-latina-e-o-caribe-adotam-plano-de-acao-comum/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13697" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/30.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13696];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13697" alt="Foto de grupo da cerimônia de encerramento da Reunião Ministerial em Brasília, com adoção da Declaração e Plano de Ação de Brasil." src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/30-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de grupo da cerimônia de encerramento da Reunião Ministerial em Brasília, com adoção da Declaração e Plano de Ação de Brasil.</p></div>
<p>Países da América Latina e do Caribe concordaram hoje em trabalhar juntos para defender e apoiar os mais altos padrões de proteção regional e internacional e também soluções inovadoras para proteger refugiados e deslocados, acabando com o problema da apatridia na região.</p>
<p>Estes compromissos, incluídos na Declaração e Plano de Ação do Brasil, são o principal resultado da reunião ministerial ocorrida em Brasília, que encerrou hoje o processo de comemoração do 30º Aniversário da Declaração de Cartagena para Refugiados – conhecido para Cartagena+30.</p>
<p>A Declaração de Cartagena, que agora entra em sua quarta década, foi adotada nesta cidade colombiana em 1984. Seu texto ampliou a definição de refugiado adotado na América Latina e propôs novas abordagens para as necessidades humanitárias de refugiados e pessoas deslocadas, com um espírito de solidariedade e cooperação.</p>
<p>A Declaração e o Plano de Ação do Brasil reconhecem novas realidades na América Latina e no Caribe que forçam pessoas a fugir de seus países em busca de proteção. Como respostas a estas necessidades, os países desenharam novas estratégias para fortalecer as oportunidades de integração local, reassentamento, repatriação voluntária e programas de mobilidade laboral, garantindo direitos para refugiados e outros deslocados.</p>
<p>Os países que participaram da reunião – cerca de 30 delegações – também se comprometeram a erradicar a apatridia até 2024, tornando a América Latina e o Caribe a primeira região a responder este apelo global que tem sido feito pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). Os países reafirmaram que toda pessoa tem direito a uma nacionalidade e que a apatridia é uma violação dos direitos humanos.</p>
<p>O Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, elogiou os compromissos assumidos pelos países no Brasil, descrevendo-os como “corajosos, generosos e visionários”.</p>
<p>“Agora, o ônus da região é, com determinação, traduzir estes compromissos em ações que tenham um impacto concreto e positivo nas vidas de refugiados, deslocados e pessoas apátridas”, disse Guterres.</p>
<p>“Estamos testemunhando o fazer da história”, disse o Alto Comissário. Ele elogiou a América Latina e o Caribe por avançarem na papel de liderança em relação à assistência, proteção e cuidado com as populações mais vulneráveis do mundo, mostrando boas práticas em termos de proteção internacional e soluções.</p>
<p>O ministro da Justiça do Brasil, José Eduardo Cardozo, parabenizou a contínua cooperação da região em questões humanitárias e disse que o Brasil está honrado por acolher o importante evento Cartagena+30.</p>
<p>“O governo brasileiro tem uma firme determinação para que o país receba bem os estrangeiros que aqui chegam. Cabe a nós dar proteção a quem precisa, garantir que os direitos humanos sejam respeitados e temos que estar preparados para enfrentar isso. Há trinta anos, um grupo de pessoas fizeram uma declaração visionária; espero que hoje estejamos com a mesma visão pragmática”, afirmou Cardoso.</p>
<p>O Secretário Geral do Conselho Norueguês para Refugiados (NRC, da sigla em inglês), Jan Egeland, elogiou a Declaração e o Plano de Ação. “Outros continentes podem aprender com a América Latina e o Caribe em como encontrar na solidariedade regional a proteção e as soluções para os deslocados”, afirmou.</p>
<p>“Esta região tem uma sociedade civil muito organizada, que deu contribuições valiosas ao processo de Cartagena+30, durante as consultas sub-regionais que aconteceram durante todo o ano, organizadas pelo NRC. Os governos devem se valer destas consultas e utilizar a força das organizações não governamentais quando desastres, conflitos e outras formas de violência causam deslocamentos forçados”, completou o Secretário Geral do NRC.</p>
<p>O evento final em Brasília foi organizado pelo Governo do Brasil, com o apoio do ACNUR e do NRC, com a presença de diversas organizações internacionais e agências humanitárias regionais. Quatro encontros sub-regionais na Argentina, Equador, Nicarágua e Ilhas Caimã antecederam o encontro e contribuíram para a versão final da Declaração e do Plano de Ação do Brasil.</p>
<p>A América Latina e o Caribe têm mais de 06 milhões de pessoas em necessidade de proteção internacional, como deslocados internos, refugiados, solicitantes de refúgio e apátridas. Recentemente, a região tem lidado com milhares de crianças desacompanhadas que fogem da violência na América Central.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/noticias/noticia/cartagena-30-paises-da-america-latina-e-o-caribe-adotam-plano-de-acao-comum/" target="_blank">ACNUR</a></p>
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		<title>Acnur debaterá em Brasília situação dos refugiados na AL</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/12/acnur-debatera-em-brasilia-situacao-dos-refugiados-na-al/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 18:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[ACNUR]]></category>
		<category><![CDATA[Cartagena +30]]></category>
		<category><![CDATA[colombia]]></category>
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		<category><![CDATA[reassentamento]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>

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		<description><![CDATA[O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) inaugurará, na terça-feira, em Brasília, uma conferência na qual debaterá com autoridades da América Latina a situação das pessoas perseguidas na região. A Conferência &#8220;Cartagena+30&#8243; será inaugurada pelo titular do Acnur, o português António Guterres, e reunirá durante dois dias autoridades governamentais e dos âmbitos judicial e humanitário latino-americano. A reunião foi convocada no marco da celebração do 30° aniversário da Declaração de Cartagena sobre os Refugiados, adotada em 1984 na cidade colombiana e que renovou os critérios para a concessão de refúgio. O representante do Acnur no Brasil, o mexicano Andrés Ramírez, explicou à <a href="https://www.ikmr.org/2014/12/acnur-debatera-em-brasilia-situacao-dos-refugiados-na-al/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13682" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/carta.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13681];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13682" alt="Muhammad Hamed/Reuters" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/12/carta-340x190.jpg" width="340" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Muhammad Hamed/Reuters</p></div>
<p>O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) inaugurará, na terça-feira, em Brasília, uma conferência na qual debaterá com autoridades da América Latina a situação das pessoas perseguidas na região.</p>
<p>A Conferência &#8220;Cartagena+30&#8243; será inaugurada pelo titular do Acnur, o português António Guterres, e reunirá durante dois dias autoridades governamentais e dos âmbitos judicial e humanitário latino-americano.</p>
<p>A reunião foi convocada no marco da celebração do 30° aniversário da Declaração de Cartagena sobre os Refugiados, adotada em 1984 na cidade colombiana e que renovou os critérios para a concessão de refúgio.</p>
<p>O representante do Acnur no Brasil, o mexicano Andrés Ramírez, explicou à Agência Efe que essa declaração ampliou o conceito do refugiado, ao incluir pessoas que fogem de seus países &#8220;ameaçadas pela violência generalizada, pela agressão estrangeira, pelos conflitos internos e pela violação em massa dos direitos humanos&#8221;.</p>
<p>A conferência na capital brasileira será a conclusão de um processo de consultas que, ao longo deste ano, incluiu entrevistas prévias em Buenos Aires, Quito, Manágua e Grand Cayman, nas quais foi discutida a nova realidade latino-americana 30 anos depois da Declaração de Cartagena.</p>
<p>Esses debates abrangeram desde a situação de violência no chamado Triângulo Norte das América Central, formado pela Guatemala, Honduras e El Salvador, até o crescente drama dos apátridas, que o Acnur incorporou neste mesmo ano em sua agenda global.</p>
<p>Segundo Ramírez, em Brasília será adotada uma nova declaração e será traçado um plano de ação para a próxima década, mediante o qual espera-se reforçar a proteção das cerca de 6,5 milhões de pessoas que vivem na América Latina como refugiadas ou se encontram em condições de receber esse status.</p>
<p>Na Conferência &#8220;Cartagena+30&#8243; também será discutido o caso das pessoas deslocadas por desastres naturais, que ainda não são contempladas na legislação internacional sobre refúgio.</p>
<p>Ramírez antecipou à Agência Efe que na declaração de Brasília haverá pelo menos &#8220;uma alusão às vítimas de desastres naturais e da mudança climática&#8221;, com a meta de que o assunto seja incorporado ao debate global e seja resolvido o &#8220;vazio jurídico&#8221; que mantém desamparadas as pessoas deslocadas por esse tipo de fenômenos.</p>
<p>O Brasil, em sua condição de anfitrião da reunião, apresentará uma proposta mediante a qual oferecerá residência permanente a grupos de colombianos refugiados no Equador, o país que mais pessoas perseguidas acolhe em toda América Latina.</p>
<p>Segundo dados do Acnur, atualmente no Equador residem em condição de refugiadas 54.789 pessoas, em sua maioria colombianas deslocadas pelo conflito interno nesse país.</p>
<p>Fontes oficiais anteciparam à Efe que o Brasil se propõe oferecer residência permanente e facilidades para a aprendizagem de português e a busca de emprego a cerca de 100 colombianos refugiados no Equador durante o próximo ano e a um número similar em 2016.</p>
<p>O conflito colombiano também será evocado na conferência através de uma homenagem que será feita à &#8220;Rede Borboletas&#8221;, uma ONG nascida nesse país há quatro anos e que já prestou assistência a mais mil de mulheres deslocadas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/acnur-debatera-em-brasilia-situacao-dos-refugiados-na-al" target="_blank">Exame</a></p>
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		<title>Vencedores do Concurso “Lar é onde o Coração está” serão anunciados no Dia Mundial da Criança</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 21:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[ACNUR]]></category>
		<category><![CDATA[concurso cultural]]></category>
		<category><![CDATA[crianças refugiadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Lar é onde o Coração está]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Imigração]]></category>
		<category><![CDATA[sao paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta feira, dia 20/11, data em que se comemora o Dia Mundial da Criança, a IKMR, o Museu da Imigração e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) farão o anúncio oficial dos vencedores do Concurso Cultural “Lar é onde o Coração está”, promovido entre as crianças refugiadas, reassentadas e solicitantes de refúgio em todo país. A divulgação do resultado será às 16hs, na Sala de Exposição Temporária do museu, onde será lançada uma amostra com todas as criações que foram inscritas. As obras foram avaliadas pela comissão julgadora composta por Vivianne Reis (IKMR), Tatiana Waldman (Museu da Imigração) <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/vencedores-do-concurso-lar-e-onde-o-coracao-esta-serao-anunciados-no-dia-mundial-da-crianca/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13643" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10649896_973394099353434_118454529066768133_n.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13642];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13643 " alt="© Simone Marques | IKMR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10649896_973394099353434_118454529066768133_n-340x510.jpg" width="340" height="510" /></a><p class="wp-caption-text">© Simone Marques | IKMR</p></div>
<p>Nesta quinta feira, dia 20/11, data em que se comemora o Dia Mundial da Criança, a IKMR, o Museu da Imigração e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) farão o anúncio oficial dos vencedores do Concurso Cultural “Lar é onde o Coração está”, promovido entre as crianças refugiadas, reassentadas e solicitantes de refúgio em todo país. A divulgação do resultado será às 16hs, na Sala de Exposição Temporária do museu, onde será lançada uma amostra com todas as criações que foram inscritas.</p>
<p>As obras foram avaliadas pela comissão julgadora composta por Vivianne Reis (IKMR), Tatiana Waldman (Museu da Imigração) e Fernando Bissacot (ACNUR) segundo os critérios: coerência com o tema , expressão, criatividade e originalidade. O concurso teve como objetivo destacar os desafios que enfrenta a criança que busca refúgio em nosso país, através do seu olhar e de quem a acompanha e auxilia neste processo.</p>
<p>Foram registradas 23 inscrições com 07 textos e 34 desenhos. Entre os finalistas estão crianças vindas da Colômbia, Nigéria, Síria, República Democrática do Congo, Angola, Sudão do Sul e Irã, acolhidas nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p>
<p>O concurso possui 3 categorias para crianças e 1 especial para adultos e vai premiar com 1 netbook  o primeiro lugar,1 tablet o segundo e o terceiro lugar 1 MP4.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Local: Museu da Imigração</p>
<p>Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca</p>
<p>Horário: 15:00 as 18:00</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa</strong></p>
<p><b></b>IKMR : (11) 3539.8896 / 98260.6369 (Vivianne Reis – <a href="mailto:reis@ikmr.org">reis@ikmr.org</a>)</p>
<p>Museu da Imigração: (11) 2692.1866 (Tatiana Waldman &#8211; tatiana@museudaimigracao.org.br)</p>
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		<title>Chiquitour com as Crianças Refugiadas em São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 01:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquititas]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquitour]]></category>
		<category><![CDATA[crianças refugiadas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ikmr]]></category>
		<category><![CDATA[SBT]]></category>

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		<description><![CDATA[O SBT preparou um Chiquitour especial para receber as crianças refugiadas que estão na capital paulista. A emissora não mediu esforços para que as crianças tivessem uma experiência completa em seus estúdios. Enviou um ônibus para buscá-las, ofereceu um almoço para recepcioná-las e preparou uma programação para encantar a criançada do começo ao fim. Elas passearam por todo o complexo, dos estúdios aos bastidores, conheceram a Galeria da Fama, mas nada superou a emoção de poder correr e brincar pela cidade cenográfica de sua novela favorita.  “Como eu queria poder morar aqui” gritou exultante a pequena congolesa olhando admirada o <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/chiquitour-com-as-criancas-refugiadas-em-sao-paulo/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O SBT preparou um Chiquitour especial para receber as crianças refugiadas que estão na capital paulista.</p>
<div id="attachment_13583" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10380913_744544742299308_7208233429913485222_n.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13582];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13583" alt="@Graziela Marques | IKMR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10380913_744544742299308_7208233429913485222_n-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">@Graziela Marques | IKMR</p></div>
<p>A emissora não mediu esforços para que as crianças tivessem uma experiência completa em seus estúdios. Enviou um ônibus para buscá-las, ofereceu um almoço para recepcioná-las e preparou uma programação para encantar a criançada do começo ao fim.</p>
<p>Elas passearam por todo o complexo, dos estúdios aos bastidores, conheceram a Galeria da Fama, mas nada superou a emoção de poder correr e brincar pela cidade cenográfica de sua novela favorita.  “Como eu queria poder morar aqui” gritou exultante a pequena congolesa olhando admirada o orfanato Raio de Luz.</p>
<p>O tour foi percorrido com muita brincadeira, tinha criança que passava pelos corredores dando estrelinhas tamanha era a diversão. Mas o momento mais esperado foi o encontro com o elenco. Elas mal podiam se conter tamanha era a alegria de estar perto de seus personagens favoritos. Os atores e as atrizes também se renderam a doçura dos pequenos refugiados e não demorou para vermos todos eles juntos batendo papo no chão da cozinha.</p>
<div id="attachment_13585" style="width: 350px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10734227_744538048966644_8933278063932452502_n.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13582];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13585" alt="@Graziela Marques | IKMR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10734227_744538048966644_8933278063932452502_n-340x204.jpg" width="340" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">@Graziela Marques | IKMR</p></div>
<p>As crianças também foram presenteadas com fotos de seus artistas favoritos e brindes personalizados que tinham até as famosas meias coloridas usadas pelas Chiquititas.</p>
<p>Uma tarde de sonho e fantasia que ficará marcada na memória e no coração. A volta para casa foi embalada pela trilha sonora cantada pela turminha que parecia ainda não acreditar no que tinham acabado de viver.</p>
<p>Essa atividade integra a campanha em defesa do “Direito à Cultura”, promovida pela IKMR com o apoio da Agência da ONU para refugiados (ACNUR) em todo país.</p>
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		<title>ACNUR divulga pesquisa sobre proteção de crianças desacompanhadas no México</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 00:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>

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		<description><![CDATA[O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) no México apresentou hoje o relatório “Arrancados pela Raiz”, sobre as causas do deslocamento de crianças e adolescentes desacompanhados entre os países da América Central e sua necessidade de proteção internacional. Encomendado pelo ACNUR e financiado pelo Departamento de Ajuda Humanitária da Comissão Europeia (ECHO, na sigla em Inglês), o estudo pretendeu compreender o que motiva a saída de crianças da Guatemala, Honduras e El Salvador, assim como identificar sua necessidade de proteção internacional, incluindo o reconhecimento da condição de refugiado. O estudo utilizou uma metodologia mista baseada em entrevistas individuais e <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/acnur-divulga-pesquisa-sobre-protecao-de-criancas-desacompanhadas-no-mexico/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/raiz.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13574];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13575" alt="raiz" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/raiz-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a>O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) no México apresentou hoje o relatório<b> “Arrancados pela Raiz”, </b>sobre as causas do deslocamento de crianças e adolescentes desacompanhados entre os países da América Central e sua necessidade de proteção internacional.</p>
<p>Encomendado pelo ACNUR e financiado pelo Departamento de Ajuda Humanitária da Comissão Europeia (ECHO, na sigla em Inglês), o estudo pretendeu compreender o que motiva a saída de crianças da Guatemala, Honduras e El Salvador, assim como identificar sua necessidade de proteção internacional, incluindo o reconhecimento da condição de refugiado. O estudo utilizou uma metodologia mista baseada em entrevistas individuais e em grupos. Ao todo, foram ouvidos cerca de 280 crianças e adolescentes da América Central, acolhidos nas Estações Migratórias da Cidade do México, Tapachula e Chiapas, de outubro a dezembro de 2013.</p>
<p>A pesquisa revelou que a violência e a perseguição promovidas pelo crime organizado são as principais causas da fuga de crianças e adolescentes destes três países – e não apenas a precariedade das condições econômicas e sociais ou a separação de suas famílias. A partir das entrevistas observou-se que mais de 48% dos meninos e meninas deixaram seus países de origem por causa da violência. O número de crianças e adolescentes da América Central com necessidade de proteção internacional mais do que triplicou desde 2006, quando o ACNUR realizou um estudo similar com menores desacompanhados na fronteira sul do México. Naquela época, 13% requereram a proteção internacional.</p>
<p>“Arrancados pela Raiz” mostra que entre as múltiplas violências sofridas por estas crianças que viajam desacompanhadas estão agressões físicas, intimidações, ameaças, violência doméstica e sexual – evidenciando o grave nível de insegurança em que elas se encontram em certas regiões do Triângulo Norte da América Central. As conclusões deste trabalho confirmam a tendência observada no relatório “Children on the Run”, publicado pelo ACNUR em março deste ano.</p>
<p>Segundo o estudo, a situação regional atual apresenta desafios para a proteção internacional destas crianças separadas de suas famílias. Em primeiro lugar, constatou-se que existe uma banalização da violência. Ou seja, apesar de terem presenciado ou sido vítimas de crimes graves, crianças e jovens não temem pela sua segurança. Além disso, o desejo de reunir-se com pais ou parentes em outros países é mais uma consequência da violência do que a motivação principal da migração. Finalmente, o estudo revela que a detenção prolongada de imigrantes desencoraja meninos e meninas a solicitar refúgio ou os faz abandonar o processo na esperança de obter esta proteção em outro país.</p>
<p>“O México dispõe de um sistema de proteção internacional e um marco legal que contemplam a proteção do refúgio – a partir da definição ampliada do termo “refugiado” – e de proteção complementar. Isto permite a estes meninos e meninas na América Central contar com os mecanismos legais necessários”, disse Hambi Bukhari, Representante do ACNUR no México. “Estamos confiantes de que a implementação de uma política migratória garanta o acesso aos mecanismos de reconhecimento do refúgio a todas as pessoas que necessitem de proteção,  especialmente estas crianças que estão viajando sozinhas”, disse.</p>
<p>Entre as recomendações do estudo está a importância de adotar mecanismos de identificação de crianças e adolescentes com necessidades de proteção, de acordo com uma abordagem e cuidados especiais de acordo com cada faixa etária. Também medidas eficientes para detectar em tempo hábil a necessidade de proteção internacional, garantindo a não devolução das crianças a seus países de origem. Outra recomendação é a importância de que os funcionários que atuam na questão tenham sensibilidade para ouvir, entender e responder a estas necessidades específicas, evitando a deportação e retorno forçado dessas crianças e adolescentes, e garantindo que eles possam acessar o mecanismo de solicitação  de refúgio implementado pelo governo mexicano.</p>
<p>&#8220;É preciso dar visibilidade às consequências humanitárias dos altos níveis de violência na América Central para que se possa elaborar respostas adequadas para contê-las. O relatório do ACNUR fornece dados valiosos para entender a situação das crianças e adolescentes desacompanhados, com recomendações muito bem-vindas para atender suas necessidades de proteção&#8221;, afirmou Benoit Collin, do Departamento de Ajuda Humanitária da Comissão Europeia (ECHO), que financiou o relatório.</p>
<p>O estudo “Arrancados pela raiz” foi elaborado pelo pesquisador de Antropologia Social Abbdel Camargo e pode ser encontrado (em espanhol) em: <a href="https://mail.unhcr.org/owa/redir.aspx?C=TSTz_AGESUOKRLH7cksGV4dAczQ60dEITIv7TrRsvtPze7tbdhqKErml6g0LLtLiSMuTe9qZJcU.&amp;URL=http%3a%2f%2fwww.acnur.org%2fmexico" target="_blank">www.acnur.org/mexico</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/noticias/noticia/acnur-divulga-pesquisa-sobre-protecao-de-criancas-desacompanhadas-no-mexico/?fb_action_ids=911698895514532&amp;fb_action_types=og.likes" target="_blank">ACNUR</a></p>
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		<title>Festa em Brasília celebra o Dia Mundial das Crianças integrando crianças imigrantes, refugiadas e brasileiras</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/11/festa-em-brasilia-celebra-o-dia-mundial-das-criancas-integrando-criancas-imigrantes-refugiadas-e-brasileiras/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2014 15:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>

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		<description><![CDATA[A data de 20 de novembro é reconhecida como o Dia Mundial das Crianças pela Organização das Nações Unidas. Para comemorá-lo, o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH) realizarão neste sábado (8 de novembro) uma tarde de diversão. A data de 20 de novembro é reconhecida como o Dia Mundial das Crianças pela Organização das Nações Unidas. Para comemorá-lo, o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), em parceria com o Instituto Cultural Raízes, do Varjão, e com o apoio da ONG IKMR (Eu conheço meus direitos, em inglês), realizarão neste sábado (8 de novembro) uma tarde de diversão. O objetivo <a href="https://www.ikmr.org/2014/11/festa-em-brasilia-celebra-o-dia-mundial-das-criancas-integrando-criancas-imigrantes-refugiadas-e-brasileiras/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10686666_708995832520866_9002049163632785002_n1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13567];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-13571" alt="10686666_708995832520866_9002049163632785002_n" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/11/10686666_708995832520866_9002049163632785002_n1-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a>A data de 20 de novembro é reconhecida como o Dia Mundial das Crianças pela Organização das Nações Unidas. Para comemorá-lo, o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH) realizarão neste sábado (8 de novembro) uma tarde de diversão.</p>
<p>A data de 20 de novembro é reconhecida como o Dia Mundial das Crianças pela Organização das Nações Unidas. Para comemorá-lo, o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), em parceria com o Instituto Cultural Raízes, do Varjão, e com o apoio da ONG IKMR (Eu conheço meus direitos, em inglês), realizarão neste sábado (8 de novembro) uma tarde de diversão. O objetivo é celebrar a infância e incentivar o convívio entre crianças imigrantes, refugiadas e brasileiras.</p>
<p>O IMDH, que trabalha em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), é uma associação filantrópica sem fins lucrativos, que trabalha desde 1999 na defesa de direitos e cidadania de migrantes e refugiados e que tem, como um de seus objetivos, estimular a integração dessas pessoas nas comunidades locais.</p>
<p>O evento acontecerá na Casa de Cultura do Varjão (Quadra 02, Conjunto D, Lote 02), das 14 às 18h. Até o momento, confirmaram presença em torno de 50 crianças de diversos países (Brasil, Síria, Colômbia, Paquistão, Iraque e Haiti).</p>
<p>Além dos convidados, de instituições e voluntários que trabalham com a temática, a festa contará com a participação dos grupos culturais Instituto Rosa e Sertão (Chapada Gaúcha/MG), Instituto Cultural Raízes (Brasília/DF) e Comboio Percussivo (Brasília/DF).</p>
<p><b>Festa do Dia Mundial das Crianças</b><br />
Data: 8 de novembro de 2014, das 14 às 18h<br />
Local: Casa de Cultura do Varjão (Quadra 02, Conjunto D, Lote 02)</p>
<p><b>Mais informações</b><br />
IMDH: (61)3340-2689 / 8133.1888</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/festa-em-brasilia-celebra-o-dia-mundial-das-criancas-integrando-criancas-imigrantes-refugiadas-e-brasileiras/" target="_blank">ONU</a></p>
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		<title>Reese Witherspoon fala do pastor Rick Warren, ao comentar sobre seu novo filme</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/10/reese-witherspoon-fala-do-pastor-rick-warren-ao-comentar-sobre-seu-novo-filme/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 17:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>

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		<description><![CDATA[Vencedora do Oscar no ano de 2005, a atriz Reese Witherspoon abordou recentemente sobre a conversa que teve com o pastor Rick Warren, da Igreja Saddleback, ao promover seu novo filme. O filme fala de indivíduos que fogem da guerra civil no Sudão, e Witherspoon lembrou em um evento de divulgação sobre a maneira como o pastor se sensibiliza com a vida de refugiados. Ela explica que o pastor Warren está atento ao modo como cidadãos pobres são discriminados por uma invalidez indevida, quando têm em mãos algo de bom para servir. &#8220;Eu estava falando com Rick Warren ontem, e <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/reese-witherspoon-fala-do-pastor-rick-warren-ao-comentar-sobre-seu-novo-filme/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<p>Vencedora do Oscar no ano de 2005, a atriz Reese Witherspoon abordou recentemente sobre a conversa que teve com o pastor Rick Warren, da Igreja Saddleback, ao promover seu novo filme.</p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/reese.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13478];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-13479" alt="reese" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/reese.jpg" width="256" height="176" /></a>O filme fala de indivíduos que fogem da guerra civil no Sudão, e Witherspoon lembrou em um evento de divulgação sobre a maneira como o pastor se sensibiliza com a vida de refugiados.</p>
<p>Ela explica que o pastor Warren está atento ao modo como cidadãos pobres são discriminados por uma invalidez indevida, quando têm em mãos algo de bom para servir.</p>
<p>&#8220;Eu estava falando com Rick Warren ontem, e ele me disse que, muitas vezes, se toma a ideia de que as pessoas pobres não são inteligentes ou que não tem nada a oferecer para a sociedade. [...] E estas pessoas descartadas, [muitas vezes] são médicos, são educadores, são líderes de comunidade, e estão apenas deslocados&#8221;, afirmou ela.</p>
<p>No novo filme, a atriz interpreta Carrie Davis, uma funcionária de uma agência de emprego desafiada a encontrar estes refugiados sudaneses no Quênia, a fim de levá-los para trabalhar nos EUA. A maior parte das cenas foram gravadas em Atlanta, estado da Geórgia (EUA).</p>
<p>Para entender melhor como é o modo de vida das pessoas que se deslocam do Sudão para território queniano, e como chegaram até lá, Witherspoon viajou até a cidade de Kakuma, noroeste do Quênia, logo depois das filmagens.</p>
<p>&#8220;Eu realmente queria ver como foi a experiência deles, e então fui até lá e levei minha filha adolescente comigo. [...] Foi muito comovente ver 250 mil pessoas deslocadas, dormindo em lajes de concreto&#8221;, observou.</p>
<p>Ela revela que as condições são bem desumanas, com dificuldade de diálogo (pelos inúmeros dialetos dos povos), diferentes tipos de religião, saúde precária e muito pouca comida.</p>
<p>&#8220;Este filme nos traz não apenas a oportunidade de se sensibilizar, mas também é uma chance de estabelecer uma mudança&#8221;, destacou a atriz.</p>
<p>Da obra de Margaret Nagle, o drama The Good Lie conta com direção do canadense Philippe Falardeau. Seu lançamento nos EUA ocorreu no último dia 3 de outubro, enquanto ainda não há data de estreia prevista para o Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="http://portugues.christianpost.com/news/reese-witherspoon-fala-do-pastor-rick-warren-ao-comentar-sobre-seu-novo-filme-20102/" target="_blank">CP</a></p>
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		<title>Missão Paz, que atende imigrantes e refugiados em SP, muda estrutura de atendimento</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 23:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>

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		<description><![CDATA[É que, cada vez mais, aumenta o número de mulheres que chegam ao local. Algumas estão grávidas, inclusive de filhos gerados no Brasil. A missão Paz, que atende imigrantes e refugiados na capital paulista, mudou a estrutura de atendimento. É que, cada vez mais,  aumenta o número de mulheres que chegam ao local.  Algumas estão grávidas, mas diferentemente do que acontecia em abril e maio, quando chegavam ao país, prestes a dar à luz, agora elas engravidam no Brasil. O número de mulheres haitianas que chegam à Missão Paz, que atende imigrantes e refugiados na capital paulista, vem aumentando. Diante <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/missao-paz-que-atende-imigrantes-e-refugiados-em-sp-muda-estrutura-de-atendimento/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É que, cada vez mais, aumenta o número de mulheres que chegam ao local. Algumas estão grávidas, inclusive de filhos gerados no Brasil.</p>
<div id="attachment_13429" style="width: 420px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/haiti.jpeg" rel="shadowbox[sbpost-13428];player=img;"><img class=" wp-image-13429 " alt="Joel Silva/Folhapress" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/haiti.jpeg" width="410" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">Joel Silva/Folhapress</p></div>
<p>A missão Paz, que atende imigrantes e refugiados na capital paulista, mudou a estrutura de atendimento. É que, cada vez mais,  aumenta o número de mulheres que chegam ao local.  Algumas estão grávidas, mas diferentemente do que acontecia em abril e maio, quando chegavam ao país, prestes a dar à luz, agora elas engravidam no Brasil.</p>
<p>O número de mulheres haitianas que chegam à Missão Paz, que atende imigrantes e refugiados na capital paulista, vem aumentando. Diante deste perfil, a estrutura no atendimento mudou.</p>
<p>Para se ter uma ideia, de janeiro a julho, esse número cresceu mês a mês, somando no período  277 mulheres. De agosto para setembro, houve uma queda de 20%, mas os números de outubro, ainda não  fechados, indicam  um crescimento em relação a setembro.</p>
<p>A exemplo dos homens, elas buscam uma melhora na qualidade de vida, como contou a ajudante-geral Emônd Cristine, que está há uma semana na Igreja Nossa Senhora da Paz, na região central da capital, onde fica a Missão. Contamos com a ajuda do haitiano Max Prival na tradução da nossa conversa.</p>
<p>Ela chegou aqui para trabalhar, para conseguir dinheiro para mandar para lá [Haiti], diz o tradutor. Depois, se Deus quiser, trazer todos para cá. Ela quer que a vida melhore.</p>
<p>Nesta sexta-feira, cerca de dez mulheres estavam na Igreja, algumas grávidas, e diferentemente do que acontecia quando chegavam ao Acre, em abril, prestes a dar à luz, hoje elas engravidam no Brasil.</p>
<p>Diante deste perfil,  a estrutura de atendimento mudou, como informou a assistente Social, da Missão, Mônica Quenca.</p>
<p>Elas chegam, arrumam trabalho. Mulheres têm uma força de trabalho muito grande, arrumam emprego rápido, mas também estão engravidando muito rápido, explica Mônica. Acompanho as famílias e tenho 11 grávidas no grupo, três grávidas de gêmeos, que têm a data de parto prevista para janeiro e fevereiro de 2015.</p>
<p>O padre Paolo Parise, um dos responsáveis pela Missão Paz, comentou quais os cuidados que surgiram  nas últimas semanas com o aumento do número de mulheres.</p>
<p>Sempre tentamos instruí-las para que elas saibam os perigos de doenças e também ajudá-las a entender como funciona, no caso das grávidas, todo o processo no Brasil, que é diferente do Haiti. Aqui há todo um acompanhamento que lá não existe, que elas tomem consciência da importância disso. E àquelas que trabalham, claro, dar o instrumental para não serem exploradas.</p>
<p>Desde abril chegaram cerca de  2,8 mil haitianos na Missão. Desse total são  aproximadamente 360 mulheres.</p>
<p>Fonte: <a href="http://miguelimigrante.blogspot.com.br/2014/10/missao-paz-que-atende-imigrantes-e.html" target="_blank">Centro Pastoral do Migrante e Mediação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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