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	<title>IKMR &#187; Temas</title>
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	<description>Ou encontramos um Caminho ou abrimos Um</description>
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		<title>Organização de Hong Kong lança campanha para alimentação &#8220;digna&#8221; dos refugiados</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 21:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Fome de Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>
		<category><![CDATA[refeição]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo uma petição publicada no portal da organização de defesa dos direitos humanos que se foca em especial nos imigrantes forçados, refugiados ou sobreviventes da &#8216;escravatura moderna&#8217;, o Executivo da antiga colónia britânica faculta-lhes sacos pré-embalados de alimentos, que têm de levantar a cada cinco ou dez dias numa loja, muitas vezes longe do local onde vivem. &#8220;Diz-se que a comida avaliada em 40 dólares de Hong Kong [cerca de 4 euros] por dia, supostamente deve cobrir três refeições diárias e durar até ao próximo levantamento. Mas, quando comparamos o preço da comida que eles recebem com o da venda <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/organizacao-de-hong-kong-lanca-campanha-para-alimentacao-digna-dos-refugiados/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13380" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/hongkong_refugiado_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13379];player=img;"><img class="size-medium wp-image-13380" alt="Refugiado do Bangladesh almoça no complexo de Ping Che. Foto: AFP " src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/hongkong_refugiado_IKMR-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Refugiado do Bangladesh almoça no complexo de Ping Che. Foto: AFP</p></div>
<p>Segundo uma petição publicada no portal da organização de defesa dos direitos humanos que se foca em especial nos imigrantes forçados, refugiados ou sobreviventes da &#8216;escravatura moderna&#8217;, o Executivo da antiga colónia britânica faculta-lhes sacos pré-embalados de alimentos, que têm de levantar a cada cinco ou dez dias numa loja, muitas vezes longe do local onde vivem.</p>
<p>&#8220;Diz-se que a comida avaliada em 40 dólares de Hong Kong [cerca de 4 euros] por dia, supostamente deve cobrir três refeições diárias e durar até ao próximo levantamento. Mas, quando comparamos o preço da comida que eles recebem com o da venda nos supermercados, vemos que a que lhes é dada vale muito menos. Frequentemente, acaba muito antes da próxima data de levantamento, às vezes a validade expira; é sempre limitada em termos de variedade e de quantidade&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p>Neste sentido, a organização, o antigo Centro de Aconselhamento para Refugiados que, ao longo de sete anos, ajudou mais de 2.000 pessoas, apela ao apoio à petição. Isto para que &#8220;o Governo de Hong Kong permita aos refugiados alimentarem-se com dignidade dando-lhes pequenas quantidades de dinheiro para que possam comprar sua própria comida&#8221;.</p>
<p>Ao abrigo do atual programa alimentar, o Executivo da antiga colónia britânica contrata uma organização para providenciar a comida, a qual, por sua vez, adjudica a uma terceira parte o abastecimento em meia dúzia de lojas na cidade, as quais fornecem sacos com alimentos aos refugiados. Este sistema, defende a organização, &#8220;é complicado, dispendioso e ineficaz&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ao dar aos refugiados pequenas quantidades de dinheiro para que possam adquirir a sua própria comida, quando e onde precisem, far-se-ia melhor uso dos recursos gastos no atual programa e devolver-se-ia aos refugiados a sua dignidade&#8221;, refere o Centro de Justiça.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, também há muitos residentes de Hong Kong que não têm o suficiente para comer. Esta campanha não visa desviar a atenção dessa realidade&#8221;, frisa a organização, cuja petição intitulada &#8220;Fome de Mudança&#8221;.</p>
<p>&#8220;É a capacidade de escolher que nos torna humanos&#8221;, escreve hoje Victoria Otero Wisniewski, do Centro de Justiça de Hong Kong, num artigo de opinião no jornal South China Morning Post, em que relata a forma como um universo de cerca de 8.000 refugiados se tem de alimentar na antiga colónia britânica.</p>
<p>Hoje celebra-se o Dia Mundial da Alimentação, instituído pela ONU em 1979, para elevar a consciencialização para os problemas alimentares do planeta e promover a solidariedade na luta contra a fome.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/18372513.html" target="_blank">SAPO Notícias</a></p>
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		<title>Desnutrição afeta 2 bilhões de pessoas no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 20:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde e Nutrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 805 milhões de pessoas passam fome no mundo, e mais do dobro, até 2 bilhões de pessoas, sofrem de desnutrição, segundo organização Cerca de 805 milhões de pessoas passam fome no mundo, mas mais do dobro, até 2 bilhões de pessoas, sofrem de desnutrição ou &#8220;fome oculta&#8221;, de acordo com o Índice Global da Fome (GHI) de 2014, apresentado nesta segunda-feira em Berlim. A principal causa da desnutrição, caracterizada pela ingestão insuficiente de vitaminas, minerais e nutrientes, que debilita o sistema imunológico e eleva a mortalidade infantil, é principalmente, a pobreza. Em 16 países, entre eles Iraque, Suazilândia, Comores e Burundi, <a href="https://www.ikmr.org/2014/10/desnutricao-afeta-2-bilhoes-de-pessoas-no-mundo/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Cerca de 805 milhões de pessoas passam fome no mundo, e mais do dobro, até 2 bilhões de pessoas, sofrem de desnutrição, segundo organização</h2>
<div id="attachment_13317" style="width: 423px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/alimento.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13316];player=img;"><img class=" wp-image-13317 " alt="Crianças se alimentam em um centro de distribuição de alimentos no Sudão" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/10/alimento.jpg" width="413" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças se alimentam em um centro de distribuição de alimentos no Sudão</p></div>
<p>Cerca de 805 milhões de pessoas passam fome no mundo, mas mais do dobro, até 2 bilhões de pessoas, sofrem de desnutrição ou &#8220;fome oculta&#8221;, de acordo com o Índice Global da Fome (GHI) de 2014, apresentado nesta segunda-feira em Berlim.</p>
<p>A principal causa da desnutrição, caracterizada pela ingestão insuficiente de vitaminas, minerais e nutrientes, que debilita o sistema imunológico e eleva a mortalidade infantil, é principalmente, a pobreza.</p>
<p>Em 16 países, entre eles Iraque, Suazilândia, Comores e Burundi, a situação de crise de fome é &#8220;muito grave&#8221; ou &#8220;alarmante&#8221;, indica o relatório.</p>
<p>&#8220;Conflitos como os da Síria, Iraque e Sudão do Sul põem em perigo a situação alimentar nestes países. Os refugiados estão expostos a uma maior ameaça de insegurança alimentar, desnutrição e doenças&#8221;, informou Barbel Dieckmann, presidente da ONG alemã Welthungerhilfe (Ajuda Mundial contra a Fome).</p>
<p>O Iraque, onde a porcentagem da população com desnutrição é mais do que o dobro do que em 1990, ocupa o penúltimo lugar entre todos os países no índice deste ano.</p>
<p>A violência constante, o grande número de deslocados no país e a afluência de refugiados procedentes da Síria, assim como a qualidade das necessidades básicas, que piora ano após ano, aguçam esta situação, detalha o relatório.</p>
<p>A difícil situação na Suazilândia tem explicação na propagação extrema do vírus do HIV, que afeta 26,5% da população adulta, assinalam os especialistas.</p>
<p>Já Burundi está ainda no lento processo de recuperar a estabilidade política e a paz, após décadas de guerra civil.</p>
<p>De acordo com Dieckmann, tudo isso &#8220;se soma a epidemia de ebola na África Ocidental, que influirá de forma considerável nos próximos meses na situação alimentar dos países afetados&#8221;.</p>
<p>&#8220;O mundo deve estar agora mais unido para enfrentar este desafio. Necessitamos de coragem para uma solidariedade incondicional&#8221;, advertiu.</p>
<p>No entanto, o relatório mostra também que o Índice Global da Fome retrocedeu 39% desde 1990 nos países em vias de desenvolvimento. Assim, um total de 26 países, entre eles Brasil, Peru, Angola, Benin, Gana, Camboja, Mali, Tailândia e Vietnã, viram reduzidas suas pontuações do GHI à metade ou mais.</p>
<p>&#8220;A luta contra a fome e a desnutrição deve avançar consequentemente no século XXI. O fim de semelhante dimensão de sofrimento humano cria a oportunidade para milhões de pessoas de levar uma vida saudável e plena&#8221;, ressaltou Klaus von Grebmer, do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares (IFPRI, sigla em inglês).</p>
<p>O Índice Global da Fome, que é atualizado anualmente, é uma ferramenta desenvolvida para medir e acompanhar de maneira compreensiva à fome em nível mundial e também por países e regiões.</p>
<p>O GHI é publicado de forma conjunta pelo IFPRI e as ONG Concern Worldwide, da Irlanda, e a Welthungerhilfe, da Alemanha.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/desnutricao-afeta-2-bilhoes-de-pessoas-no-mundo--2" target="_blank">Exame</a></p>
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		<title>Participe do Concurso Cultural &#8220;Lar é onde o Coração está&#8221;</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/09/participe-do-concurso-cultural-lar-e-onde-o-coracao-esta/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 02:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Promovido entre crianças refugiadas e solicitantes de refúgio que estão no Brasil, o concurso visa destacar os desafios que enfrenta a criança que busca refúgio em nosso país, através do seu olhar e de quem a acompanha e auxilia neste processo, com uma temática que envolve acolhida. Uma iniciativa da IKMR em parceria com o Museu da Imigração do estado de São Paulo, e apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), que integra a campanha em defesa do &#8220;Direito à Cultura e Educação&#8221;, lançado este ano pela organização. Estão convidadas a participar crianças refugiadas e solicitantes de <a href="https://www.ikmr.org/2014/09/participe-do-concurso-cultural-lar-e-onde-o-coracao-esta/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Promovido entre crianças refugiadas e solicitantes de refúgio que estão no Brasil, o concurso visa destacar os desafios que enfrenta a criança que busca refúgio em nosso país, através do seu olhar e de quem a acompanha e auxilia neste processo, com uma temática que envolve acolhida.</strong></em></p>
<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/perfil1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13043];player=img;"><img class="alignleft  wp-image-13048" alt="perfil" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/perfil1-220x220.jpg" width="154" height="154" /></a>Uma iniciativa da IKMR em parceria com o Museu da Imigração do estado de São Paulo, e apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), que integra a campanha em defesa do &#8220;Direito à Cultura e Educação&#8221;, lançado este ano pela organização.</p>
<p>Estão convidadas a participar crianças refugiadas e solicitantes de refúgio entre 03 e 11 anos, em todo território nacional, e adultos em duas categorias especiais: pais ou acompanhantes e profissionais ou voluntários que atuam na área.</p>
<p><strong>Tema do Concurso</strong></p>
<p>A partir do tema &#8220;Lar é onde o Coração está&#8221;, com ênfase na acolhida realizada pelo país,  através de desenhos ou textos, a criança deve retratar como se sentiu quando chegou ao Brasil, qual foi a sua percepção e como ela assimilou essa nova realidade.</p>
<p>O pai ou acompanhante deve relatar através de um texto, como sua criança lidou com o processo de acolhida;</p>
<p>O profissional ou voluntário que atua na área, deve descrever uma experiência no acompanhamento de uma criança nesta etapa inicial, mantendo em sigilo dados confidenciais ou qualquer outro que possa identificar os envolvidos.</p>
<p><strong>Prêmios</strong></p>
<p>Para cada categoria, o 1º lugar será premiado com um netbook, o 2º lugar com um tablet e o 3º lugar com um aparelho MP4.</p>
<p>As criações, juntamente com a <a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/ConcursoLar.pdf" target="_blank"><strong>Ficha de Inscrição</strong></a> devidamente preenchida, devem ser encaminhadas ou entregues pessoalmente no <strong>Núcleo Educativo</strong> do Museu da Imigração, situado na Rua: Visconde de Parnaíba, 1316, Mooca, CEP: 03164-300, cidade de São Paulo, estado de São Paulo.</p>
<p>As inscrições estarão abertas entre 07/09 e 12/10.</p>
<p>Os vencedores serão anunciados no dia 20 de novembro, em um evento promovido no Museu da Imigração em comemoração pelo Dia Mundial da Criança e divulgados na página:  <a href="https://www.facebook.com/lareondeocoracaoesta" target="_blank">https://www.facebook.com/lareondeocoracaoesta</a></p>
<p>Para maiores informações acesse <a href="https://www.ikmr.org/2014/09/regulamento/" target="_blank">aqui</a> o regulamento do concurso.</p>
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		<title>REGULAMENTO</title>
		<link>https://www.ikmr.org/2014/09/regulamento/</link>
		<comments>https://www.ikmr.org/2014/09/regulamento/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 03:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Informações Gerais 1.1.  O Concurso Cultural “Lar é onde o coração está” é uma iniciativa da IKMR, inscrita no CNPJ sob o nº 13.350.660/0001-44, com sede na BR-497, KM 17, S/N, Vila Coração Jolie, cidade de Uberlândia, estado de Minas Gerais e do Museu da Imigração do estado de São Paulo, inscrito no CNPJ sob o nº 026.349.140/0001-30, com sede na Rua Visconde de Parnaíba nº131, Mooca, cidade de São Paulo, estado de São Paulo; com o apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). 1.2.  Este concurso tem caráter exclusivamente cultural, sem fins lucrativos, desenvolvendo-se sem <a href="https://www.ikmr.org/2014/09/regulamento/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>1. Informações Gerais</strong></p>
<p>1.1.  O Concurso Cultural “Lar é onde o coração está” é uma iniciativa da IKMR, inscrita no CNPJ sob o nº 13.350.660/0001-44, com sede na BR-497, KM 17, S/N, Vila Coração Jolie, cidade de Uberlândia, estado de Minas Gerais e do Museu da Imigração do estado de São Paulo, inscrito no CNPJ sob o nº 026.349.140/0001-30, com sede na Rua Visconde de Parnaíba nº131, Mooca, cidade de São Paulo, estado de São Paulo; com o apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).</p>
<p>1.2.  Este concurso tem caráter exclusivamente cultural, sem fins lucrativos, desenvolvendo-se sem qualquer forma de pagamento, sorteio ou operação semelhante, nem vinculação de seus participantes à aquisição de qualquer bem e/ou utilização de qualquer serviço, sendo certo que os prêmios descritos a seguir serão entregues aos vencedores, autores dos 03 (três) desenhos ou textos mais criativos e de melhor adequação ao tema proposto, em cada uma de suas categorias, conforme regras ora determinadas.</p>
<p><strong>2.   Prazo para as inscrições </strong></p>
<p>2.1.  As inscrições deverão ser realizadas no período compreendido entre 07 de setembro e 12 de outubro de 2014.</p>
<p><b>3. Participação e Tema</b></p>
<p>3.1.  Este concurso é aberto para todas as crianças refugiadas e solicitantes de refúgio que se encontram em território nacional, com idade entre 03 a 11 anos, completos até 12 de outubro de 2014. E, na categoria especial para adultos: pais ou acompanhantes e profissionais e voluntários que trabalham na área.</p>
<p>3.2.  Para inscrição neste concurso, os responsáveis legais deverão imprimir e preencher esta <a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/09/FichadeInscricao_LarCoracao.pdf" target="_blank"><strong>FICHA DE INSCRIÇÃO</strong></a>.</p>
<p>3.3.  O tema estabelecido para o concurso é: &#8220;Acolhida”.</p>
<p>3.3.2  A criança deve retratar como se sentiu quando chegou ao Brasil. Qual foi a sua percepção e como ela assimilou essa nova realidade.</p>
<p>3.3.3  O pai ou acompanhante deve contar, através de um texto, como sua criança lidou com o processo de acolhida no Brasil.</p>
<p>3.3.4  O profissional ou voluntário que atua na área, deve descrever uma experiência no acompanhamento da acolhida, mantendo em sigilo dados confidenciais dos envolvidos.</p>
<p>3.4.  A partir deste tema, a criança que optar por criar um desenho deve utilizar papel sulfite A3 (420 X 297 mm) ou A4 (210 X 297 mm). O estilo é livre, ou seja, é permitido usar lápis de cor, giz de cera, aquarela, e até mesmo várias técnicas em um mesmo desenho. Além disso, no verso deverão constar as seguintes informações: nome completo, idade, data de nascimento (dia, mês, ano) e endereço completo, incluindo telefone e e-mail, se possuir.</p>
<p>3.4.1.  A criança ou adulto que optar pelo texto deve utilizar papel sulfite A3 (420 X 297 mm) ou A4 (210 X 297 mm). Não deve ultrapassar 2.000 (dois mil) caracteres.</p>
<p>3.5.  Os desenhos ou textos, juntamente com a ficha de inscrição devidamente preenchida, deverão ser encaminhados para o <strong>Núcleo Educativo</strong> do Museu da Imigração, situado na Rua Visconde de Parnaíba, 1316, bairro Mooca, CEP: 03164-300, cidade de São Paulo, estado de São Paulo.</p>
<p>3.6.  Somente serão aceitas inscrições que preencham todas as condições previstas neste regulamento, realizadas dentro do período descrito no item 2 acima.</p>
<p>3.7.  A IKMR e o Museu da Imigração se reservam no direito de desclassificar as inscrições que não preencham os requisitos previstos neste regulamento, independentemente de qualquer obrigação de comunicar aos participantes a respeito dessa decisão.</p>
<p>3.8.  Os dados fornecidos pelo participante no momento de sua inscrição deverão ser corretos, claros, precisos e completos.</p>
<p>3.9.  Cada participante poderá inscrever 01 (um) ou mais desenhos ou textos, porém poderá receber somente 01 (um) prêmio.</p>
<p><strong>4.   Apuração e Critérios de escolha</strong></p>
<p>4.1.  Os vencedores serão escolhidos segundo os seguintes critérios de avaliação, respeitadas as respectivas categorias em que estiverem enquadrados os participantes: (i) criatividade e (ii) adequação ao tema.</p>
<p>4.2.  A apuração e a avaliação serão feitas por uma comissão julgadora formada por:</p>
<p><strong>• 01 (um) profissional da IKMR;</strong></p>
<p><strong>• 01 (um) profissional do Museu da Imigração;</strong></p>
<p><strong>• 01 (um) profissional do ACNUR.</strong></p>
<p>4.3.  A apuração será realizada pela comissão julgadora no mês de outubro de 2014, em data a ser escolhida a exclusivo critério da IKMR e do Museu da Imigração.</p>
<p><strong>5.   Premiação</strong></p>
<p>5.1.  A premiação para as crianças será dividida em 03 (três) categorias, de acordo com a idade dos participantes: (i) 3 a 5 anos, (ii) 6 a 8 anos, (iii) 09 a 11 anos.</p>
<p>5.1.2.  A categoria especial para adultos será dividida em 02 (duas): (i) pais ou acompanhantes. (ii) profissionais ou voluntários que trabalham na área.</p>
<p>5.2.  Serão premiadas 03 (três) crianças e 03 (três) adultos em cada uma das categorias acima descritas. Para cada categoria, o 1º lugar será premiado com um Netbook, o 2º lugar será premiado com um tablet e o 3º lugar premiado com um aparelho MP4.</p>
<p>5.3.  O prêmio é pessoal e intransferível, não podendo ser cedido e/ou usufruído por qualquer terceiro sem a prévia e expressa autorização da IKMR e do Museu da Imigração. Em nenhuma hipótese o prêmio poderá ser convertido em dinheiro ou trocado por qualquer outro bem, produto, serviço ou direito.</p>
<p>5.4.   Após a entrega do prêmio, ficarão sob responsabilidade do vencedor e seu responsável legal todos os gastos, custos e ônus relativos ao bem adquirido com a premiação.</p>
<p>5.5.  A forma de entrega dos prêmios será definida posteriormente pela IKMR e o Museu da Imigração e comunicada diretamente aos representantes legais dos vencedores do Concurso.</p>
<p><strong>6. Divulgação</strong></p>
<p>6.1.  Os vencedores serão anunciados em novembro, em um evento promovido em São Paulo em comemoração pelo Dia Mundial da Criança e divulgados na página: <a href="https://www.facebook.com/lareondeocoracaoesta" target="_blank">https://www.facebook.com/lareondeocoracaoesta</a></p>
<p>6.2.  Os desenhos ou textos apresentados em função deste Concurso Cultural, serão integralmente cedidos à IKMR e ao Museu da Imigração e/ou a quem estes indicarem, de forma gratuita, irrevogável e definitiva, sendo que poderão ser utilizados, expostos ou publicados, reproduzidos no todo ou em parte, em qualquer tipo de mídia (impressa, online, em televisão aberta ou fechada, a qualquer tempo, em número ilimitado de vezes, no Brasil ou no exterior), pela IKMR e o Museu da Imigração ou por terceiros por eles indicados, sem que aos autores participantes seja devida qualquer remuneração. Da mesma forma, os responsáveis legais pelos participantes, autorizam, desde já, o uso gratuito da imagem e voz de tais participantes em fotos, cartazes, filmes e/ou spots, jingles e/ou vinhetas, em qualquer tipo de mídia e peças promocionais, para a divulgação do concurso.</p>
<p>6.3.  A IKMR e o Museu da Imigração e/ou terceiros por eles indicados poderão fazer uso dos desenhos, pinturas e textos vencedores ou não, na forma que melhor lhes convier, estando cientes os participantes e seus responsáveis, desde já e para todos os efeitos legais, da cessão irrestrita de direitos, em conformidade com o artigo 49 da lei de direitos autorais (Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998), a ser aperfeiçoada automaticamente com a apresentação da ficha de inscrição ou do desenho.</p>
<p><strong>7. Considerações Gerais</strong></p>
<p>7.1.  A simples participação neste concurso implica total conhecimento e aceitação deste regulamento, bem como de seus termos e condições.</p>
<p>7.2.  Os participantes garantem, desde já, que o desenho ou texto a ser encaminhado para participação no concurso será original e que não constituirá violação de quaisquer direitos de terceiros, podendo ser livremente publicados pela IKMR e o Museu da Imigração, integral ou parcialmente, na divulgação do resultado, ou em qualquer outra promoção, observado o disposto neste regulamento. Quaisquer dúvidas, divergências ou situações não previstas neste regulamento serão julgadas e decididas de forma soberana e irrecorrível pela comissão organizadora.</p>
<p>7.3.  A IKMR e o Museu da Imigração se reservam o direito de ajustar, complementar ou alterar o presente regulamento até o término do prazo das inscrições, mediante publicação do texto atualizado na página do concurso.</p>
<p>7.4.  A perda do direito ao prêmio ocorrerá caso o vencedor, que estiver impossibilitado de receber o prêmio, não seja localizado ou não reclamar sobre seu direito no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data da divulgação da premiação. Nestas condições, o prêmio perderá sua validade, não podendo mais ser reclamado por este.</p>
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		<title>Ponte aérea do ACNUR descarrega 100 toneladas de assistência no Iraque</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 23:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um avião cargueiro com 100 toneladas de itens emergenciais de assistência pousou na tarde desta quarta-feira em Erbil, no Curdistão iraquiano, dando início a uma massiva operação de ajuda para beneficiar centenas de milhares de pessoas em meio à pior crise humanitária do Iraque. A bordo do Boeing 747 vindo de Amã, na Jordânia, estavam 3.300 tendas, 20 mil lonas plásticas, 18,5 mil kits de cozinha e 16,5 mil galões para transportar água – o primeiro carregamento de uma operação planejada para entregar 2,410 toneladas de produtos até o início de setembro. Esta ajuda vai beneficiar 500 mil pessoas deslocadas <a href="https://www.ikmr.org/2014/08/ponte-aerea-do-acnur-descarrega-100-toneladas-de-assistencia-no-iraque/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12564" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/08/boeing747_ACNUR_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-12563];player=img;"><img class="size-medium wp-image-12564" alt="Boeing 747 fretado pelo ACNUR descarrega itens de ajuda humanitária após aterrissar em Erbil, no Curdistão iraquiano. Foto: ACNUR" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/08/boeing747_ACNUR_IKMR-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Boeing 747 fretado pelo ACNUR descarrega itens de ajuda humanitária após aterrissar em Erbil, no Curdistão iraquiano. Foto: ACNUR</p></div>
<p>Um avião cargueiro com 100 toneladas de itens emergenciais de assistência pousou na tarde desta quarta-feira em Erbil, no Curdistão iraquiano, dando início a uma massiva operação de ajuda para beneficiar centenas de milhares de pessoas em meio à pior crise humanitária do Iraque.</p>
<p>A bordo do Boeing 747 vindo de Amã, na Jordânia, estavam 3.300 tendas, 20 mil lonas plásticas, 18,5 mil kits de cozinha e 16,5 mil galões para transportar água – o primeiro carregamento de uma operação planejada para entregar 2,410 toneladas de produtos até o início de setembro.</p>
<p>Esta ajuda vai beneficiar 500 mil pessoas deslocadas na região, a maioria delas vivendo em construções inacabadas, em estacionamento ou ao longo de estradas.</p>
<p>Outros três voos vindos da Jordânia chegarão amanhã, sexta-feira e sábado, cada um com 100 toneladas de produtos de assistência emergencial. A ajuda também acontece por mar e terra, com 175 caminhões trazendo tendas, cobertores e outros itens domésticos, cruzando as fronteiras da Turquia, Jordânia e Irã, vindos dos estoques do ACNUR na região e na Europa.</p>
<p>“Esta é uma grande operação logística para trazer ajudar humanitária pelo ar, terra e mar, para ajudar as centenas de milhares de pessoas desesperadas que, de uma hora para outra, tiveram que fugir como nada além de suas próprias vidas, e agora lutam para sobreviver em condições muito difíceis”, disse o Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres.</p>
<p><iframe width="940" height="529" src="http://www.youtube.com/embed/5n1_rejEM1o?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A crescente crise no Iraque levou a região do Curdistão iraquiano a abrigar mais de 600 mil deslocados internos, incluindo mais de 200 mil pessoas que deixaram a região do Monte Sinjar no início do mês de agosto. O ACNUR está trabalhando com outros parceiros humanitários e a autoridades curdas da região para prover esta ajuda humanitária.</p>
<p>A grande maioria das tendas irá para os campos de Badjet Kandela, Khanke e Zakho, no estado de Dohuk. O campo de Badjet Kandela está sendo expandido e os outros dois estão sendo construídos para abrigar o recente fluxo de pessoas deslocadas. Outros itens de emergência serão distribuídos nos próximos dias para as pessoas que estão em assentamentos improvisados nas cidades de Dohuk, Zakho, Semel, Akre e Zawita, assim como em outras áreas de Erbil e Suleymaniyah.</p>
<p>O apoio para este grande esforço de ajuda humanitária vem da Arábia Saudita, Turquia, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Dinamarca, Kuwait, Luxemburgo, Noruega, Suécia e da Fundação IKEA, uma parceria corporativa do ACNUR.</p>
<p>Dentro do Iraque, estima-se que 1,2 milhão de pessoas tenham sido deslocadas este ano, incluindo mais de 500 mil relacionadas aos conflitos na região de Anbar, que começaram em janeiro, e outras 600 mil vítimas dos combates na região de Mosul (desde junho) e, mais recentemente, em Sinjar. A maioria dos deslocados está na região do Curdistão, no norte do Iraque.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acnur.org/t3/portugues/noticias/noticia/ponte-aerea-do-acnur-descarrega-100-toneladas-de-assistencia-no-iraque/">ACNUR</a></p>
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		<title>ACNUR reforça sua ajuda a nigerianos fugidos da seita Boko Haram</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2014 23:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Face ao aumento de famílias expulsas das suas casas pela violência no nordeste da Nigéria, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e os seus paceiros decidiram conceder uma ajuda alimentar aos que fugiram e atravessaram a fronteira com os Camarões. O ACNUR refere, num comunicado, que os frequentes ataques na região deslocaram 650 mil pessoas nos Estados de Adamawa, Yobe e Borno, na Nigéria, enquanto que, desde maio último, mais de oito mil nigerianos desta área fugiram para a parte norte dos Camarões. A agência onusina nota que aquele grupo armado semeou a destruição,  incendiando várias casas <a href="https://www.ikmr.org/2014/07/acnur-reforca-sua-ajuda-a-nigerianos-fugidos-da-seita-boko-haram/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/Mubi.jpg" rel="shadowbox[sbpost-11452];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-11453" alt="Mubi" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/Mubi-340x193.jpg" width="340" height="193" /></a>Face ao aumento de famílias expulsas das suas casas pela violência no nordeste da Nigéria, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e os seus paceiros decidiram conceder uma ajuda alimentar aos que fugiram e atravessaram a fronteira com os Camarões.</p>
<p>O ACNUR refere, num comunicado, que os frequentes ataques na região deslocaram 650 mil pessoas nos Estados de Adamawa, Yobe e Borno, na Nigéria, enquanto que, desde maio último, mais de oito mil nigerianos desta área fugiram para a parte norte dos Camarões.</p>
<p>A agência onusina nota que aquele grupo armado semeou a destruição,  incendiando várias casas e  procedendo a diversos raptos em Borno onde mais de 200 alunas foram raptadas em abril último.</p>
<p>As comunidades  locais ofereceram campos e alimentos às  pessoas necessitadas, prossegue o ACNUR, alertando todavia que os seus stocks alimentares estão a diminuir e muitas pessoas começam a ficar desnutridas.</p>
<p>De acordo ainda com o ACNUR,  foram descobertos níveis alarmantes de desnutrição graças a um relatório publicado em finais de junho último, em particular nas crianças, cujas taxas de desnutrição atingiram 25 porcento,  muito acima da linha de urgência dos 15 porcento.</p>
<p>Devido ao deslocamento em massa causado pela violência, indicou, é pela primeira vez que o Programa Alimentar Mundial (PAM) intervém em localidades tão próximas da fronteira com a Nigéria onde a situação de segurança tornou-se explosiva.</p>
<p>O comunicado indica também que o PAM começou a apoiar esta nova vaga de refugiados em junho último, assistindo sete mil e 500 pessoas durante a primeira fase de distribuição de alimentos.</p>
<p>Segundo o representante do PAM nos Camarões, Jacques Roy, foram encontrados níveis preocupantes de desnutrição, particularmente nas crianças, e resolver esta situação constitui uma prioridade para a agência onusina e os seus parceiros humanitários.</p>
<p>Ele afirmou que o PAM forneceu igualmente aos centros  de saúde locais novos stocks de produtos nutricionais especiais a fim de reduzir a desnutrição entre os refugiados, tendo igualmente distribuido alimentos a todas as crianças menores de cinco anos e às mulheres grávidas e lactantes.</p>
<p>« A agência onusina  e os seus parceiros humanitários nos Camarões prevêem ajudar até ao fim do ano mais de 50 mil deslocados que precisam de ajuda alimentar », disse.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.panapress.com/ACNUR-reforca--sua-ajuda-a-nigerianos-fugidos-da-seita-Boko-Haram--3-919797-51-lang1-index.html" target="_blank">panapress</a></p>
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		<title>Boko Haram: o fogo que se alastra pela Nigéria</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2014 23:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[Boko Haram]]></category>
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		<category><![CDATA[exército]]></category>
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		<description><![CDATA[Está aí um carrinho bom. Cinco portas, com vidros traseiros que não descem mais, mais de 300 mil quilômetros rodados, um motor que esquenta e exige que sejam jogados saquinhos de água em intervalos regulares no radiador. No entanto, o Opel Astra continua sendo o rei das estradas de Maiduguri. O motorista de chinelos faz o que pode para acelerar assustadoramente até 180 km/h, apesar dos buracos, dos animais e dos veículos que ultrapassam toda hora pela contramão sem levar em conta o que vem em frente. Cruzamos com eles prendendo o fôlego. Mas o demônio da velocidade e o <a href="https://www.ikmr.org/2014/06/boko-haram-o-fogo-que-se-alastra-pela-nigeria/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/jovenss.jpg" rel="shadowbox[sbpost-11729];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-11730" alt="jovenss" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/jovenss.jpg" width="300" height="420" /></a>Está aí um carrinho bom. Cinco portas, com vidros traseiros que não descem mais, mais de 300 mil quilômetros rodados, um motor que esquenta e exige que sejam jogados saquinhos de água em intervalos regulares no radiador. No entanto, o Opel Astra continua sendo o rei das estradas de Maiduguri.</div>
<p>O motorista de chinelos faz o que pode para acelerar assustadoramente até 180 km/h, apesar dos buracos, dos animais e dos veículos que ultrapassam toda hora pela contramão sem levar em conta o que vem em frente. Cruzamos com eles prendendo o fôlego. Mas o demônio da velocidade e o medo do acidente não são nada comparados com a ideia – absurda, mas impossível de não cogitar – de que desacelerando aumentam as chances de se topar com homens do Boko Haram.<br />
Às vezes a presença dos insurgentes também é invisível. Bauchi parece uma cidade nigeriana congestionada e populosa como tantas outras. Na saída com direção a Kano, encontramos um vendedor de carros que teve de lidar com o Boko Haram, por duas vezes já. Um belo dia, seu pai foi sequestrado.<br />
&#8220;Ele decidiu ser o principal negociador para a libertação de seu pai e foi procurar o Boko Haram, a alguns quilômetros de lá&#8221;, conta Awwal Musa Bashir, um amigo do mecânico. &#8220;Eles lhe pediram 90 milhões de nairas. Era muito. Eles fecharam em 20 milhões, parceláveis em dez vezes, um pagamento por semana. No fim da última parcela, eles libertaram seu pai. Mas, um mês depois, eles o pegaram novamente na saída da garagem.</p>
<p>Ele foi procurá-los e disse: &#8216;Ótimo, fique com ele, tanto faz&#8217;. Eles lhe responderam: &#8216;Ah, nesse caso, vamos colocar fogo na sua garagem&#8217;. Ele pediu dinheiro emprestado e pagou um novo resgate. Agora ele está arruinado.&#8221;<br />
Passando Bauchi, Maiduguri está a somente cinco horas de distância, rodando rapidamente, com vários quase-acidentes, mas também com uma espera nos pontos de controle, que são tantos que desistimos de contar depois do quadragésimo.<br />
Mendigos e vendedoras de água aparecem como que por encanto no meio do nada, para aproveitar a clientela cativa dos motoristas de carros, ônibus e caminhões. Para todo esse pequeno mundo, os policiais e os soldados das barreiras deveriam ser uma ajuda incomensurável nessa estrada perigosa. Mas eles parecem mais atores usando capacetes pesados, exibindo ora uma jovialidade forçada, ora um autoritarismo agressivo, apontando uma arma para o Opel por uma desculpa qualquer para obter dinheiro através de persuasão, pena ou ameaça.</p>
<p>Eles estão com calor. Estão com sede. Estão com medo. Eles foram abandonados diante de um inimigo que sempre os surpreende e muitas vezes os mata antes que eles entendam o que está acontecendo. Eles não são do Norte, não falam nem o hauçá, nem o kanuri, nem nenhuma das línguas dessa região. Suas piadas em pidgin nigeriano do Sul não fazem sentido.</p>
<p><b>Os insurgentes infiltraram o exército</b><br />
E eles esperam, espremidos atrás de patéticos sacos de areia e tijolos mal empilhados, pela hora de se reunirem nos vilarejos onde eles às vezes precisam morar em cabanas de galhos ou barracas, ao lado das paredes enegrecidas de seus postos policiais ou de suas casernas que guardam as marcas dos ataques do Boko Haram. Os insurgentes infiltraram o exército, e preparam seus ataques mortais com cuidado.<br />
À medida que nos aproximamos de Maiduguri, os sinais de destruição vão se mostrando mais frequentes. Há buracos nas casas, postes de luz no chão, geradores para as antenas transmissoras que foram explodidas e marcas pretas horríveis na calçada, onde detonaram bombas caseiras, cuja qualidade e número aumentaram razoavelmente nos últimos meses.<br />
Em Beni Sheikh, a cerca de cinquenta quilômetros de Maiduguri, o ar agora pesa como chumbo, e não somente pela temperatura do meio-dia. A maior parte das casas está vazia. Os poucos habitantes se reúnem perto das Civilian JTF (milícias locais sob controle do governo). Os combates contra o Boko Haram terminaram de destruir um pouco mais da cidade.<br />
Sobre essa porção de asfalto, vemos mais vendedoras de água e mais soldados teatrais. Pastores conduzem suas vacas de longos chifres pela brousse cada vez mais árida. Os veículos agora rodam a toda velocidade, sem desacelerar sob hipótese nenhuma, ainda que seja preciso invadir o acostamento para evitar uma batida. Por que esse trecho causa tanto medo?<br />
A resposta será dada em Maiduguri, por uma fonte que tem um bom conhecimento do Boko Haram. &#8220;Existem várias áreas onde os insurgentes estão presentes em massa. Na direção do norte do Estado e do Chade, mas também mais ao sul, em zonas vizinhas de Chibok, na floresta da Sambisa. Entre os dois passa uma estrada muito antiga de migração sazonal. É nessa pista quase invisível que as Hilux do Boko Haram circulam, principalmente pela manhã ou no final de tarde. E a pista cruza a estrada principal. Não se deve topar com eles quando eles estão passando, pois eles matam todos aqueles que se aproximam.&#8221;<br />
<b>Espaços onde as forças policiais não se arriscam mais</b><br />
Em meio a essa loucura, os veículos particulares mais prudentes param em Maiduguri. Só os caminhões se aventuram um pouco adiante, fazendo seu tráfico de mercadorias ao longo de antigas rotas de caravanas que passam pelos países vizinhos (com ainda mais diligência pelo fato de que as fronteiras teoricamente estão fechadas). E depois disso tem o Boko Haram, presente nesses espaços onde as forças policiais não se arriscam mais.<br />
Um empresário de Maiduguri que continua a visitar seus clientes da região nunca pega a estrada sem uma reza fervorosa e um grosso maço de notas de 10 nairas. Na barreira, o homem que transpira por baixo de seu capacete desde a manhã consegue recuperar um pouco da alegria de viver com essas modestas propinas, e em troca dá a informação que faz toda a diferença. &#8220;Em setembro, quando os celulares estavam sendo cortados em Maiduguri por causa do estado de exceção, todo mundo enlouqueceu. As pessoas começaram a pegar o carrro para irem telefonar em Damaturu, porque ali tinha rede. Muitos foram mortos pelo Boko Haram na estrada enquanto iam ligar para suas famílias.&#8221;<br />
Ele mesmo é um sobrevivente desse trecho. Um dia, um militar o informou em um ponto de controle que um grupo de 200 insurgentes havia sido visto no meio do mato ali perto. Ele evitou pegar a estrada na volta naquele dia. Decisão certa, uma vez que no final do dia o massacre estava no auge. &#8220;Dois dos meus colegas viram os Boko Haram chegarem. Eles foram os últimos a passar, por causa de sua velocidade, e continuaram vivos. Todos os outros atrás foram mortos. Os Boko Haram tinham uniformes, paravam os carros como em um ponto de controle normal, depois matavam todo mundo, mesmo aqueles que tentavam fugir para o meio do mato.&#8221;<br />
Nesse dia de setembro de 2013, fontes calculam que quase 200 pessoas foram assassinadas na estrada. &#8220;Havia todos esses carros incendiados, enfim, esses que eles não quiseram, foi sinistro quando voltamos para a estrada&#8221;, murmura o habitante de Maiduguri, que não desistiu de andar por lá. &#8220;Se eu parar, vou viver do quê? É uma questão de sobrevivência para mim.&#8221;<br />
Os homens do Boko Haram, ou os diferentes grupos que o compõem e agem sob esse nome que agora é conhecido do mundo inteiro, não se contentam em matar os motoristas. Ondas de ataques nos vilarejos também são organizadas a partir da floresta de Sambisa: onde termina a cobertura vegetal, começam os ataques. Especialmente na direção da fronteira camaronesa, nos arredores de Gwoza (onde uma igreja foi atacada no dia 1° de junho, com 13 mortos).<br />
<b>Eles se protegem através do terrorismo</b><br />
As bases dos insurgentes foram instaladas ao longo dos anos, na floresta onde estariam detidas parte das meninas sequestradas em Chibok no dia 14 de abril. Os grupos armados só saem de lá para fazer incursões nos vilarejos ou massacres. Eles se protegem através do terrorismo. Nenhuma ação militar de envergadura foi tentada contra eles pelo exército regular. E com razão: &#8220;A última operação terminou em uma catástrofe, alguns meses atrás. Eles caíram em uma zona minada, depois em uma emboscada. Eles perderam 17 homens e juraram nunca mais colocar os pés nessa floresta&#8221;, conta uma pessoa próxima do comando militar da região.<br />
Mas o medo não é restrito ao lado de fora de Maiduguri. Em janeiro, a base aérea da cidade foi atacada. &#8220;Se eles tivessem pilotos, teriam partido com helicópteros&#8221;, diz uma fonte diplomática. &#8220;Em vez disso, eles os destruíram e divulgaram na internet o vídeo desses acontecimentos. Uma outra fonte militar, em Maiduguri, fala sobre a paranoia de um novo ataque. A mais recente fora dois dias antes: &#8220;Passamos a noite inteira esperando um ataque que havia sido anunciado por informantes. Tivemos de beber café para permanecer acordados. Mas não aconteceu nada.&#8221;<br />
A insurreição acabou se tornando perigosa para o exército, para além desses ataques. Os militares inferiores, mal pagos e mal equipados, desistiram de lutar. E os oficiais superiores desviaram grande parte de recursos consideráveis alocados para combater o Boko Haram: o orçamento da segurança mais do que dobrou em 2014, estabelecendo-se em 1 trilhão de nairas (R$13,5 bilhões).<br />
Então, como analisa uma fonte próxima dos serviços de segurança nigerianos: &#8220;O descontentamento está tomando conta do quartel, e isso vai acabar gerando um problema com a aproximação das eleições. O exército está humilhado e ele acredita que o poder civil é responsável por seus problemas. Os planos de golpes de Estado podem acabar prosperando, como em 2010. Provavelmente é isso que o Boko Haram está esperando: cada vez mais instabilidade.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://paulooliveiramello.blogspot.com.br/2014/06/boko-haram-o-fogo-que-se-alastra-pela.html" target="_blank">A Agonia de Prometeu</a></p>
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		<title>Mais de 58 milhões de crianças não têm acesso à educação, revela relatório da UNESCO</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2014 00:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Garantir que todas as crianças tenham o direito ao ensino básico parece uma realidade que está longe de ser alcançada em 2015, caso muitos países não tomem medidas mais eficazes para cumprir esse Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) o número de crianças fora da escola entre os 6 e 11 anos continua beirando os 58 milhões, e desde 2007, mostra muito pouco progresso. A diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, apresentou esses dados numa coletiva de imprensa em Bruxelas (Bélgica), realizada nesta quinta-feira (26), durante o evento <a href="https://www.ikmr.org/2014/06/mais-de-58-milhoes-de-criancas-nao-tem-acesso-a-educacao-revela-relatorio-da-unesco/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10988" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/06/criancasrefugiadas_SudaodoSul_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-10987];player=img;"><img class="size-medium wp-image-10988" alt="Uma escola improvisada para estudantes no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Mihad Abdalla" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/06/criancasrefugiadas_SudaodoSul_IKMR-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Uma escola improvisada para estudantes no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Mihad Abdalla</p></div>
<p>Garantir que todas as crianças tenham o direito ao ensino básico parece uma realidade que está longe de ser alcançada em 2015, caso muitos países não tomem medidas mais eficazes para cumprir esse Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) o número de crianças fora da escola entre os 6 e 11 anos continua beirando os 58 milhões, e desde 2007, mostra muito pouco progresso.</p>
<p>A diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, apresentou esses dados numa coletiva de imprensa em Bruxelas (Bélgica), realizada nesta quinta-feira (26), durante o evento da Parceria Global para Educação, em que doadores e países renovam o seu compromisso para promover a educação infantil.</p>
<p>“Não podemos responder a essa notícia com mais inércia. Pelo contrário, devemos soar os alarmes e mobilizar o apoio político para garantir que o direito à educação de toda a criança seja respeitado”, declarou Bokova.</p>
<p>As informações fazem parte do documento, produzido pelo Instituto de Estatística da UNESCO,  que revela ainda que caso a situação não mude, 15 milhões de meninas e 10 milhões de meninos, constituindo cerca de 43% de todos aqueles que atualmente não frequentam as escolas, jamais terão acesso à educação primária.</p>
<p>A falta de progresso está associada, em grande parte, ao rápido crescimento da população da África subsaariana, onde atualmente vivem mais de 30 milhões de crianças que não frequentam a escola. O documento também mostra lacunas na educação de crianças mais velhas, entre 12 e 15 anos, apontando que em 2012 cerca de 63 milhões de adolescentes não tiveram acesso à educação formal.</p>
<p>A Organização, no entanto, ressaltou que uma mudança positiva ainda pode ser alcançada, destacando o sucesso de 17 países que reverteram essa tendência na última década, reduzindo o número de crianças fora da escola em 90%.  Entre as medidas adotadas se destacam a eliminação dos custos escolares, introdução de temas mais relevantes no currículo acadêmico, devoção de maior atenção para grupos étnicos e linguísticos e fornecimento de apoio financeiro às famílias necessitadas.</p>
<p>Como exemplo, o documento cita alguns casos de sucesso, como o de Burundi, que ao eliminar os custos escolares aumentou a porcentagem de matrículas de 54 para 94% em seis anos; e o de Gana, que testemunhou um aumento de 2,4 milhões de crianças matriculadas na escola em 1999 para 4,1 em 2013 ao investir praticamente o dobro em seu programa de educação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/mais-de-58-milhoes-de-criancas-nao-tem-acesso-a-educacao-revela-relatorio-da-unesco/" target="_blank">ONU</a></p>
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		<title>No Sudão do Sul, ONU e ator Forest Whitaker promovem paz, educação e proteção de crianças</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 14:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Viana]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[O apoio à construção da paz e a proteção e educação das crianças afetadas pelo conflito no Sudão do Sul são o foco principal da visita conjunta da diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, da representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para Crianças em Conflitos Armados, Leila Zerrougui e do ator americano, fundador e diretor-executivo da Iniciativa Whitaker para a Paz e o Desenvolvimento, Forest Whitaker. O grupo – que esteve no país entre 22 e 24 de junho – se reuniu com ministros do governo para debater a mobilização <a href="https://www.ikmr.org/2014/06/no-sudao-do-sul-onu-e-ator-forest-whitaker-promovem-paz-educacao-e-protecao-de-criancas/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10978" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/06/criancas_sudanesas_refugiadas_IKMR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-10977];player=img;"><img class="size-medium wp-image-10978" alt="Crianças sul-sudanesas em campo de refugiados no norte do país. Foto: ONU//Martine Perret " src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/06/criancas_sudanesas_refugiadas_IKMR-340x226.jpg" width="340" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças sul-sudanesas em campo de refugiados no norte do país. Foto: ONU//Martine Perret</p></div>
<p>O apoio à construção da paz e a proteção e educação das crianças afetadas pelo conflito no Sudão do Sul são o foco principal da visita conjunta da diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, da representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para Crianças em Conflitos Armados, Leila Zerrougui e do ator americano, fundador e diretor-executivo da Iniciativa Whitaker para a Paz e o Desenvolvimento, Forest Whitaker.</p>
<p>O grupo – que esteve no país entre 22 e 24 de junho – se reuniu com ministros do governo para debater a mobilização de recursos nacionais e internacionais para programas de educação. A proteção de crianças e o treinamento educacional e vocacional são cruciais, em um país onde o desemprego juvenil e a baixa escolaridade alimentam tensões persistentes e impedem que as pessoas vivam com dignidade. A taxa de meninas matriculadas é especialmente baixa: apenas uma em cada dez termina a educação primária.</p>
<p>A representante especial, que ficará no Sudão do Sul até 27 de junho, tem a missão adicional de avaliar o impacto do conflito nas crianças, acompanhar a implementação do plano de ação assinado pelo governo para dar fim ao recrutamento e o uso de crianças nas forças armadas do país, e dar apoio ao trabalho das Nações Unidas.</p>
<p>Outro enfoque da visita visa criar conscientização sobre os ataques à educação e o uso militar das escolas. A ONU abriu as suas portas para uma visita dos jornalistas a um dos campos de proteção de cidadãos, dentro da base da Organização na capital Juba, onde vivem mais de 30 mil pessoas deslocadas pelo conflito e pelas desavenças étnicas. A visita ressaltou os efeitos do deslocamento de crianças e jovens, bem como a necessidade de assegurar o direito à educação. Em algumas áreas do Sudão do Sul, escolas são consideradas locais perigosos, onde facções em guerra recrutam crianças-soldado.</p>
<p>Finalmente, a missão marcou o início de três parcerias entre a Fundação de Whitaker e as Nações Unidas. Uma delas é a campanha Crianças, não Soldados, em que o Sudão do Sul será um dos países contemplados. Essa iniciativa, lançada em março de 2014 pela representante especial e pelo Fundo da ONU para a Infância (UNICEF), tem o objetivo de dar fim ao recrutamento e à utilização de crianças em conflitos pelas forças do governo até 2016.</p>
<p>A Iniciativa Whitaker para a Paz e o Desenvolvimento lançará também no país um programa pioneiro, o Cinema para a Paz, dando seguimento às bem recebidas sessões comunitárias de cinema da UNESCO. A contribuição para a construção da paz ocorrerá por meio de sessões de filmes sobre paz, prevenção de conflitos e reconciliação, seguidas de debates interativos e dramatizações para sensibilizar o público quanto aos valores e princípios subjacentes à cultura de paz e não violência.</p>
<p>Outra das iniciativas, a Rede de Jovens Pacificadores, criada por Whitaker em parceria com a UNESCO, e as empresas Ericsson e Zain, treinará jovens para se tornarem líderes de projetos comunitários que fomentem o desenvolvimento sustentável, a educação, o patrimônio cultural e o diálogo intercultural, assim como a melhora no acesso à informação e à comunicação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/no-sudao-do-sul-onu-e-ator-forest-whitaker-promovem-paz-educacao-e-protecao-de-criancas/" target="_blank">ONU</a></p>
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		<title>Estudantes sírios têm sonhos comprometidos pela falta de assistência básica, afirma ONU</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 02:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vivianne Reis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Questões Globais]]></category>

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		<description><![CDATA[“Uma manhã, saí para comprar um pouco de comida enquanto meu pai estava no trabalho”, disse o adolescente Mohammed, refugiado da Palestina no campo de Yarmouk, na Síria. “Quando voltei, um míssil havia atingido nossa casa. Minha mãe e duas de minhas irmãs foram mortas no impacto da bomba. Outras duas irmãs ficaram feridas na explosão.” Em Yarmouk, os quatro anos de conflito sírio tiveram um impacto devastador sobre os residentes, incluindo os jovens refugiados da Palestina como Mohammed e outros estudantes que frequentavam as escolas da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). Desde o início <a href="https://www.ikmr.org/2014/06/estudantes-sirios-tem-sonhos-comprometidos-pela-falta-de-assistencia-basica-afirma-onu/"> <b>Saiba Mais</b></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11235" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/aluno.jpg" rel="shadowbox[sbpost-11234];player=img;"><img class="size-medium wp-image-11235" alt="Aluno da escola da UNRWA se prepara para os exames nacionais em maio de 2014. Foto: UNRWA" src="https://www.ikmr.org/wp-content/uploads/2014/07/aluno-340x205.jpg" width="340" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Aluno da escola da UNRWA se prepara para os exames nacionais em maio de 2014. Foto: UNRWA</p></div>
<p>“Uma manhã, saí para comprar um pouco de comida enquanto meu pai estava no trabalho”, disse o adolescente Mohammed, refugiado da Palestina no campo de Yarmouk, na Síria. “Quando voltei, um míssil havia atingido nossa casa. Minha mãe e duas de minhas irmãs foram mortas no impacto da bomba. Outras duas irmãs ficaram feridas na explosão.”</p>
<p>Em Yarmouk, os quatro anos de conflito sírio tiveram um impacto devastador sobre os residentes, incluindo os jovens refugiados da Palestina como Mohammed e outros estudantes que frequentavam as escolas da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA). Desde o início de julho de 2013, o campo vem enfrentando um cerco e o acesso ao mundo exterior foi quase completamente cortado, dificultando a entrada de alimentos e medicamentos.</p>
<p>Tabarak, estudante da nona série do campo de refugiados de Yarmouk, explicou o impacto: “Nossas aulas tiveram um rendimento muito baixo por causa da fome. Os alunos não conseguiam se concentrar na escola; eles costumavam desmaiar por causa da desidratação.”</p>
<p>Mohammed e Tabarak estavam entre os 120 alunos que foram capazes de sair do campo de refugiados para assistir aulas de apoio da UNRWA na Escola Palestina em Alliance, localizada em Damasco. Esse programa escolar ajuda aos alunos da nona série a passarem nos exames nacionais. “Como recebemos ajuda”, diz Tabarak, “a vida melhorou. Os professores voluntários ajudaram na nossa formação”.</p>
<p>O maior desafio para a UNRWA tem sido manter os serviços de financiamento para fornecer alimentação, educação, saúde e proteção aos refugiados da Palestina na Síria. Dos 540 mil refugiados da Palestina registrados na Síria, pelo menos 270 mil ficaram deslocados internamente e mais de 80 mil foram forçados a fugir para outros países.</p>
<p>A UNRWA tem sido capaz de responder rapidamente às necessidades humanitárias dos refugiados da Palestina na Síria, no Líbano e na Jordânia, em grande parte devido a uma contribuição de 28,1 milhões de dólares dos Estados Unidos, feita através do Gabinete de População, Refugiados e Migração do Departamento de Estado.</p>
<p>Os recursos destinados ao apelo emergencial da Síria são imediatamente gastos com a entrega direta de assistência humanitária. Mas os avanços feitos para proteger os refugiados da Palestina na Síria têm alto risco de serem suspensos sem um substancial apoio financeiro de outros doadores.</p>
<p>Se doações significativas não forem recebidas até agosto, a UNRWA não será capaz de prosseguir com a próxima rodada de ajuda financeira que, como a vice-comissária-geral da agência, Margot Ellis, explicou, “tem-se revelado como o melhor e mais flexível meio, com relação ao custo-benefício, para atender às necessidades mais urgentes dos refugiados da Palestina”. Sem essa assistência, cerca de 440 mil pessoas não seriam capazes de ter acesso as suas necessidades básicas.</p>
<p>As aspirações educacionais como a da jovem Tabarak estão particularmente em risco: “Queremos que o nosso futuro seja melhor e que nossos filhos não experimentem o que passamos. Nós gostaríamos de ser médicos e professores “, disse ela. “O meu desejo é estudar para ser professora de inglês.”</p>
<p>Para manter esses sonhos de um futuro melhor, a UNRWA precisa ser capaz de garantir que os refugiados da Palestina possam satisfazer suas necessidades básicas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/estudantes-sirios-tem-sonhos-comprometidos-pela-falta-de-assistencia-basica-afirma-onu/" target="_blank">ONU</a></p>
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